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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Gleisi Hoffmann coloca em risco a segurança do país (Assista ao Vídeo)

Uma ação e oito crimes...
A senadora Gleisi Hoffmann precisa ser contida e o caso é de polícia.


Mesmo deixando de considerar os seus casos de envolvimento com a corrupção, a prática criminosa de outros delitos tem se tornado coisa rotineira no dia-a-dia da ilustre senadora.

Desde a prática de crimes de pequeno potencial ofensivo, como xingamentos, calúnias, injúrias e difamações, até crimes de alto potencial ofensivo, colocando em risco a própria soberania nacional.

É o caso do vídeo que gravou para a TV Al Jazeera, algo totalmente sem propósito e absurdo. Uma verdadeira incitação ao mundo árabe.

O site Diário do Brasil revela os crimes cometidos por Gleisi contra a Lei de Segurança Nacional, com o seu infame pedido de ‘socorro’.

Veja abaixo: 

Art. 6º - Entrar em entendimento ou negociação com governo estrangeiro ou seus agentes, a fim de provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.
Pena: reclusão, de 2 a 15 anos.
 Art. 8º - Aliciar indivíduos de outra nação para que invadam o território brasileiro, seja qual for o motivo ou pretexto.
Pena: reclusão, de 4 a 20 anos.
Art. 12 - Formar, integrar ou manter associação de qualquer título, comitê, entidade de classe ou agrupamento que, sob a orientação ou com o auxílio de governo estrangeiro ou organização internacional, exerça atividades prejudiciais ou perigosas à Segurança Nacional.
Pena: reclusão, de 1 a 5 anos.
Art. 14 - Divulgar, por qualquer meio de comunicação social, notícia falsa, tendenciosa ou fato verdadeiro truncado ou deturpado, de modo a indispor ou tentar indispor o povo com as autoridades constituídas.
Pena: detenção, de 6 meses a 2 anos.
  
Art. 21 - Tentar subverter a ordem ou estrutura político-social vigente no Brasil, com o fim de estabelecer ditadura de classe, de partido político, de grupo ou indivíduo.
Pena: reclusão, de 2 a 12 anos.
Art. 23 - Praticar atos destinados a provocar guerra revolucionária ou subversiva.
Pena: reclusão, de 2 a 12 anos.
Parágrafo único - Se, em virtude deles, a guerra sobrevém.
Pena: reclusão, de 8 a 30 anos.
Art. 36 - Incitar:
I - à guerra ou à subversão da ordem politico-social;
II - a desobediência coletiva às leis;
III - à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições civis;
IV - à luta pela violência entre as classes sociais;
V - à paralisação de serviços públicos, ou atividades essenciais;
VI - ao ódio ou à discriminação racial.
Pena: reclusão, de 2 a 12 anos.
Parágrafo único - Se, do incitamento, decorrer lesão corporal grave ou morte.
Pena: reclusão, de 8 a 30 anos.
Art. 42 - Fazer propaganda subversiva:
I - utilizando-se de quaisquer meios de comunicação social, tais como jornais, revistas, periódicos, livros, boletins, panfletos, rádio, televisão, cinema, teatro e congêneres, como veículos de propaganda de guerra psicológica adversa ou de guerra revolucionária ou subversiva;
II - aliciando pessoas nos locais de trabalho ou ensino;
III - realizando comício, reunião pública, desfile ou passeata;
IV - realizando greve proibida;
V - injuriando, caluniando ou difamando quando o ofendido for órgão ou entidade que exerça autoridade pública, ou funcionário, em razão de suas atribuições;
VI - manifestando solidariedade a qualquer dos atos previstos nos itens anteriores.
Pena: reclusão, de 1 a 3 anos

Assista ao vídeo

Fonte:https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/9580/gleisi-louca-transformou-se-numa-criminosa-contumaz-e-coloca-em-risco-o-pais-veja-o-video

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

No Recife, Alckmin sinaliza que quer vice do Nordeste

Geraldo Alckmin foi questionado se gostaria de ter na vice Jarbas Vasconcelos ou Mendonça Filho

Durante uma palestra para empresários no Recife, na manhã desta segunda-feira (20), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), sinalizou o interesse em ter um vice do Nordeste na sua corrida à presidência da República. Ao ser questionado na fase das perguntas se colocaria alguém da região na vice da sua chapa, Alckmin fez o sinal de 'joinha' com a mão. "Está respondido", indicou, arrancando aplausos da plateia.

Mais cedo, na conversa com jornalistas, o governador havia sido questionado sobre a possibilidade de ter como vice os nomes do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), ou do ex-governador de Pernambuco Jarbas Vasconcelos (PMDB). "Os dois nomes podem ser candidatos até a presidente, quanto mais a vice. São preparadíssimos. Agora, como são de outros partidos, deve ter a delicadeza de não estar fazendo especulações. Vamos aguardar", ponderou.

Agenda em Pernambuco
Alckmin falou sobre economia e política para uma plateia de empresários convidados pelo Lide Pernambuco, entidade que tem ligação com o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB).

Um dia antes, já no Recife, ele se reuniu com a ex-primeira-dama de Pernambuco Renata Campos e com o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), dois nomes que terão peso na decisão nacional de quem o PSB apoiará na corrida presidencial de 2018.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Caminhão Apreendido Com R$12 Milhões, Pode Ter Ligação Com Gleisi Hoffmann

A Polícia Rodoviária Federal fez a apreensão de um caminhão que trafegava pela rodovia Régis Bittencourt no último final de semana. Na carga os agentes federais encontraram R$ 12 milhões em espécie, sendo R$ 1,2 milhão em notas de dólar. Muito dinheiro!

O que ninguém consegue entender é como os agentes federais conseguem descobrir esse tipo de transporte: alguém pode ter dedurado. Coincidência ou não, a apreensão milionária ocorre após a Polícia Federal desmantelar o bunker do PMDB na Bahia onde encontrou R$ 51 milhões em notas de real. Achou estranho? É porque você ainda não sabe a procedência do caminhãoapreendido.

Segundo informações o caminhão que foi alvo da ação dos agentes federais pertence a empresa Sanches Tripoloni responsável por obras na rodovia BR-359 em Maringá. A construtora foi alvo de 10 mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal por ordem da Justiça Federal do Mato Grosso do Sul.

Sanches Tripoloni é a principal financiadora das campanhas políticas da senadora Gleisi Hoffmann. Somente em 2010 e 2014 a construtora repassou mais de R$ 2,4 milhões para financiar Gleisi durante a campanha. Gleisi e Paulo Bernardo foram acusados de usar o jatinho da construtora durante a campanha em 2010. A Sanches Tropoloni ganhava obras que segundo procuradores foram superfaturadas.

Uma busca rápida no Google das palavras Sanches Tripoloni e Gleisi Hoffmann é possível constatar a ligação entre a construtora e a senadora petista.

Segundo informações e conforme a foto publicada pela PF essa é a placa do caminhão apreendido AEH-5728 e os dados do infrator 53503652000610. O site para consulta da Polícia Federal disponibiliza o registro.

O caminhão apreendido com R$ 12 milhões em espécie seria uma espécie de bunker móvel d e algum político do PT?

Não é muita coincidência que mais uma fortuna tenha sido descoberta escondida numa carga?

Geddel estaria delatando todo o esquema de corrupção?

As informações são  juntos pelo Brasil

Curtindo a vida! Garotinho esnoba e curte praia, sem tornozeleira (Assista ao vídeo)

O ex-governador do Rio de Janeiro Antony Garotinho e sua esposa, a também ex-governadora Rosinha Garotinho, fazem questão de dar demonstração de que estão alheios aos eventuais problemas judiciais que ambos enfrentam.

Nos últimos dias, Garotinho fez questão de postar nas redes sociais o seu dia de praia ao lado da esposa, filhos e amigos.

Enquanto o seu ex-aliado e hoje arqui-inimigo Sérgio Cabral permanece preso, o ex-governador toca sua vida com tranquilidade e sem tornozeleira.

Decisão da justiça retirou as restrições impostas ao ex-governador, que apesar de já condenado em 1ª instância, aguardará a decisão de 2ª instância livre, leve e solto.

Garotinho foi condenado a quase 10 anos de prisão por comandar um esquema de fraude eleitoral quando era secretário de Governo de Campos (RJ).

Nada como viver num país onde o Judiciário é extremamente benevolente.

Assista ao vídeo

Fonte:https://www.newsatual.com/curtindo-a-vida-garotinho-esnoba-e-curte-praia-sem-tornozeleira-veja-o-video/

Cunha Cometeu Um Erro Fatal... Deixou Documentos E Provas Nas Mãos De Funaro

O corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro apresentou à Justiça Federal nesta segunda-feira (6) um bilhete no qual, segundo ele, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) indicou uma conta no exterior para depositar recursos ilícitos. A conta era do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto, apontado como operador de Cunha no esquema de corrupção no banco.

O documento foi entregue com o objetivo de corroborar as declarações de Funaro, que assinou acordo de delação premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República) e reiterou as acusações contra o ex-deputado em depoimento à Justiça Federal na semana passada.

UM DOS CHEFES – Funaro sustenta que o peemedebista era um dos chefes do suposto esquema de cobrança de propinas de grandes empresas em troca da liberação de recursos do fundo de investimentos do FGTS, administrado pela Caixa.

Durante o interrogatório de Cunha nesta segunda (6), a defesa de Funaro informou que o bilhete, que estava de posse da Polícia Federal, foi escrito a lápis e entregue pelo ex-deputado ao operador.

Cleto, o ex-vice-presidente da Caixa que teria recebido por meio da conta anotada no bilhete, confessou em sua delação que obteve pagamentos ilícitos no exterior oriundos do esquema de corrupção.

CONTA NA SUÍÇA – Escrito a lápis, o bilhete aponta uma conta do Lastal Group, no banco Julius Baer, na Suíça, no qual a Carioca Engenharia teria pago propinas a Cleto a pedido do peemedebista. Cunha disse que não queria “nem olhar” o bilhete para responder se o manuscrito era seu. “Vossa Excelência faça a perícia e comprove que é minha a letra”, disse, dirigindo-se ao procurador da República Anselmo Lopes, que o inquiria.

Cunha negou todas as acusações e disse que sua defesa vai pedir perícia no bilhete e outros documentos apresentados por Funaro, entre eles planilhas nas quais constariam os pagamentos ilícitos feitos a ele e aliados. “Vamos representar à Procuradoria para fazer reexame na delação do senhor Lúcio Funaro”, disse Cunha.

via tribuna interne

Deputado Preso No Semiaberto Recebe Auxílio-Moradia De R$ 4,2 Mil.

Preso desde 6 de junho no Complexo Penitenciário da Papuda em Brasília (DF), o deputado Celso Jacob (PMDB-RJ) continua recebendo R$ 4,2 mil todos os meses da Câmara a título de “auxílio-moradia”. Cumprindo pena no regime semiaberto, o parlamentar passa os dias no Congresso e se recolhe à prisão após o expediente. A decisão judicial que lhe permitiu comparecer à Casa não autoriza o parlamentar a dirigir-se a nenhum outro local durante o período em que está fora da cadeia. A Câmara afirma que a sua área técnica faz uma análise jurídica do caso para decidir se o benefício será mantido ou não

Fonte:https://www.noticiasbrasilonline.com.br/deputado-preso-no-semiaberto-recebe-auxilio-moradia-de-r-42-mil/?utm_medium=ppc&utm_source=site&utm_campaign=notification-site&utm_content=post-site&utm_term=notification-site
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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

"Por que não te calas?" Disse o deputado federal Orlando Silva (PC do B), após crítica de Lindbergh Farias, líder do PT.

O deputado federal Orlando Silva (PC do B) e o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias
O ministro dos Esportes Orlando Silva presta esclarecimentos aos deputados em uma audiÍncia na comissão de Fiscalizão Financeira, Turismo e Esporte na C?mara dos Deputados. Ele continua negando as acusaÁies de desvios no programa do MinistÈrio "Segundo Tempo" e tanto o ministro quanto colegas do partido e da base desqualificaram o denunciante, o PM Jo?o Dias FerreiraBRASILIA, DF, BRASIL, 22-10-2013, 11h00: A Comissao de Assuntos Economicos (CAE) do Senado durante leitura do relatorio final do projeto que preve auxilio financeiro a estados e municipios / ICMS, sob a presidencia do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), ao lado do relator da proposta senador Armando Monteiro (PTB-PE). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

Ministro do governo petista, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) respondeu com ironia às críticas feitas pelo líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ), à decisão do PC do B sobre lançamento da pré-candidatura da deputada Manuela D'ávila à Presidência.

"Quando encontrar meu amigo Lindbergh vou perguntar: por que não te calas?", brincou Orlando Silva.

Neste domingo (5), Lindbergh afirmou que o PCdoB comete erro ao lançar um candidato em um momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é alvo de ataques.

Apesar do tom de brincadeira, Orlando Silva afirmou que "não cabe tutela" na relação entre PT e PCdoB.

"Não é razoável o líder de um partido criticar decisões de outro partido em temas próprios, deliberações que só cabem ao próprio partido. Imagina se vamos nós dizer quem deve ser candidato do PT?", reagiu.

Segundo o deputado, houve um debate interno sobre o lançamento da candidatura.

"Prevaleceu a tese de propor Manuela D'ávila ao Brasil. Isso é parte do jogo democrático", disse.

Também com ironia, Lindbergh reagiu à provocação nesta segunda (6).

"Esse 'por que não te calas?' não é um bom exemplo na esquerda. É uma frase prepotente do rei Juan Carlos espumando reacionarismo contra [Hugo] Chávez", afirmou o senador.

Lindbergh disse ainda que não deve haver "por que não te calas?" entre "companheiros da esquerda". E reafirmou considerar um equívoco a decisão da sigla.

"Fui respeitoso com o PCdoB e com Manuela. Disse que era um direito deles. Só expressei minha opinião pessoal de que acho um erro o lançamento. O correto, na minha opinião, seria constituir desde já uma frente em torno do Lula para garantir sua candidatura e sua vitória", repetiu o senador, afirmando ser amigo de Orlando Silva.

"Fomos da UNE [União Nacional dos Estudantes] juntos. Isso não vai estressar a nossa relação, nem a relação história do PT e do PCdoB.

"Onde há fumaça..."

A esquerda abandonou Lula e o PT... Disse, Roberto Jefferson

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, comentou o lançamento da pré-candidatura de Manuela D’Ávila à presidência, pelo PCdoB: “O PCdoB decidiu lançar a deputada gaúcha Manuela D’Ávila como candidata à presidência. Lula e o PT perdem o seu principal puxadinho. Que fase!”.

Jefferson vê uma tendência: “Manuela D’Ávila, Boulos, Ciro Gomes, Marina. A esquerda abandonou Lula e o PT. Acabou a tal “Frente Brasil Popular”. O PT ruma para a tumba”. E prognostica dificuldades para o PT: “Não duvido que até as eleições, em outubro de 2018, a conta de candidatos a presidente chegue a uns 25, 26 nomes. A pulverização será grande. É capaz que Lula e o PT fiquem apenas com o PCO e PSTU nas eleições, e um ou outro nanico. E sem os milhões de Joesley, OAS, da Odebrecht…”

Fonte:https://www.newsatual.com/a-esquerda-abandonou-lula-e-o-pt-diz-roberto-jefferson/
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20 Obras Que O BNDES Financiou Em Outros Países - Confira as imagens e valores de cada "investimento"..

Não é novidade para ninguém que o Brasil tem um problema grave de infraestrutura. Diante dessa questão, o que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) faz? Financia portos, estradas e ferrovias – não exatamente no Brasil, mas em diversos países ao redor do mundo.

Desde que Guido Mantega deixou a presidência do BNDES, em 2006, e se tornou Ministro da Fazenda, em 2006, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tornou-se peça chave no modelo de desenvolvimento proposto pelo governo. Desde então, o total de empréstimos do Tesouro ao BNDES saltou de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 414 bilhões — 8,4% do PIB.

Alguns desses empréstimos, aqueles destinados a financiar atividades de empresas brasileiras no exterior, eram considerados secretos pelo banco. Só foram revelados porque o Ministério Público Federal pediu na justiça a liberação dessas informações. Em agosto, o juiz Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário” dos envolvidos. A partir dessa decisão, o BNDES é obrigado a fornecer dados sobre que o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) solicitarem. Descobriu-se assim uma lista com mais de 2.000 empréstimos concedidos pelo banco desde 1998 para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.
Quem defende o financiamento de empresas brasileiras no exterior argumenta que a prática não é exclusiva do Brasil. Também ocorre na China, Espanha ou Estados Unidos por exemplo. O BNDES alega também que os valores destinados a essa modalidade de financiamento correspondem a cerca de 2% do total de empréstimos, e que os valores são destinados a empresas brasileiras (empreiteiras em sua maioria), e não aos governos estrangeiros.

A seleção dos recebedores destes investimentos, porém, segue incerta: ninguém sabe quais critérios o BNDES usa para escolher os agraciados pelos empréstimos. Boa parte das obras financiadas ocorre em países pouco expressivos para o Brasil em termos de relações comerciais, o que leva a suspeita de caráter político na escolha.

Outra questão polêmica são os juros abaixo do mercado que o banco concede às empresas. Ao subsidiar os empréstimos, o BNDES funciona como um Bolsa Família ao contrário, um motor de desigualdade: tira dos pobres para dar aos ricos. Ou melhor, capta dinheiro emitindo títulos públicos, com base na taxa Selic (11% ao ano), e empresta a 6%. Isso significa que ele arca com 5% de todo o dinheiro emprestado. Dos R$ 414 bilhões emprestados este ano, R$ 20,7 bilhões são pagos pelo banco. É um valor similar aos R$ 25 bilhões gastos pelo governo no Bolsa Família, que atinge 36 milhões de brasileiros.

Seguem 20 exemplos de investimentos que o banco considerou estarem aptos a receberem investimentos financiados por recursos brasileiros. 
1) Porto De Mariel (Cuba)
Valor da obra – US$ 957 milhões (US$ 682 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

2) Hidrelétrica De San Francisco (Equador)
 
Valor da obra – US$ 243 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

 Após a conclusão da obra, o governo equatoriano questionou a empresa brasileira sobre defeitos apresentados pela planta. A Odebrecht foi expulsa do Equador e o presidente equatoriano ameaçou dar calote no BNDES.

3) Hidrelétrica Manduriacu (Equador)
 
Valor da obra – US$ 124,8 milhões (US$ 90 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

Após 3 anos, os dois países ‘reatam relações’, e apesar da ameaça de calote, o Brasil concede novo empréstimo ao Equador.

4) Hidroelétrica De Chaglla (Peru)
Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 320 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

5) Metrô Cidade Do Panamá (Panamá)
Valor da obra – US$ 1 bilhão
Empresa responsável – Odebrecht

6) Autopista Madden-Colón (Panamá)
Valor da obra – US$ 152,8 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

7) Aqueduto De Chaco (Argentina)
Valor da obra – US$ 180 milhões do BNDES
Empresa responsável – OAS

8) Soterramento Do Ferrocarril Sarmiento (Argentina)
Valor – US$ 1,5 bilhões do BNDES
Empresa responsável – Odebrecht

9) Linhas 3 E 4 Do Metrô De Caracas (Venezuela)
Valor da obra – US$ 732 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

10) Segunda Ponte Sobre O Rio Orinoco (Venezuela)
Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 300 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

11) Barragem De Moamba Major (Moçambique)
Valor da obra – US$ 460 milhões (US$ 350 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Andrade Gutierrez

12) Aeroporto De Nacala (Moçambique)
Valor da obra – US$ 200 milhões ($125 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

13) BRT Da Capital Maputo (Moçambique)
Valor da obra – US$ 220 milhões (US$ 180 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

14) Hidrelétrica De Tumarín  (Nicarágua)
Valor da obra – US$ 1,1 bilhão (US$ 343 milhões)
Empresa responsável – Queiroz Galvão

*A Eletrobrás participa do consórcio que irá gerir a hidroelétrica

15) Projeto Hacia El Norte – Rurrenabaque-El-Chorro (Bolívia)
Valor da obra – US$ 199 milhões
Empresa responsável – Queiroz Galvão

16) Exportação De 127 Ônibus (Colômbia)
Valor – US$ 26,8 milhões
Empresa responsável – San Marino

17) Exportação De 20 Aviões (Argentina)
Valor – US$ 595 milhões
Empresa responsável – Embraer

18) Abastecimento De Água Da Capital Peruana – Projeto Bayovar (Peru)
Valor – Não informado
Empresa responsável – Andrade Gutierrez

19) Renovação Da Rede De Gasodutos Em Montevideo (Uruguai)
Valor – Não informado
Empresa responsável – OAS

20) Via Expressa Luanda/Kifangondo
Valor – Não informado
Empresa responsável – Queiroz Galvão

Como estes existem mais de 3000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009-2014. Conforme mencionado acima, o banco não fornece os valores… Ainda

Temer Vai Indicar O Novo Chefe Da Polícia Federal

Sorte lançada O presidente Michel Temer analisa uma lista tríplice de delegados da Polícia Federal cotados para substituir Leandro Daiello na chefia do órgão. O documento, entregue ao ministro Torquato Jardim (Justiça), é assinado por cinco entidades ligadas à corporação.
Os indicados Temer e Jardim avaliam os nomes de Rogério Galloro, Luiz Pontel de Souza e Fernando Segóvia. Daiello, na direção-geral há quase sete anos, reclama de cansaço há tempos.

Agora vai? 
A troca no comando da PF é alvo de especulações há meses, mas o assunto ressurgiu com fôlego nas últimas semanas. Segóvia é o nome mais palatável ao universo político. Pontel é próximo a Daiello, assim como Galloro, que também conta com a simpatia de Jardim.

Fonte:https://www.noticiasbrasilonline.com.br/temer-vai-indicar-o-novo-chefe-da-policia-federal/?utm_medium=ppc&utm_source=site&utm_campaign=notification-site&utm_content=post-site&utm_term=notification-site

Para o PT, mesmo condenado pelo TRF, Lula disputará ao menos o primeiro turno de 2018



Até o osso O PT está convencido de que, mesmo condenado em segunda instância, o ex-presidente Lula disputará ao menos a metade do primeiro turno da eleição de 2018. O partido vai empunhar tese segundo a qual nem um veredito desfavorável seria impeditivo para o registro da candidatura. Se o Ministério Público quiser tirá-lo do páreo, dizem aliados, terá que fazer uma caçada pública. O foco do petista é permanecer na dianteira das pesquisas para dramatizar ainda mais o movimento.

DNA O caminho do enfrentamento político a uma decisão judicial ganhou força e se tornou unânime após parecer do professor Luiz Fernando Casagrande Pereira, entregue ao partido em outubro. O estudo foi publicado na coluna Mônica Bergamo, da Folha.

Fiquem comigo O grande problema do PT será convencer os aliados a encarar a empreitada de alto risco. Dirigentes da sigla já têm um discurso pronto: em qualquer circunstância, Lula será um cabo eleitoral de peso, não só para quem herdar sua vaga na chapa, mas também para candidatos a deputado.

O ex-presidente Lula, durante evento do PT na praça da Estação, no centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Termina a caravana de Lula pelo Estado de Minas Gerais Por: Eduardo Anizelli/Folhapress 2017-10-30 22:41:19
Movediço Os gestos do PC do B são prova da dificuldade que os petistas enfrentarão para, nesse enredo, manter legendas na órbita de Lula. O partido fecha neste domingo (5) discussão sobre o lançamento de candidatura própria ao Planalto.

Nova era Três nomes despontam como opções do PC do B para a pré-candidatura presidencial: Manuela d’Ávila (RS), Jandira Feghali (RJ) e Orlando Silva (SP).


O vidente O grupo mais próximo a Lula aposta que Jair Bolsonaro (PSC-RJ) perderá corpo durante a campanha e lembra que o ex-presidente, ainda em julho, disse em reunião do PT que sua legenda errava ao mirar João Doria (PSDB-SP). “O adversário será Geraldo Alckmin”, apostou.

Quem ri por último Doria não vive seu melhor momento, mas age para ganhar tempo. No PMDB, acham melhor esperar antes de descartá-lo como presidenciável.

Sorte lançada O presidente Michel Temer analisa uma lista tríplice de delegados da Polícia Federal cotados para substituir Leandro Daiello na chefia do órgão. O documento, entregue ao ministro Torquato Jardim (Justiça), é assinado por cinco entidades ligadas à corporação.

Os indicados Temer e Jardim avaliam os nomes de Rogério Galloro, Luiz Pontel de Souza e Fernando Segóvia. Daiello, na direção-geral há quase sete anos, reclama de cansaço há tempos.

Agora vai? A troca no comando da PF é alvo de especulações há meses, mas o assunto ressurgiu com fôlego nas últimas semanas. Segóvia é o nome mais palatável ao universo político. Pontel é próximo a Daiello, assim como Galloro, que também conta com a simpatia de Jardim.

A perder de vista Apesar da determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), em agosto, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso ainda não devolveu os valores, superiores a R$ 100 mil, pagos a 84 magistrados da corte. Um dos juízes do TJMT chegou a ganhar R$ 503,9 mil em julho.

Nas regras Na ocasião, o CNJ considerou os pagamentos irregulares e o presidente do TJMT, Rui Ramos, alegou que o tribunal apenas quitou passivos relativos ao trabalho dos juízes entre 2004 e 2009. Ninguém foi encontrado na assessoria da corte para comentar o caso na sexta (3).

Bola dentro O governo tem grandes chances de aprovar a privatização da Eletrobras, segundo pesquisa do Instituto FSB. O levantamento aponta que 55,4% dos parlamentares são a favor de que a iniciativa privada assuma a gestão da estatal.

Inimigo íntimo O PR é o único partido da base governista que concentra um alto percentual de deputados contrários à medida: 47,6%.

TIROTEIO

Tempos de autodesmoralização: PT namora quem lhe deu rasteira e Temer finge que governa com equipe que só faz besteira.

DO DEPUTADO CHICO ALENCAR (PSOL-RJ), sobre a disposição do PT de se aliar em 2018 a siglas que votaram pelo impeachment de Dilma Rousseff em 2016.

CONTRAPONTO

Local incerto e não sabido

Na última terça (31), os integrantes da CPMI da JBS tentavam organizar um acordo que viabilizasse a convocação de diversos depoentes, entre eles o advogado Rodrigo Tacla Duran, que contesta o acordo de delação da Odebrecht e está foragido da Justiça brasileira.

— Só uma pergunta: a convocação do Tacla Duran é presencial? — indagou o deputado Francischini (SD-PR).

— É videoconferência — respondeu o colega Paulo Pimenta (PT-RS).

— E por onde anda esse Rodrigo? — provocou Carlos Marun (PMDB-MS).

— Boa pergunta! — respondeu Pimenta, aos risos.

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Lula tem nova namorada... E não é Rose. "A loira tem idade pra ser sua neta"

Na cúpula do PT todos já sabem que o ex-presidente Lula anda se relacionando com uma mulher loira.
Aliás, os dirigentes petistas mais próximos de Lula, são todos cumplices do novo caso do ex-presidente.
A mesma cumplicidade que acobertou todos os episódios de favorecimento a Rose Noronha, quando dona Marisa ainda era viva.
Agora, não obstante a viuvez, todos acham ainda cedo para que o novo namoro seja revelado.
Acreditam que caso Lula consiga ser candidato, vai precisar explorar emocionalmente o episódio do falecimento de dona Marisa e, assim sendo, a revelação de uma namorada pode ofuscar a força da encenação.
O radar da Veja também comenta o namoro.
Via: jornaldacidadeonline.com.br
Fonte:https://www.newsatual.com/lula-tem-nova-namorada-e-nao-e-rose-e-uma-loira/
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A loira que aparece em foto é a nova namorada de Lula?
Será que essa notícia é verdadeira ou falsa?

É verdade que vazaram fotos da nova namorada do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, que estaria namorando com uma moça 55 anos mais nova do que ele?

A notícia apareceu na web no dia 04 de novembro de 2017 em diversos sites e blogs e foi compartilhada nas redes sociais. De acordo com o texto da reportagem, o ex-presidente e réu na Operação Lava Jato Luiz Inácio Lula da Silva estaria namorando uma loira muito mais nova do que ele!

Segundo o que se espalhou por aí, o político está de caso com a bela moça que seria 55 anos mais nova do que o viúvo de Dona Marisa.

Os sites que publicaram essa história conseguiram até uma foto da mulher. Uma loira que aparece meio de lado, difícil de se ver a sua cara…

Será que essa notícia é verdadeira ou falsa?

Lula está namorando essa moça que é 55 anos mais nova do que ele! Será verdade? (foto: Reprodução/Facebook)
Verdade ou farsa?
No dia 04 de novembro de 2017, o site da Revista Veja publicou em seu site um texto de apenas duas linhas do colunista Maurício Lima onde é dito que Lula estaria namorando uma loira! O colunista disse que essa informação se trata apenas de uma fofoca que estaria sendo espalhada no PT.

A partir da publicação na Veja, sites especializados em criar e disseminar notícias falsas entraram em ação.

Envie suas dúvidas e sugestões de pauta através do nosso WhatsApp pelo número (11) 96075-5663!
O site Homem de Honra, por exemplo, acrescentou à história um detalhe a mais: A nova namorada do ex-presidente seria 55 anos mais nova do que ele! Ou seja, se Lula atualmente tem 72 anos de idade, a namorada dele teria apenas 17 anos.

Esse mesmo site publicou notícias afirmando que estudos teriam apontado que cheirar a flatulência do parceiro diminui os problemas cardíacos e por aí vai…

O site Jornal da Cidade também noticiou o novo amor do político e ainda acrescentou que:

“Na cúpula do PT todos já sabem que o ex-presidente Lula anda se relacionando com uma mulher loira.”
Igualmente, esse site também não trouxe nenhuma prova das afirmações!

A mulher da foto
A foto da loira que aparece tapando o rosto em uma foto, ao lado de Lula, já é conhecida da web há muito tempo. Podemos encontrar essa mesma fotografia em sites que disponibilizam fotos genéricas para serem usadas em perfis falsos nas redes sociais. No blog Fotosfak, por exemplo, essa foto já está lá disponível desde 2012. Se essa moça tem 17 anos agora, na fotografia ela teria pelo menos 12 anos…

Conclusão
Como viúvo, Lula pode namorar quem ele quiser. O fato é que esse suposto namoro surgiu de uma fofoca e, ainda por cima, estão usando uma fotografia aleatória para ilustrar uma notícia não comprovada.
Fonte:http://www.e-farsas.com/loira-que-aparece-em-foto-e-nova-namorada-de-lula.html

MPE-BA Instaura Investigação Contra ACM Neto, Após Denúncia De Caixa Dois, Diz Revista.

O Ministério Público Eleitoral na Bahia instaurou investigação para apurar a denúncia de que o prefeito de Salvador, ACM Neto, recebeu R$ 1,8 milhão por meio de caixa dois da Odebrecht nas eleições de 2012. ACM Neto nega irregularidades

Fonte:https://www.noticiasbrasilonline.com.br/mpe-ba-instaura-investigacao-contra-acm-neto-apos-denuncia-de-caixa-dois-diz-revista/?utm_medium=ppc&utm_source=site&utm_campaign=notification-site&utm_content=post-site&utm_term=notification-site
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Emendas Parlamentares De Gleisi: "R$ 400 Mil Para MST E CUT."

Duas emendas da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) prevêem a destinação R$ 400 mil para o MST e para CUT. Para o MST, serão R$ 200 mil para realização de feiras e eventos, capacitação de assentados, promoção, divulgação e comercialização dos produtos da reforma agrária.

E para CUT, são mais R$ 200 mil para produção de conteúdo de áudio visual – veiculação em tv aberta, tv a cabo, rádio e distribuição nas redes sociais de internet pela Fundação Sociedade Comunicação, Cultura e Trabalho. A fundação controla a TVT (TV dos Trabalhadores), mais conhecida como TV Lula


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domingo, 5 de novembro de 2017

TSE toma atitude severa contra Lula e Bolsonaro... E surpreende a todos.

Dois pré-candidatos à Presidência do Brasil estão na mira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O MPE (Ministério Público Eleitoral) acusa dois pré-candidatos a presidente em 2018 de fazerem campanhas antecipadas. O deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula  da Silva (PT) irão responder no TSE (Tribunal Superior Eleitoral ) por fazerem propagandas eleitorais antecipadamente.

Está previsto para ser julgado ainda este ano pela Corte Eleitoral os processos sobre a divulgação de vídeos nas redes sociais que fazem referencias às candidaturas do ex-presidente Lula e do deputado Bolsonaro. Os dois estão liderando nas pesquisas de intenções dos votos e já se declararam publicamente que pretendem concorrer as próximas eleições para presidente da República em 2018.

Segundo a legislação eleitoral, as propagandas só são permitidas a partir do dia 15 do mês de agosto do mesmo ano em que acontecerão as eleições. Em caso de descumprimento da legislação é aplicada uma multa que varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil.

O primeiro caso que está sendo julgado pelo TSE é do deputado Jair Bolsonaro
O julgamento da denúncia contra o deputado Jair Bolsonaro teve inicio no dia 21 do mês de setembro. Na ação, o MPE pede a retirada dos vídeos de apoio à candidatura a presidente que foram divulgados na internet.

Um dos vídeos que está sendo questionado pelo Ministério Público Eleitoral é onde mostra Bolsonaro sendo recebido na sua chegada em um aeroporto por simpatizantes e que foi postado no YouTube. Segundo o MPE, o vídeo mostra claramente menções de campanha presidencial por parte do deputado Bolsonaro.

O órgão disse também que o pré-candidato tinha total conhecimento do vídeo que estava circulando na internet, pediu que fosse retirado de circulação e o proibiu de fazer qualquer postagem de material semelhante na internet até as vésperas de eleição.

Outro vídeo que foi questionado foi um que tem como titulo “Bolsonaro 2018 Vamos Juntos”. O vídeo tem uma pessoa narrando e declara seu apoio a Bolsonaro como futuro presidente do Brasil. Mas o deputado diz que ainda é cedo para tal comemoração e que as eleições só acontecerão em 2018, que ainda tem muito para se conquistar.

Jair Bolsonaro convoca o povo a sair para as ruas a partir daquele momento e que a presença de todos iria contribuir para mostrar aos outros candidatos que os eleitores não estavam a favor da “canalhada”, referindo-se à oposição. Lula também esta sendo acusado pelos mesmos motivos que o deputado Bolsonaro.

O vídeo que envolve o ex-presidente que está sendo questionado pelo Ministério Público Eleitoral tem como titulo “Ele está voltando”. Segundo o MPE, ele mostra Lula dentro de uma academia de ginástica e uma musica da trilha sonora do filme “Rocky, O Lutador” aparece no fundo musical, mostrando claramente a sua intenção de concorrer às eleições para presidente do Brasil em 2018

Caciques Do Rio Grande Do Norte Deixam Um Cenário De “Terra Arrasada” Para As Eleições De 2018.

Com o governador investigado e o seu principal adversário atrás das grades, o Rio Grande o Norte vive um cenário de “terra arrasada” para as eleições de 2018.

Se há três anos Robinson Faria (PSD) e Henrique Eduardo Alves (PMDB) duelavam em uma das disputas mais acirradas do país, hoje ambos enfrentam reveses que devem mudar completamente o quadro eleitoral no Estado, tradicionalmente dominado por quatro clãs: os Alves, os Maia, os Rosado e os Faria.

Eleito em 2014, Robinson Faria vive seu momento mais difícil: foi denunciado pela Procuradoria Geral da República por suspeita de obstrução de Justiça no âmbito da Operação Dama de Espadas, que investigou fraudes na Assembleia Legislativa.

No campo administrativo, enfrenta uma grave crise financeira que resultou em atrasos no pagamento aos servidores –os salários de setembro terminarão de ser pagos apenas em novembro. “A questão eleitoral se tornou acessória diante das adversidades da crise que o governo enfrenta”, diz o vice-governador Fábio Dantas (PC do B).

Desgastado, o governador terá dificuldades até em formar uma chapa e pode não disputar a reeleição caso se torne réu no Superior Tribunal de Justiça. Se esse cenário se concretizar, será a segunda eleição seguida na qual o governador não vai para a reeleição –em 2014, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) ficou fora da disputa.

Na oposição, a prisão de Henrique Eduardo Alves em desdobramento da Operação Lava Jato desestruturou o grupo capitaneado pelo PMDB. O ex-deputado costumava ser o principal articular político, fazendo o contato com prefeitos e coordenando campanhas.

Também investigados na Lava Jato, os senadores Garibaldi Alves (PMDB) e Agripino Maia (DEM) terão uma eleição difícil para renovar seus mandatos no próximo ano.

O nome natural do grupo para ao governo é o do prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), primo de Henrique Alves e Garibaldi Alves. Mas o sobrenome que costumava ser um trunfo é encarado como a principal dificuldade do prefeito, que tem trajetória política própria e chegou a ser adversário dos primos em outras eleições.

Diante do desgaste dos sobrenomes tradicionais, nomes de fora dos grupos familiares têm sido cogitados para a disputa de 2018. Dono da rede de lojas Riachuelo, o empresário Flávio Rocha aparece como principal opção, assim como do dono da distribuidora de combustíveis Ale, Marcelo Alecrim.

“São dois nomes que pacificariam a nossa base. São empresários bem-sucedidos, mas que sempre tiveram bom trânsito na política”, afirma Agripino Maia.

Outro cotado ao governo é o ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Cláudio Santos, que deve se aposentar no início do próximo ano.

Nos últimos meses, ele intensificou críticas ao governo de Robinson Faria e tem participado de solenidades e eventos por todo o Estado. Procurado pela Folha, classificou como “especulação” a hipótese de candidatura.

Entre os dois principais grupos políticos do Estado, a senadora petista Fátima Bezerra aparece como uma terceira via na disputa pelo governo. Ligada à educação e com forte inserção no interior do Estado, é uma das principais apostas do PT para ampliar sua presença no Nordeste.

Para garantir um palanque forte, o partido conta com a presença do ex-presidente Lula como candidato a presidente ou como cabo eleitoral. E tem buscado potenciais aliados para compor a chapa uma chapa competitiva.
Uma das prováveis candidatas ao Senado na chapa deve vir de uma das famílias mais tradicionais do RN: a deputada federal Zenaide Maia (PR).

Caso confirme sua candidatura, ela deverá enfrentar o primo Agripino Maia nas urnas.

Para o cargo de vice-governador, o PT busca o nome de um empresário. A ideia é reeditar uma chapa nos moldes da formada por Lula e José Alencar em 2002 e 2006

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Sabe aquela história que a Suécia é o “socialismo que deu certo”?

Lamentamos informar, mas, não existe essa história do socialismo ter dado certo... Nem na Suécia, nem em canto algum.

Pense um instante e responda: qual o melhor exemplo de país socialista que você conhece? Cuba? Venezuela? Pode parecer improvável, mas uma monarquia de sete séculos com uma religião oficial de Estado tornou-se a resposta mais provável pra muita gente. A Suécia e seu pesado Estado de Bem-Estar, com saúde e educação gratuitas, por anos foi fonte de inspiração para boa parte das reformas constitucionais mundo afora. Só há um problema com essa história: nem nós brasileiros, nem boa parte do mundo, entendemos o tal “modelo sueco” que desejamos replicar. Com um olhar mais atento, não é difícil perceber por que o socialismo passa longe das bases de sustentação da economia do país.

Muito mais do que um Estado que cobra pesados impostos sobre a renda dos mais ricos para pagar generosos benefícios (na Suécia, em média, o imposto de renda abocanha 44% da renda, podendo chegar até a 59% na maior alíquota), a Suécia é uma economia complexa e dinâmica, com elevado grau de produtividade, e características fundamentais de uma sociedade de mercado, como respeito à propriedade privada, burocracia reduzida, poucas dificuldades para se abrir ou manter um negócio e facilidade para se comercializar.

Esta combinação quase única torna o modelo sueco bastante distinto de outros países, como França ou Bélgica, também conhecidos pelo tamanho das atribuições estatais. Ao contrário destes países, a Suécia preserva um vigoroso crescimento econômico e mantém-se bem posicionada quando o assunto é inovação. Algo que nem sempre foi assim.

Durante pouco mais de quatro décadas, entre 1950 e 1990, a Suécia mergulhou de cabeça na criação do seu Estado de Bem Estar Social, e em planos que poderiam hoje ser chamados de socialistas. Neste período, que caracteriza a Suécia que você, seu professor de história, e boa parte das pessoas conhece, o imposto de renda chegou a 102% e os sindicatos planejaram com o governo uma forma de tomar o controle da economia e das empresas por meio de uma “mudança gradual”.

Sob a liderança do economista judeu e socialista, Rudolf Meidner, e do SAP, o Partido Social Democrata Sueco, a Suécia pôs em prática um plano chamado de “Löntagarfonderna”, cujo propósito não era outro se não o de uma “transição pacífica rumo ao socialismo”. Na prática, o governo sueco passou a determinar como se daria a divisão de lucro nas empresas. Parte dela seria ainda destinada ao capitalista, mas parte significativa ficaria retida em um fundo, sob controle dos sindicatos, que passaria a ser convertido em participação acionária nas empresas. Em pouco mais de 20 anos, os empregados de cada empresa deteriam 52% do seu capital, e os sindicatos o controle de cada empresa sueca com mais de 50 funcionários.

Os planos de Meidner e dos líderes suecos acabou, no entanto, não se concretizando. A chamada “Grande Depressão Sueca”, que atingiu o país no início dos anos 90, ocasionou uma forte mudança nos rumos de sua economia, e fez da Suécia um exemplo quase oposto daquilo que continua a ser difundido mundo afora, com muito atraso.

Ao contrário do que pensam os nossos socialistas, dividir a riqueza não é sinônimo de criá-la. Como bem demonstra a última tentativa de política econômica Made in Brazil, liderada por Guido Mantega, ninguém fica rico gastando. E isso é o que a Suécia tem de mais valioso a nos ensinar.

Como a Suécia enriqueceu, afinal?

Falar da história econômica da Suécia significa quase sempre falar em exportações. Com vastas reservas minerais e florestais, o país foi durante séculos um fornecedor para o crescente mercado europeu e suas revoluções industriais. Para aproveitar esta onda, o governo sueco tomou uma decisão “radical”: a de reduzir e abolir boa parte de suas barreiras comerciais.

O resultado da queda das barreiras, em 1850, foi fazer do país um dos destinos mais favoráveis ao capital estrangeiro em toda a Europa. Nas duas décadas que sucederam tais medidas, o país viu seus investimentos crescerem 10 vezes mais rápido, saindo de uma taxa de 0.3% a.a. para 3% ao ano, além de uma explosão no comércio exterior, que passou a crescer 4,6% ao ano, contra 0,7% a.a. anteriormente. A exemplo do que se tentou realizar no Brasil e na Argentina, investidores ingleses inundaram o país com financiamento para a construção de ferrovias e meios de comunicação. Foram os ingleses também os responsáveis por financiar a eletrificação do país.


Em 1856, a primeira linha ferroviária do país, ligando as cidades de Orebro e Nora, foi inaugurada com capital privado e financiamento inglês. Nas três décadas seguintes, o país construiu nada menos do que 13 mil quilômetros de ferrovias. Número semelhante ao de ferrovias aptas ao transporte no Brasil, país 19 vezes maior.

Com uma densidade demográfica considerada “baixa”, as distâncias na Suécia tornaram-se mais curtas neste período. Sua economia teve melhores incentivos para comercializar e grandes empresas começaram a surgir no país. Como resultado, o país naturalmente viu nascer a sua própria bolsa de valores pouco tempo depois, em 1866.

A consequência disso tudo foi um crescimento total da economia sueca de 2,4% ao ano, durante as seis décadas que antecederam a Primeira Guerra Mundial, uma taxa maior até mesmo do que a americana. Neste período, o pequeno país nórdico igualou o PIB per capita inglês, então o maior do mundo na época.

Uma análise mais detalhada do crescimento sueco mostra a força da indústria no país, que por seis décadas ostentou uma taxa de crescimento de 5% ao ano. O serviço público por sua vez, cresceu 1% ao ano, pouco menos da metade dos serviços privados.

Ao governo, coube editar em 1848 a Lei de Sociedades Abertas (que regula as empresas de capital aberto), cerca de 128 anos antes do Brasil pretender fazer o mesmo. Em 1897, o governo atuou novamente para entregar ao Banco Central, o poder de prover liquidez na economia. A consequência era inevitável: a Suécia atravessou o final do século dezenove com uma explosão de pequenos bancos privados, responsáveis por financiar a abertura de novas empresas.

Durante todo o período, inúmeras reformas institucionais foram estabelecidas. Foi em 1850, por exemplo, que o governo reduziu drasticamente impostos sobre livros e jornais. Complementando a introdução de um dos primeiros sistemas de ensino compulsório do mundo, criado em 1842. Sob forte influência da igreja sueca (que ainda hoje é ligada ao Estado), a educação se tornou parte do cotidiano do país.

O controle da taxa de juros pelo governo foi abolido em 1860. A abolição completa de boa parte das tarifas alfandegárias veio logo em seguida, em 1864.

Como consequência, nenhum país do mundo teve tantos ganhos de produtividade quanto a Suécia durante este período. Entre 1870 e 1970, quando o país decidiu entrar de vez na social democracia, a taxa de produtividade de um trabalhador sueco cresceu 17 vezes, contra 10 vezes de um americano e 5 vezes de um britânico.

O resultado mais claro pode ser presenciado no PIB per capita sueco em 1950, quando o país começou a promover mudanças, no pós-guerra. Durante este período, quando a “era do livre comércio” acabou na Suécia, o país era o 4º do mundo nesse quesito.

Os ganhos na área social na sua grande era liberal não foram menores. Entre 1850 e 1950, a expectativa de vida cresceu 28 anos no país, enquanto a mortalidade infantil declinou de 15 para 2%. A Suécia era exemplo pro mundo.

Como a Suécia mergulhou de cabeça em sua experiência socialista.
E como ela fracassou.

Vinda de um período de 100 anos em que cresceu quase 60% mais do que a média européia (1,64% contra 1,01%) e quase duas vezes a média da economia mundial, a Suécia começou a mudar suas perspectivas com um aprofundamento das visões do SAP, o Partido Social Democrata Sueco, que governou o país durante 69 dos 110 anos em que a Suécia foi um reino em separado da Noruega. Entre 1936 e 1976, por exemplo, o SAP pôde governar de maneira ininterrupta, conseguindo reduzir drasticamente as oposições políticas que antes impediam a implementação completa de suas ideias sobre a economia do país.

Em uma sociedade rica, com forte tradição em caridade privada, a ideia de um Estado que passasse a gerir e prover serviços básicos não encontrou grande oposição na Suécia. Mesmo famílias ricas se sentiam na época compelidas a apoiar um crescimento das atribuições estatais.

País de forte tradição sindical, com cerca de 2 em cada 3 trabalhadores filiados a um sindicato (contra uma média de 1 em 8 nos Estados Unidos, por exemplo), a Suécia viu sua conjuntura mudar justamente por meio de um deles. Foi em 1951 que dois economistas, Gosta Rehn e Rudolf Meidner, propuseram o chamado modelo de “Rehn-Meidner”, que acabou ficando mais conhecido como o “modelo sueco”. Com ênfase no pleno emprego e na redistribuição de renda, a ideia era uma porta de entrada para a criação de um robusto Estado de bem-estar social.

O modelo teve boa aceitação em um período especialmente complicado para a história do país. Em 1950, a Suécia enfrentava – como toda Europa, aliás – um crescimento da inflação e chegou a praticar até mesmo congelamento de salários em 1949 e 1950, como forma de conter o surto inflacionário.

De fato, ainda que não tenha sido plenamente adotado, o modelo consolidou no país a visão de um Estado assistencialista, o que permitiu reformas ainda mais ousadas alguns anos depois.

Durante as duas décadas seguintes, o país passou a centralizar as discussões sobre salários. Negociações antes feitas entre empresas e sindicatos passaram a ter o governo como parte interessada.

Em 1970, a Suécia ainda vivia o auge do período pós-guerra, com crescimento agora 15% menor que a média europeia, quando foi atingido pelo choque do petróleo. A crise de 1973, que levou países ricos a passarem por uma experiência de “estagflação”, gerou baixo crescimento e inflação elevada.

Para solucionar o problema, o governo buscou aprofundar seu modelo de intervencionismo, criando inúmeros benefícios que, ao menos em tese, amenizariam os problemas das camadas mais pobres. Com o crescente número de pessoas que dependiam do governo para sobreviver, não é difícil perceber como o aumento progressivo da taxação teve forte apoio popular.

102% de imposto de renda. Aconteceu por lá. E não deu certo.

Entre 1970 e 1990, a carga tributária sueca saltou de 31,4% para 50%. Em 1975, o país aprovou uma alíquota limite de 102% no imposto de renda (o que na prática obrigava a população a comprar imóveis e realizar outros investimentos que permitiam a dedução no imposto de renda). A saga do imposto de renda de 102% pode ser conferida no livro “Pomperina no mundo do dinheiro”, escrito pela sueca Astrid Lindgren, que narra a saga de uma escritora que descobre ter de pagar impostos maiores do que sua renda. Por que a obra é importante? O livro de Astrid provocou reações políticas acaloradas na época, e muitos consideram que ele foi um dos principais motivos para a derrota do Partido Social Democrata, já há quatro décadas no poder.

O modelo sueco com Estado provendo serviços “do berço ao túmulo”.



Com o aprofundamento da crise do petróleo, o governo sueco passou a adotar uma política progressivamente mais intervencionista. Por meio de recursos públicos, pretendia-se na época manter quatro pilares: crescimento, pleno emprego, igualdade e estabilidade de preços. O aumento crescente da carga tributária seria, segundo essa tese, o pilar de sustentação do modelo sueco, resumido por Meidner como uma união entre o livre mercado e a propriedade privada, amplamente aceitos, e o socialismo trabalhista dos sindicatos.

Como consequência da crise e do amadurecimento da primeira geração nascida já sob a gestão de Meidner, os suecos continuaram apostando no aumento das atribuições estatais. O resultado? Nas duas décadas que sucederam a crise do choque do petróleo, o país criou uma ampla gama de benefícios previdenciários e assistencialistas, implementou seu sistema de saúde universal e elevou os gastos sociais para quase 29% do PIB.

Data deste período também o aumento do funcionalismo público, que passou para quase 40% do total de trabalhadores, contra 12,5% de 1960. Para sustentar seu modelo, o governo sueco apoiou-se ainda em amplas desvalorizações cambiais e em uma alta da inflação, que chegou a 16% ao ano durante a década de 80.

A grande depressão… sueca.




Duas décadas de aumentos de gastos públicos fizeram da Suécia um dos países com maior gama de serviços públicos do mundo, e ao mesmo tempo um dos mais endividados. Sem conseguir suprir todos os seus gastos com receita de impostos, o governo naturalmente elevou seu endividamento. Em 1984-85, por exemplo, 29% dos gastos públicos eram destinados ao pagamento de juros, número similar ao dos gastos com previdência.

Para garantir meios de se financiar, o governo aumentou o nível de crédito na economia, aprovando uma desregulamentação do setor bancário que serviria para financiar o crescimento econômico e seus próprios gastos. Entre 1985 e 1989, com forte apoio do Banco Central do país, o crédito cresceu em média 21% ao ano – algo não muito diferente das taxas registradas no Brasil nos últimos 5 anos.

No mesmo período, o Riskbank, o banco central sueco, aumentou em 975% seus empréstimos ao setor bancário. A tentativa de inundar o mercado com crédito e assim suprir as demandas do governo e do setor privado, no entanto, falharam, e o país entrou em uma recessão que se estendeu entre 1990 e 1994.

Em termos per capita, a Suécia, que entrou de cabeça no modelo socialista de Meidner, ocupava a posição de 4ª economia mais rica da OCDE, contra a 14ª em 1997, após duas décadas de fortes políticas sociais democratas. Em 2012, o país voltou a ocupar um posto melhor: o 9º lugar. Mas não sem motivo.

Como a Suécia escapou da recessão reduzindo drasticamente o tamanho do Estado. 

Escapar da maior recessão econômica em mais de 2 séculos não foi uma tarefa simples, e muito menos consensual. Jogar a culpa no sistema financeiro foi, como era de se esperar, a primeira alternativa.

Na prática, porém, a Suécia decidiu dar a volta e buscar um equilíbrio em seu modelo, reforçando práticas de livre mercado e reduzindo o dirigismo estatal na economia. Controles de salários foram abolidos, por exemplo, e o setor privado ganhou espaço.

Como retrata o Le Monde, em um artigo publicado em 2011, a Suécia criou de fato um modelo a ser adotado em todo o mundo, mas não o modelo de Estado grande e provedor – o modelo de Estado que soube se reinventar.

Hoje o país é o que mais reduz impostos em todo o mundo. A taxa de impostos sobre grandes empresas na Suécia, por exemplo, é quase metade da americana (22% contra 40%), e o número de funcionários no setor público cai ano a ano.

Em 1990, quando iniciou suas reformas, a Suécia possuía 1,7 milhão de funcionários públicos, contra os 1,3 milhão atuais. No setor privado, o total era de 2,8 milhões contra os 3,25 milhões atuais. Em outras palavras, o país reduziu de 40% para 28,57% o número de trabalhadores no serviço público. A taxa ainda é maior que a brasileira, de 12%, mas com o pequeno diferencial de que na Suécia, ao contrário daqui, um servidor público não ganha 3 vezes mais do que a média.


Privilégios aos servidores públicos são relativamente menores. Em cargos mais altos, como no legislativo ou judiciário, eles são extremamente controlados. Políticos que vivem no interior por exemplo, podem utilizar apenas apartamentos funcionais divididos com outros políticos. Auxílios moradias, auxílio terno e tudo o mais – e todo resto que você vê por aqui – é uma realidade que passa longe da Suécia.

O governo por sua vez, possui um orçamento equilibrado. Não há déficits públicos. Gasta-se apenas o que arrecada e a dívida pública sueca é menor que a brasileira.

O governo sueco deve apenas 40,6% do PIB, contra 67% do governo brasileiro. Em 1995, após sair da sua depressão, a dívida pública sueca era de 72,8% do PIB, uma queda garantida por orçamentos desequilibrados.

Para competir em um mundo cada vez mais globalizado, o país reduz drasticamente impostos. Apenas nos últimos 15 anos os impostos sobre grandes empresas caíram quatro vezes e a carga tributária geral saiu de 49,5% para 42,8%. O gasto público por sua vez caiu de 70,5% em 1993 para 51% em 2015. E as reformas liberais vieram pra ficar.

Como as privatizações entraram na moda na Suécia

2008 é um ano histórico para os suecos. Pela primeira vez um governo de direita conseguiu reeleger-se por lá. A contragosto dos sociais democratas, o primeiro-ministro Fredrik Reinfeltd levou a cabo a privatização de bens públicos, como as farmácias (até 2011 a Suécia era, junto a Cuba e Coréia do Norte, o único país do mundo a ter farmácias estatais), a privatização de empresas de bebidas, ferrovias, empresas áreas, bancos e outras estatais.

O Partido Social Democrata, por outro lado, apoiou boa parte das privatizações no período, opondo-se eventualmente ao modelo, mas não à ideia. No caso das farmácias, por exemplo, quase metade delas foi vendida aos seus próprios funcionários.

Como medida mais extrema, o governo do Partido Moderado, de cunho conservador, levou adiante um plano para elevar o número de crianças matriculadas em escolas privadas, mas financiadas com dinheiro público. As chamadas charter schools ocupam hoje 1 em cada 8 vagas de ensino.

No setor de saúde, quase 30% dos atendimentos são realizados por empresas privadas responsáveis por gerir os hospitais públicos. O número, que está aumentando, permite à Suécia ter ,por exemplo, a maior empresa de saúde privada da Europa, a Capio.

Segundo o The Guardian, a experiência com a gestão privada tem tido resultados relevantes na parte de atendimento ao público. No maior hospital da capital sueca, gerido pela Cápio, a espera média de pacientes é de meia hora, contra 4h na média do HNS, o sistema público de saúde do Reino Unido.

Você talvez não ainda saiba disso, mas é mais fácil fazer negócios na Suécia do que na Alemanha.

Elaborado pelo Banco Mundial, o ranking “Doing Business” lista uma série de fatores fundamentais para investimentos. Dentre os países avaliados, a Suécia destaca-se por sua alta flexibilidade trabalhista e facilidades de importação e exportação.

No país nórdico, cada empregado custa em média 44% entre taxas e outros custos trabalhistas. No Brasil, a média é de R$ 1,03 em impostos, taxas e benefícios trabalhistas, para cada R$ 1 em salários.

Dentre os destaques da nova economia sueca está a ênfase aos acordos de livre-comércio. O país é o 4º no mundo que mais realiza acordos comerciais.

A Suécia ocupa o 8º lugar no ranking do Banco Mundial, entre os países mais fáceis de fazer negócios no mundo, contra um 7º lugar dos Estados Unidos, 26º da Suiça, 15º da Alemanha e 116º do Brasil.

A transformação da Suécia de uma utopia de esquerda em um dos países mais culturalmente e economicamente abertos da Europa tem sido uma experiência notável, com certo destaque para a importância de suas instituições. O tal socialismo sueco convive mais na mentalidade apaixonada de pessoas incapazes de correlacionar fatos e eventos do que na prática. O país, ao contrário do que se pensa, não adquiriu sua riqueza graças à distribuição de renda – em suma, os suecos aprenderam na prática algo que os brasileiros ainda relutam em aceitar: a criação de riqueza é um passo fundamental para aqueles que sonham em dividi-la.

Se você está disposto a apostar no sonho sueco por aqui também, não tem como escapar: chegou a hora de começar a abraçar mais liberdade de mercado, privatizações, diminuição dos custos trabalhistas, acordos de livre comércio e racionalidade nos gastos públicos.


O resultado da Mega-Sena... 50-51-56-57-58-59... Parece evidente o “cambalacho”... [SIC]

A Mega-Sena e a flagrante falcatrua. Quatro felizes apostadores acertaram os seis números da Mega-Sena sorteados neste sábado (23). ...