terça-feira, 6 de junho de 2017

Teste decoração

Os 10 mandamentos

Em 1913, Lênin escreveu o "Decálogo" que apresentava ações táticas para a tomada do Poder

1.Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual

2.Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;

3.Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais

4.Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;

5.Colabore para o esbanjamento do dinheiro público;

6.Coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;

7.Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;

8.Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;

9.Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;

10.Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa...

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Piso de Madeira

Arte

O discurso histórico do Papa Francisco na Bolívia

Pragmatismo Político

Papa Francisco recebe chapéu de Evo Morales na Bolívia (Reuters)

O papa Francisco esteve na Bolívia reunido com cerca de 1.500 representantes de movimentos sociais de mais de 40 países nesta quinta-feira. O pontífice fez um discurso contra o sistema capitalista, o qual chamou de “ditadura sutil”, e pediu desculpas pelos crimes da Igreja contra indígenas na região. Ainda em Santa Cruz, visitou a prisão de Palmasola, a mais perigosa do país andino.

Capitalismo

Para o líder da Igreja Católica, o atual sistema global “que impôs a lógica do lucro a todo o custo, sem pensar na exclusão social nem na destruição da natureza (…) é insuportável: não o suportam os camponeses, não o suportam os trabalhadores, não o suportam as comunidades, não o suportam os povos…. E nem sequer o suporta a Terra, a irmã Mãe Terra, como dizia São Francisco”.

“Quando o capital se converte em ídolo e dirige as opções dos seres humanos, quando a avidez pelo dinheiro tutela todo o sistema socioeconômico, arruína a sociedade, condena o homem, transforma-o em escravo, destrói a fraternidade inter-humana, coloca povo contra povo e, como vemos, até põe em risco esta nossa casa comum”, disse o sacerdote.

Francisco considerou ainda que atual sistema é uma “ditadura sutil” e chamou os mais pobres e excluídos à ação: “vós, os mais humildes, os explorados, os pobres e excluídos, podeis e fazeis muito. Atrevo-me a dizer que o futuro da humanidade está, em grande medida, nas vossas mãos, na vossa capacidade de vos organizar e promover alternativas criativas na busca diária dos ‘3 T’ (trabalho, teto, terra), e também na vossa participação como protagonistas nos grandes processos de mudança nacionais, regionais e mundiais. Não se acanhem!”.

As três tarefas

O papa propôs aos movimentos sociais três tarefas:

1. Colocar a economia a serviço dos povos: “Esta economia é não apenas desejável e necessária, mas também possível. Não é uma utopia, nem uma fantasia. É uma perspectiva extremamente realista. Podemos consegui-la”;

2. Unir os nossos povos no caminho da paz e da justiça: nenhum poder efetivamente constituído tem direito de privar os países pobres do pleno exercício da sua soberania e, quando o fazem, vemos novas formas de colonialismo que afetam seriamente as possibilidades de paz e justiça;

3. Defender a Mãe Terra: “a casa comum de todos nós está sendo saqueada, devastada, vexada impunemente. A covardia em defendê-la é um pecado grave. Vemos, com crescente decepção, sucederem-se uma após outra cúpulas internacionais sem qualquer resultado importante.

Monopólio

O Papa Francisco também teceu duras críticas na concentração monopolista da mídia. “A concentração monopolista dos meios de comunicação social que pretende impor padrões alienantes de consumo e certa uniformidade cultural é outra das formas que adota o novo colonialismo. É o colonialismo ideológico. Como dizem os bispos da África, muitas vezes pretende-se converter os países pobres em ‘peças de um mecanismo, partes de uma engrenagem gigante”, afirmou.

Perdão

No país onde mais da metade da população se autodeclara indígena, Francisco se desculpou pelos crimes cometidos pela Igreja em nome de Deus.

“Quero ser muito claro no que vou dizer, como foi João Paulo II, para, humildemente, pedir perdão pelas ofensas da própria Igreja contra os povos originários, e também pelos injustificáveis crimes cometidos em nome de Deus durante a chamada conquista da América”.

Leia aqui a íntegra do discurso do Papa Francisco



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EXTRA: PF faz operação contra fraude de R$ 6 bilhões na Casa da Moeda

De acordo com a investigação, fraude ocorre em contrato referente à implantação do Sistema de Controle de Produção e Bebidas (Sicobe)
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, uma operação com o objetivo de investigar fraudes em contrato referente à implantação do Sistema de Controle de Produção e Bebidas (Sicobe), que compete a Casa da Moeda. A operação acontece no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília.
A corporação informou que o faturamento referente a essa contratação ultrapassou a cifra de R$ 6 bilhões nos últimos seis anos.
Cerca de 70 agentes da PF e 12 servidores da Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda (Coger/MF), cumpriram 23 mandados de busca e apreensão. A Justiça Federal também decretou o sequestro de bens dos principais investigados, além da quebra de sigilos fiscais e bancários. O Ministério Público Federal também apoia a investigação.
A PF informou também, que o sistema de controle teve início em 2008 por meio de um contrato firmado por inexigibilidade de licitação, sob suspeita de direcionamento para uma determinada empresa. Também foram colhidas evidências de que a mais recente licitação, realizada entre 2014 e 2015, foi fraudada para beneficiar a mesma empresa.
Foi identificado o pagamento de aproximadamente R$ 100 milhões em propina a servidores da Receita Federal e empregados da Casa do Moeda.
A PF também investiga se a contratação do sistema de controle da produção de cigarros teria sido fraudada.
Em nota, a Casa da Moeda afirma que tem colaborado com as investigações da PF Além disso a direção ressalta que todos os empregados envolvidos no caso serão exonerados dos cargos e, se comprovada na Justiça a sua participação, serão demitidos. Confira a nota oficial da Casa da Moeda:
“O atual presidente da Casa da Moeda (CMB), Francisco Franco, assumiu a empresa em 2012. Ao tomar ciência dos principais assuntos, identificou uma suspeita de irregularidade na forma de contratação da prestação de serviço do Sistema de Controle da Produção de Bebidas (Sicobe). O presidente acionou os controles internos da empresa, entre eles, a Auditoria da CMB e, em paralelo, encaminhou o caso à Polícia Federal, órgão responsável por investigar possíveis desvios em empresas federais.
Desde que a Polícia Federal foi acionada, há dois anos, a direção da Casa da Moeda tem colaborado com as investigações. A direção ressalta ainda que todos os empregados envolvidos no caso serão exonerados dos cargos e, se comprovada na Justiça a sua participação, serão demitidos.
Em atendimento à uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) para prospectar novos fornecedores, a Casa da Moeda do Brasil realizou em 2012 um chamamento público para o Sicobe.
O serviço, complexo tanto do ponto de vista tecnológico quanto logístico, é prestado à Receita Federal do Brasil, conforme determina a lei 10833/2003 e o projeto de lei de conversão nº 15/2014 da Medida Provisória nº 651, no controle de bebidas (Sicobe) e de cigarros (Scorpios).
O chamamento público atraiu empresas brasileiras e estrangeiras, e verificou quais eram aptas a participar de um futuro certame.
Durante o procedimento de avaliação das tecnologias foram classificadas três empresas (Arjo Wiggins, SICPA e Valid) capazes de atender aos requisitos técnicos e legais do Sicobe. A partir da experiência acumulada com o chamamento público, a CMB considerou oportuno lançar, em 2013, um edital de concorrência internacional para o Sicobe, com o objetivo de estimular a competitividade e proporcionar a todas as empresas interessadas a oportunidade de apresentarem suas soluções tecnológicas.
A edição final do edital só foi publicada após as audiências públicas, onde todos os concorrentes puderam dar suas opiniões, sugestões e tirar dúvidas. Além das três empresas que participaram do chamamento público, a De La Rue também foi considerada habilitada a participar do certame.
Ultrapassadas as várias fases do processo licitatório, em que sempre foram respeitados os prazos recursais e os princípios da transparência, publicidade e legalidade, restaram duas empresas (SICPA e Valid) pré-qualificadas para a realização dos testes práticos, etapa mais importante de todo o procedimento.
Os testes práticos aconteceram em duas linhas de produção da Ambev, no Rio Grande de Sul, e foram analisados por uma comissão técnica formada por representantes da Casa da Moeda do Brasil e um auditor da Receita Federal. As licitantes foram avaliadas sobre sua aptidão em cumprir a especificação técnica do Anexo I, bem como a instrução Normativa RFB nº 869/2008.
Todos os critérios de avaliação e aprovação constavam de maneira clara e objetiva no edital de pré-qualificação, e os testes práticos foram documentados por meio de filmagens e de fotos.
A solução da Valid foi reprovada, tendo recebido “inapto” nos critérios de avaliação “Qualidade de Identificação de Marcas”, “Qualidade da Contagem da Produção”, “Qualidade da Codificação de Segurança”, ‘Tecnologia da Informação” e “Especificações do Anexo I” (subitem II.II.iv).
Passados todos os prazos para recursos, manteve-se a aprovação nos testes apenas da Sicpa, atual prestadora do serviço, para a próxima fase de apresentação da proposta de preço. No entanto, uma única empresa configura falta de competitividade. E uma das finalidades da licitação é a obtenção da melhor proposta, com mais vantagens e prestações menos onerosas para a Administração, garantindo a participação do maior número de competidores possíveis.
Como a continuidade e segurança do serviço está assegurada, pois o contrato atual tem vigência até dezembro de 2016, e o artigo 49 da Lei de Licitações e Contratos Administrativos prevê a possibilidade de revogação do procedimento licitatório em caso de interesse público, o presidente da Casa da Moeda (CMB), Francisco Franco, decidiu pela revogação da licitação na modalidade Concorrência Internacional nº 0001/2014.
Ressalte-se, ainda, que, devido à relevância do tema, a CMB solicitou o auxílio da Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda – SEAE, no próximo processo licitatório. A SEAE já finalizou a nota técnica e em breve será lançado um novo edital, a fim de que seja possível estabelecer um ambiente competitivo mais adequado e isonômico.”
FONTE: www.terra.com.br

Lulismo?


ANTONIO DELFIM NETTO

Lulismo?

SURPREENDIDA COM a recuperação da economia brasileira e o imenso protagonismo de Lula no cenário internacional, cuja visibilidade interna é a aprovação de sua administração por três de cada quatro brasileiros, a oposição parece presa a um quadro de catalepsia.
Isso certamente não ajuda a continuidade do progresso institucional que conseguimos desde a Constituição de 1988 e que começa a nos distinguir claramente de alguns de nossos parceiros da América Latina. Estes insistem em repetir velhos erros do passado. Tentam curto-circuitos que a história mostrou levar a incêndios, mas não ao crescimento econômico sustentável.
A tragédia da discussão é que, em lugar de um programa que reforce as linhas corretas do governo Lula e leve à superação dos problemas que ele deixará, propõe-se retroagir ao caminho já percorrido. Não deixa de ser patético continuar a confundir um necessário Estado indutor forte com a fantasia de que o “mercado”, por si mesmo, produz o “equilíbrio” mais conveniente para a sociedade.
É claramente possível criticar o “lulismo” por sua simpatia sindical, por seu aparelhamento e por muitos motivos. Mas qual governo não “aparelha” quando a administração pública não é profissionalizada e o número de “cargos de confiança” (sem vinculação à competência) é gigantesco?
O “aparelhamento” do Estado tem sido permanente e ligado não apenas a problemas geográficos, partidários ou ideológicos. Quem conhece Brasília sabe que se trata de um fenômeno “geológico”. Cada presidente levou para lá e fixou (às vezes com duvidosos “concursos seletivos”) um estrato de seus conterrâneos.
Um corte do terreno mostra as “camadas” (os mineiros, os maranhenses, os alagoanos, os paulistas, os sindicalistas…) sobre as quais cada governo acrescentou a sua, respeitando cuidadosamente as anteriores…
É preciso reconhecer que a rápida recuperação se deve a pelo menos dois pontos que dependeram do próprio comportamento de Lula. Primeiro, com sua inteligência e perspicácia, rejeitou o terceiro mandato, que destruiria toda a obra institucional constituída em 1988; segundo, com sua intuição, assumiu o risco de minimizar a crise, afastando o “pânico”, e reforçou as políticas públicas que deram sustentação ao consumo interno.
Isso não é pouca coisa, e é por isso que ele tem o apoio de 3/4 da população!
A eleição de 2010 não pode se fazer em torno das pobres alternativas de, ou voltar ao passado, ou dar continuidade a Lula. A discussão precisa incorporar os horizontes do século 21 e a superação dos problemas que certamente restarão do seu governo.
Para onde não vamos
CANDIDO MENDES
O ex-presidente pergunta-se, indeciso, para onde vamos. Mas as próximas eleições mostrarão para onde não voltamos
O ARTIGO do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (”Para onde vamos”) revigora todo o debate político nacional, tirando as oposições de sua presente e contundente mediocridade. Amplo no propósito e na riqueza polêmica, parte da afirmação de que tudo que é bom no atual governo já veio de antes e que o mal de agora apenas começa.
Há, sim, confronto radical entre os dois regimes, ao contrário do que diz, e os tucanos abriram o país à globalização privatista hegemônica, enquanto o petismo vai hoje, com a melhoria social do país, à recuperação do poder do Estado, numa efetiva economia de desenvolvimento sustentável.
A legislação do petróleo, em projeto que ora assaca ao governo o ex-presidente, quer corrigir os efeitos da emenda constitucional de 1995, que desfigurou o monopólio do petróleo da Carta do dr. Ulysses num regime de concessão que, inclusive, entrega aos exploradores do subsolo nacional “a propriedade” do óleo extraído.
A partilha, sim, é o novo instrumento, nada “mal-ajambrado”, em que volta, por inteiro, ao Estado o direito aos proventos dessa extração, ampliando sua destinação social imediata. Diga-o, agora, a Noruega, o país mais desenvolvido e democrático do mundo, que, exatamente, adotou esse regime nas suas riquezas do mar do Norte, deixando as concessões no cemitério das ideologias liberais capitalistas de há uma vintena.
O governo Lula reassegurou a presença do Estado para a efetiva mudança da infraestrutura, que pede o desenvolvimento, atrasado durante o progressismo liberal do PSDB, como mostravam os primeiros resultados do PAC, a contemplar entre os seus principais beneficiários, inclusive, o governo de São Paulo.
O país não frui ainda, claro, o programa Minha Casa, Minha Vida, mas sabe que o Bolsa Família colocou a população de uma Colômbia na nossa economia de mercado.
Claro, também enfrentamos o risco da absorção corporativa sindical no controle dos recursos públicos.
Mas essa é etapa adiante da página que se virou de vez, ou seja, do retorno ao controle pelo status quo, sob a ideologia social-democrata, de autolimitação do poder do Estado ou da crença dos progressismos espontâneos, sem dor para o país instalado, como professa a oposição a Lula.
O embaraço do tucanato em reconhecer o “entreguismo” dos controles públicos durante o seu governo é o mesmo que o alvoroça a assimilar o governo Lula ao “populismo autoritário peronista”.
São comparações regressivas, que não se dão conta da experiência única da chegada do “outro país” ao poder, contra o desespero da violência dos “sem-nada”, das Farc colombianas ou do Sendero Luminoso, no Peru, e assentou, de vez, uma maioria nacional, consciente de suas opções.
Realizar-se ou não o que seja, hoje, na sua originalidade, o “povo de Lula”, é a diferença entre o Brasil “bem” e o país da mudança.
O petismo não é o justicialismo peronista, e hoje a nossa consciência coletiva supera o próprio partido, na solidez do que não quer para o futuro.
Essa nossa adesão ao novo, aliás, foi adiante, até, da própria legenda e de suas siderações pelas vantagens do poder, nessa matriz de um evento político que torna as futuras eleições tão distintas de uma escolha da hora entre situacionismos cansados e oposições gulosas. E o Brasil potência, tão profligado pelo ex-presidente, é a configuração emergente desse país que sabe que não volta ao berço esplêndido da nação dos ricos.
Mais que a denúncia dos “pequenos assassinatos” a minar “devagarzinho” o espírito democrático, o que entra pelos olhos do Brasil na conduta de Lula é a determinação visceral do governo de não ceder a um terceiro mandato, avassaladoramente acolhível, se assim quisesse o presidente, por emenda constitucional, tal como o governo tucano desfigurou o monopólio do petróleo.
No inverso de Chávez, Lula, no seu gesto, reafirma o essencial da democracia, que é o cumprimento das regras do jogo, no que diga a Carta, por maior que seja o poder da hora de quem está no palácio.
O ex-presidente pergunta-se, indeciso, para onde vamos. Mas as próximas eleições mostrarão para onde não voltamos, tanto quanto a nação de Lula sabe que, no Brasil, é “o povo como povo” intrinsecamente melhor que as suas “elites como elites”.
CANDIDO MENDES , 81, membro da Academia Brasileira de Letras e da Comissão de Justiça e Paz, é presidente do “senior Board” do Conselho Internacional de Ciências Sociais da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e secretário-geral da Academia da Latinidade.

Enviado em 12/11/2009 - 09:09

Dos mestres para o aluno FHC

Da Folha

Envenenamento?

Envenenada? Vacina estranha teria causado doença em massa no SBT
SBT
De acordo com site, vacina estaria por trás de tantos funcionários enfermos na emissora de Silvio Santos.
Vacina seria causa para doença em massa - Google
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Recentemente, diversos nomes do SBT ficaram doentes. Isso tem causado grande estranheza no público. De acordo com informações do jornalista Ricardo Feltrin, do UOL, não foram apenas as celebridades da emissora de Silvio Santos que ficaram doentes. Outros nomes do canal também adoeceram. Esses são funcionários anônimos, que também são importantes para que tudo funcione. O próprio dono da emissora, #Silvio Santos, ficou gripado. O apresentador Carlos Alberto de Nóbrega, do humorístico 'A Praça é Nossa', seria outro que teve de ser afastado do posto. Silvia Abravanel também teve uma pneumonia e, em um mês, acabou se internando duas vezes em um hospital.
Vacina é suspeita de causar gripe
Pode parecer teoria da conspiração, mas não se fala de outra coisa no #SBT. Por lá, houve uma vacinação em massa de funcionários e, depois da vacinação, grande parte dos funcionários descobriu que estava com gripe. Ricardo Feltrin diz que, por enquanto, nenhuma irregularidade foi encontrada na tal vacina, mas o caso segue sob investigação. Curiosamente, uma vacina parecida, dada pelo governo, acabou encalhando nos postos de saúde. O Ministério da Saúde nega que a vacina esteja deixando pessoas doentes, mas sobraram nos postos pelo menos 10 milhões de doses.
De acordo com informações do 'Jornal Nacional', como sobraram as vacinas, agora qualquer pessoa que for aos postos, mesmo não estando nos grupos de risco, pode receber a dose do remédio.
Essas doses serão dadas até quando durarem os estoques. O anúncio teria sido comunicado pelo governo federal nesta sexta-feira (2).
Silvio Santos e Carlos Alberto de Nóbrega se ausentam do trabalho por gripe
O apresentador Silvio Santos teria sido o primeiro a ficar gripado. Ele desmarcou, às pressas, uma gravação que tinha no SBT. Alguns sites chegaram a dizer que Silvio teria viajado para os Estados Unidos para se tratar, mas depois corrigiram a informação, já que o SBT diz que Silvio gravará novamente neste sábado (3). O comandante de 'A Praça é Nossa', o humorista Carlos Alberto de Nóbrega, cancelou uma coletiva de imprensa sobre os 30 anos de seu programa do SBT, por problemas de saúde. Assim como o seu patrão e amigo, Nóbrega também ficou gripado. Ele teria recebido orientações médicas para repousar e evitar que o caso evoluísse para uma pneumonia, o que na sua idade pode ser bastante prejudicial. Carlos tem 81 anos, cinco a menos do que o 'Homem do Baú'.
Será que foi tudo coincidência, ou houve algo errado na vacinação do SBT? Deixe seu comentário.
https://www.google.com.br/amp/br.blastingnews.com/tv-famosos/2017/06/envenenada-vacina-estranha-teria-causado-doenca-em-massa-no-sbt-001746085.amp.html


Especialista em TV & Famosos
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Revisado porMarcia Capra
Publicado: 2 junho 2017

O resultado da Mega-Sena... 50-51-56-57-58-59... Parece evidente o “cambalacho”... [SIC]

A Mega-Sena e a flagrante falcatrua. Quatro felizes apostadores acertaram os seis números da Mega-Sena sorteados neste sábado (23). ...