Mostrando postagens com marcador Publicações e Editoriais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Publicações e Editoriais. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Povo fraco ceva porcos imundos

By Helder Caldeira 

Vedes tu, débil Povo brasileiro, a natureza do (des)concerto: fiada em tua tibieza, a nata da canalhice tupiniquim paulatinamente recompõe a bocarra sedenta à farta teta do Estado, pouco importando o colarinho branco respingado. Não é poesia. É desgraça! Porque quando fraco é o Povo, sua serventia resume-se à ceva de porcos imundos.

O que mais há a dizer sobre um Povo miserável que tira comida da própria boca e dos filhos para, passivamente, servi-la aos vagabundos declarados? Fraqueza, covardia, cagaço, inação intelectual, preguiça. 

No limite, uma espécie de cumplicidade vadia, sempre acompanhada duma música malandra, um gole da braba e um misterioso sorriso cariado. É o tal “jeitinho de ser”, tão defendido por quem pouco presta, bem vendido por oportunistas e muito celebrado por gente equivocada que deslumbra plateias da pseudointelectualidade nacional. Aliás, foi um enganado Darcy Ribeiro quem escreveu, em seu livro O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil, a pérola da nossa genuflexão aos canalhas: “Estamos construindo uma nova civilização, mestiça e tropical, orgulhosa de si mesma. Mais alegre, porque mais sofrida”. É a tal “sofrência” a justificar uma espécie de esculhambação esperançosa. É a lama!

Alguns dos ilustres leitores que até aqui chegaram devem estar fingindo estupefação com a rudeza destas linhas. É compreensível. Não viveríamos tão “alegres” no porão, abaixo do fundo poço, senão pelas mãos da hipocrisia litúrgica que nos garante vestalidade até em zona de rói-couro.

Contraporca ao possível assombro de alguns, submeto ao crivo de julgamento das feras “alegres” — porque mais sofridas! — os mais recentes e notórios deboches institucionais, propositalmente paridos nesta época do ano, disfarçados pela música alta entre o réveillon e o carnaval. Ei-los à apreciação:
O presidente da República edita um decreto para ampliar os métodos de perdão a bandidos condenados, inclusive seus melhores amigos e maiores aliados políticos; 
Um ministro de Estado vai à mídia para criticar o Poder Judiciário por ter enjaulado célebres corruptos; 
Outro ministro de Estado diz que trocar dinheiro de bancos públicos por votos não é chantagem ou crime e, sim, “ação de governo”; 
O prefeitinho “ex-novidade” prepara comemoração para inaugurar o novo nome de um velho viaduto, homenageando a esposa de um ex-presidente condenado por corrupção; 
Governadores e prefeitos indecentes consideram “investimento” queimar centenas de milhões de reais em festas de final de ano, ao custo de não pagar salários atrasados e deixar seus funcionários à míngua, vivendo de cestas-básicas doadas pela comunidade; 
E o país descobre que o “feliz ano novo” em Brasília é algo quase feudal, com um imortal coronel determinando quem pode ou não assumir a Polícia Federal e o Ministério do Trabalho, este último terminando nas mãos da filha de um réu confesso e condenado no escândalo do Mensalão.
Ao juízo: se meu verbo lhe causa mais espanto do que os supramencionados fatos da vida política brasileira, finja alguma dignidade e sacramente a martelada. Depois podes voltar ao samba... Mas, quando o tamborim silenciar e o ano realmente começar — faz-nos parecer um país riquíssimo, que pode viver em festa... “alegres” festas! —, lembre-se de voltar à ceva dos teus pares.

No entanto, aos que estas duras linhas fazem sentido — ou algum sentido —, cumpre conclamar: é chegada a hora de coordenarmos um levante. Não se trata de esperar eleições, fazer abaixo-assinados, tuitaços ou qualquer outra brejeirice nas redes sociais. É tempo de ir às ruas, de marchar rumo aos palácios e sitiar esses falsos monarcas, pilantras de meia-pataca. Precisamos ser verdadeiramente fortes e, sobretudo, ter coragem. Custe-nos lágrimas. Custe-nos dor. Custe-nos sangue.

Foi Camões, ao final da 138ª estrofe do Canto III de Os Lusíadas, quem sacramentou: “Que um fraco rei faz fraca a forte gente”. E aqui cumpre reiterar: um Povo fraco ceva porcos imundos. Sejamos, pois, a fortaleza do nosso tempo. Sejamos fortes. Avante e em marcha!
___________
Reação do PT à escolha da filha de Roberto Jefferson: Amnésia ou má fé Reação do PT à escolha da filha de Roberto Jefferson: Amnésia ou má fé

Helder Caldeira
Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista
*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras
Fonte:https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/8234/povo-fraco-ceva-porcos-imundos

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Do JB Online - Mais uma do Gilmar

Judiciário agredido

Dalmo Dallari - Professor e jurista

No desempenho regular de sua competência, apreciando denúncia apresentada pelo Ministério Público e tomando por base elementos probatórios legalmente obtidos e juntados aos autos do processo e, além disso, explicitando minuciosamente os fundamentos jurídicos de sua decisão, o juiz Fausto de Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, proferiu sentença condenando o réu Daniel Dantas. E pelo noticiário da imprensa não se tem dúvida de que foi assegurada ao acusado a plenitude do direito de defesa. Esse é um fato normal na vida jurídica de um estado democrático de direito e o juiz, que procedeu com absoluta regularidade, deve merecer o máximo respeito. Numa visão mais ampla, a consideração respeitosa da decisão do magistrado faz parte do respeito devido ao Poder Judiciário, que é essencial para a preservação da normalidade democrática. Eventuais manifestações de discordância devem ser toleradas e respeitadas, desde que externadas em linguagem serena e com argumentos pertinentes e lógicos, pois isso também faz parte da ordem democrática.

Um fato inesperado e que deve merecer repúdio veemente é a agressão, já externada, ao referido juiz prolator da decisão, com a ameaça de puni-lo pelo exercício absolutamente regular de sua competência constitucional. Essa violência contra o juiz configura também agressão ao Poder Judiciário, por intolerância incontida, deixando evidente que qualquer juiz ou tribunal que decidir contra as convicções ou a vontade do agressor ficará sujeito a investidas semelhantes. O mais chocante nessa reação agressiva é o fato de que a crítica destemperada e a ameaça partiram, por incrível que pareça, do presidente do Supremo Tribunal Federal, que deveria dar o exemplo do respeito ao Judiciário no seu todo e a cada magistrado em particular, pois a atitude contrária contribuirá para que aqueles que não têm simpatia pelo Judiciário ou não compreendem o seu papel concluam que o sistema judiciário é uma baderna e que o respeito aos juízes e tribunais é uma tolice, uma vez que os próprios membros do sistema agridem-se mutuamente quando sua vontade ou seus interesses não são respeitados.

O caso presente só agrava o julgamento negativo que muitos têm feito do ministro Gilmar Mendes, tanto no tocante à grande flexibilidade de sua ética, quanto relativamente ao seu equilíbrio emocional e à sua falta de autenticidade como jurista. De fato, ele agora já enviou representação ao procurador geral da República para que promova a punição do magistrado, alegando que se sentiu pessoalmente atingido por um trecho da fundamentação da decisão que, na realidade, não faz qualquer referência, direta ou indireta, a ele, mas apenas menciona comunicações de um defensor de Daniel Dantas com um servidor do setor de segurança do Supremo Tribunal Federal. Nesse quadro, é difícil saber qual o verdadeiro motivo da reação indignada do ministro Gilmar Mendes, mas, obviamente, muitas hipóteses estão sendo formuladas e, pelo exagero da reação, a conclusão inevitável é que existe alguma razão que não está nos autos.

Postado por Mario Lobato da Costa
Fonte:http://mariolobato.blogspot.com.br/2008/12/do-jb-online-mais-uma-do-gilmar.html

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Este texto deveria ser escrito em uma placa de bronze e exposto no Museu de Arte Moderna

"Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá, foi como criar um lindo vaso de flores pra vocês usarem como pinico. Hoje eu vejo, tristemente, que Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião, mas, sim, de camburão”.
(Oscar Niemayer)
**********************
O maior nome da arquitetura nacional tinha razão... Hoje, presenciamos diariamente a veracidade das suas palavras!!!!
By Gilmar Vagalume - Via Facebook [SIC]

Fonte:https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2106403629373378&set=a.1714899308523814.1073741918.100000112850779&type=3&theater

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Carta aberta aos ministros do STF, repercute nas redes sociais.

Marcelo Rates Quaranta

” Eu Quero Agradecer, Em Meu Nome E Em Nome De Todas As Pessoas Comuns, Cidadãos Simples Do Meu País Como Eu, Pelas Últimas Decisões Tomadas Pelo Nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal.

Sim, O Supremo Fez De Nós Pessoas Melhores Do Que Pensávamos Ser.

Quando Olhávamos Aqueles Ministros Sob Suas Togas, Com Passos Lento E Decididos, Altivos, Queixos Erguidos, Vozes Impostadas Ditando Verdades Absolutas E Supremas, Envoltos Numa Aura De Extrema Importância E Autoridade, Nos Sentíamos Pequenos, Minguados E Reles Plebeus Diante De Uma Corte Que Beirava O Sublime, O Inatingível E O Intangível.

Com Essas Decisões O Supremo Conseguiu Fazer Com Que A Minha Percepção Sobre Mim E Sobre Nós, Mudasse. Eles Não São Deuses. São Pessoas Tão Pequenas E Tão Venais, Que Qualquer Comparação Que Eu Faça De Mim E De Nós Em Relação A Eles, Seria Desqualificar-Nos A Um Nível Abissal.
Tudo Aquilo É Fantasia, Tudo Aquilo É Pose E Tudo Aquilo Não Passa De Um Teatro, Mas Nós Somos Reais.

Foi Aí Que Eu Vi O Quanto Somos Mais Importantes Que Eles! Enquanto As Divindades Supremas Encarnam Seus Personagens De Retidão E Lisura, Mas Com Suas Decisões Abduzem A Moral E Destroem O País (E De Quebra A Reputação Do Judiciário), Nós Brasileiros Comuns E Sem Toga Trabalhamos Arduamente Dia E Noite Para Construir O País, Ou Pelo Menos Para Minimizar Os Danos Que Eles Provocam.

Então… Como É Que Um Dia Eu Pude Vê-Los Como Sendo Superiores A Nós? Eu Estava Enganado. Nós Somos Muito Superiores A Eles, Mesmo Sendo Zés, Joãos, Marias, Desde O Pequeno Ambulante Ao Médico Ou Engenheiro. Nós Somos As Verdadeiras Autoridades, Porque Nossa Autoridade Não Foi Conferida Por Um Político Malandro Capaz De Tudo Com Uma Caneta. Nossa Autoridade Nos Foi Dada Pela Nossa Força De Continuar Tentando Fazer Um Brasil Melhor.

Fico Sinceramente Com Pena É Dos Advogados, Que São Obrigados A Chamar Esses Ministros De Excelência, Ainda Que Com A Certeza De Que Não Há Excelência Alguma Nos Serviços Que Eles Estão Prestando À Nação. Acho Que Deve Ser O Mesmo Sentimento De Ser Obrigado A Chamar O Cachorro Do Rei De “My Lord”.

Agora Eu Sei O Quanto Somos Bem Maiores Que Eles, Mesmo Sem Aquelas Expressões Em Latim E Doutrinas Rebuscadas Cheias De Pompas E Circunstâncias, Que No Final Significam Apenas Passar Perfume Em Merda.
Se Há Alguém Realmente Importante No Brasil, Esse É O Excelentíssimo Povo Brasileiro, Que Apesar De Tudo É Obrigado A Sentir O Mau Cheiro Que Vem Da Grande Corte, E Mesmo Com Náuseas E Ânsia De Vômito, Tem Que Acordar Às 5 Da Manhã Pra Fazer Aquilo Que Eles Não Fazem: Produzir.

Obrigado, Supremo, Por Nos Mostrar Que Hoje O Rei Sou Eu E O Meu Povo.

Fonte:https://www.newsatual.com/carta-aberta-aos-ministros-do-stf-repercute-nas-redes-sociais-veja/

sábado, 4 de novembro de 2017

Carta aberta para a ministra Luislinda Valois

Em primeiro lugar confesso à senhora que me assustou o fato de a senhora pedir um salário de R$ 60 mil reais, alegando que a não acumulação do salário de Ministra com o salário de Desembargadora, assemelha-se ao trabalho escravo.

Ministra, sinceramente, num país com 14 milhões de desempregados, sem os “direitos humanos” do trabalho e renda, sem os “direitos humanos” do acesso à saúde de qualidade, sem os “direitos humanos” a medicamentos que muitas vezes faltam em hospitais e postos de saúde, sem os “direitos humanos” de segurança, num país cujas polícias estão sucateadas, e nesse país, onde os direitos humanos de alimentação não chegaram a boa parte da população, nós, brasileiros, não vemos sequer a utilidade do seu Ministério, a justificativa para a sua existência e a necessidade da senhora no cargo. Mas vamos ponderar.

Ministra, a senhora em 207 páginas justificou a necessidade de ganhar R$ 60 mil reais, alegando trabalho escravo, não foi? Talvez a senhora possa até ter razão, pois R$ 30 mil é um salário aviltante para qualquer ser humano. Porém, gostaríamos de lhe fazer uma proposta:

Primeiro, que antes de pedir esse merecido aumento, a senhora abrisse mão do seu apartamento funcional pago com o dinheiro público, do seu carro oficial também pago com o dinheiro público, das passagens de avião igualmente pagas com o dinheiro público, e das mordomias de Brasília;

Em seguida, que a senhora passasse três meses apenas na pele de uma operária que ganha R$ 1.200 por mês, acorda 5 horas da manhã, pega um ônibus lotado, gasta em média R$ 200,00 por mês de passagem, que paga um aluguel de R$ 500,00 (no mínimo) numa comunidade, sobrando-lhe R$ 500,00 para alimentação, remédios, material escolar dos filhos, vestuário… Enfim, no lugar daquela operária que no fim termina com R$ 16,00 por dia e não R$ 2.000,00, mas não reclama que trabalha como escrava.

Ministra, fique esse período ganhando R$ 16,00 por dia, e dependendo de vagas em hospitais públicos, que é um direito humano, e não ache.

Viva em áreas dominadas pelo tráfico, porque a segurança é um direito humano que uma operária não tem. Coloque seus filhos numa escola pública com um ensino péssimo, porque a educação de qualidade é um direito humano que os filhos de uma operária não tem.

Tente minimamente comer a sobra da sobra, e racionada, em vez de suas lautas refeições, porque uma boa alimentação é um direito humano que uma operária não tem. E o seu Ministério é do quê mesmo?

Se depois de tudo isso a senhora tiver coragem, faça o seu pedido de R$ 60 mil por mês, alegando trabalho escravo. Mas se for negado, tenha dignidade. Liberte-se dos grilhões que a prendem, peça demissão do Ministério que a senhora diz ser senzala, e saia pela porta que sempre esteve aberta, mas com a certeza de que nenhum feitor ou capitão do mato irá em sua captura. Se o seu cargo, com o seu salário, é um trabalho escravo, a senhora tem a opção de se dar a alforria, e ao mesmo tempo alforriar-nos da sua desfaçatez.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Cem anos de pedofilia

Por Olavo de Carvalho
Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia homossexual. Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, "Si le grain ne meurt").Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível.Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou.O movimento de indução à pedofilia começa quando Sigmund Freud cria uma versão caricaturalmente erotizada dos primeiros anos da vida humana, versão que com a maior facilidade é absorvida pela cultura do século. Desde então a vida familiar surge cada vez mais, no imaginário ocidental, como uma panela-de-pressão de desejos recalcados. No cinema e na literatura, as crianças parecem que nada mais têm a fazer do que espionar a vida sexual de seus pais pelo buraco da fechadura ou entregar-se elas próprias aos mais assombrosos jogos eróticos.O potencial politicamente explosivo da idéia é logo aproveitado por Wilhelm Reich, psiquiatra comunista que organiza na Alemanha um movimento pela "libertação sexual da juventude", depois transferido para os EUA, onde virá a constituir talvez a principal idéia-força das rebeliões de estudantes na década de 60.Enquanto isso, o Relatório Kinsey, que hoje sabemos ter sido uma fraude em toda a linha, demole a imagem de respeitabilidade dos pais, mostrando-os às novas gerações como hipócritas sexualmente doentes ou libertinos enrustidos.O advento da pílula e da camisinha, que os governos passam a distribuir alegremente nas escolas, soa como o toque de liberação geral do erotismo infanto-juvenil. Desde então a erotização da infância e da adolescência se expande dos círculos acadêmicos e literários para a cultura das classes média e baixa, por meio de uma infinidade de filmes, programas de TV, "grupos de encontro", cursos de aconselhamento familiar, anúncios, o diabo. A educação sexual nas escolas torna-se uma indução direta de crianças e jovens à prática de tudo o que viram no cinema e na TV.Mas até aí a legitimação da pedofilia aparece apenas insinuada, de contrabando no meio de reivindicações gerais que a envolvem como conseqüência implícita.Em 1981, no entanto, a "Time" noticia que argumentos pró-pedofilia estão ganhando popularidade entre conselheiros sexuais. Larry Constantine, um terapeuta de família, proclama que as crianças "têm o direito de expressar-se sexualmente, o que significa que podem ter ou não ter contatos sexuais com pessoas mais velhas". Um dos autores do Relatório Kinsey, Wardell Pomeroy, pontifica que o incesto "pode às vezes ser benéfico".A pretexto de combater a discriminação, representantes do movimento gay são autorizados a ensinar nas escolas infantis os benefícios da prática homossexual. Quem quer que se oponha a eles é estigmatizado, perseguido, demitido. Num livro elogiado por J. Elders, ex-ministro da Saúde dos EUA (surgeon general — aquele mesmo que faz advertências apocalípticas contra os cigarros), a jornalista Judith Levine afirma que os pedófilos são inofensivos e que a relação sexual de um menino com um sacerdote pode ser até uma coisa benéfica. Perigosos mesmo, diz Levine, são os pais, que projetam "seus medos e seu próprio desejo de carne infantil no mítico molestador de crianças".Organizações feministas ajudam a desarmar as crianças contra os pedófilos e armá-las contra a família, divulgando a teoria monstruosa de um psiquiatra argentino segundo a qual pelo menos uma entre cada quatro meninas é estuprada pelo próprio pai.A consagração mais alta da pedofilia vem num número de 1998 do "Psychological Bulletin", órgão da American Psychological Association. A revista afirma que abusos sexuais na infância "não causam dano intenso de maneira pervasiva", e ainda recomenda que o termo pedofilia, "carregado de conotações negativas", seja trocado para "intimidade intergeracional".Seria impensável que tão vasta revolução mental, alastrando-se por toda a sociedade, poupasse miraculosamente uma parte especial do público: os padres e seminaristas. No caso destes somou-se à pressão de fora um estímulo especial, bem calculado para agir desde dentro. Num livro recente, "Goodbye, good men", o repórter americano Michael S. Rose mostra que há três décadas organizações gays dos EUA vêm colocando gente sua nos departamentos de psicologia dos seminários para dificultar a entrada de postulantes vocacionalmente dotados e forçar o ingresso maciço de homossexuais no clero. Nos principais seminários a propaganda do homossexualismo tornou-se ostensiva e estudantes heterossexuais foram forçados por seus superiores a submeter-se a condutas homossexuais.Acuados e sabotados, confundidos e induzidos, é fatal mais dia menos dia muitos padres e seminaristas acabem cedendo à geral gandaia infanto-juvenil. E, quando isso acontece, todos os porta-vozes da moderna cultura "liberada", todo o establishment "progressista", toda a mídia "avançada", todas as forças, enfim, que ao longo de cem anos foram despojando as crianças da aura protetora do cristianismo para entregá-las à cobiça de adultos perversos, repentinamente se rejubilam, porque encontraram um inocente sobre o qual lançar suas culpas. Cem anos de cultura pedófila, de repente, estão absolvidos, limpos, resgatados ante o Altíssimo: o único culpado de tudo é... o celibato clerical! A cristandade vai agora pagar por todo o mal que ela os impediu de fazer.Não tenham dúvida: a Igreja é acusada e humilhada porque está inocente. Seus detratores a acusam porque são eles próprios os culpados. Nunca a teoria de René Girard, da perseguição ao bode expiatório como expediente para a restauração da unidade ilusória de uma coletividade em crise, encontrou confirmação tão patente, tão óbvia, tão universal e simultânea.Quem quer que não perceba isso, neste momento, está divorciado da sua própria consciência. Tem olhos mas não vê, tem ouvidos mas não ouve.Mas a própria Igreja, se em vez de denunciar seus atacantes preferir curvar-se ante eles num grotesco ato de contrição, sacrificando pro forma uns quantos padres pedófilos para não ter de enfrentar as forças que os injetaram nela como um vírus, terá feito sua escolha mais desastrosa dos últimos dois milênios.
Transcrição de artigo de Olavo de Carvalho publicado em O Globo, 27/4/2002

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Unicap - Comunicado Oficial


A Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) comunica aos seus docentes, funcionários e alunos, bem como às pessoas de boa vontade e lucidez, sua perplexidade diante de mais uma campanha de difamação nas redes sociais, distorcendo fatos, sem conhecimento do papel de uma universidade e das circunstâncias em que os debates acontecem no campus, dentro da linha de diálogo e busca incessante da verdade.Trata-se, desta vez, de um evento organizado pelo DCE e pela ADUCAPE, instituições autônomas de representação, respectivamente, estudantil e docente, que solicitaram espaço para realização de atividades, das quais são os responsáveis diretos. De toda sorte, a Unicap não pode ceder à pressão de nenhum grupo externo que atente contra a liberdade institucional, muito menos ficar refém de movimentos que ignoram a nossa missão de instituição universitária autônoma, católica segundo as orientações da Igreja, jesuíta segundo a pedagogia inaciana do discernimento aberto e comunitária segundo as leis do Brasil. Sabemos que isso vem acontecendo em outras universidades, inclusive outras instituições jesuítas, no intuito de fazer pressão, com aparelhamento nas redes sociais, ameaças estranhas e linguagem pouco ética, querendo fomentar a divisão de nossa sociedade, já tão fragilizada, e também da igreja; atitudes que não somente se distanciam da verdade, mas, sobretudo, revelam o caráter de tais grupos. O Papa João Paulo II, hoje canonizado, escreveu um importante documento, dando as orientações da identidade e missão de uma universidade católica: a constituição apostólica Ex Corde Ecclesiae, à qual seguimos, define a nossa missão em sociedade como busca incessante da verdade, o que não exclui, mas incentiva os debates aprofundados sobre os mais diversos temas de sociedade. E não poucas vezes, diante de tantos desafios, sentimo-nos confortados e animados pelo pedido do então Pontífice, o Papa Bento XVI, em seu discurso aos participantes da 35ª Congregação Geral da Companhia de Jesus, em 21 de fevereiro de 2008: "Onde quer que, na Igreja, também nos campos mais difíceis e de vanguarda, nas encruzilhadas das ideologias e nas trincheiras sociais, tenha havido e haja o confronto entre as exigências ardentes do homem e a mensagem perene do Evangelho lá estiveram e estão presentes os Jesuítas". E, assim, reafirmou a confiança em nossa missão, nas mais diferentes fronteiras do mundo. Na linha do Papa Francisco, queremos, cada vez mais, ser uma universidade “em saída”, aberta aos problemas da cidade (o nosso campus é a cidade), às grandes questões da humanidade e aos debates que promovam a elaboração de um novo humanismo, inspirado na fé cristã, mas em diálogo com todos os homens e mulheres de boa vontade.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O General Gilberto Rodrigues Pimentel, Presidente do Clube Militar, emitiu uma nota sobre a situação caótica do Brasil

“Toda vez que há ultrapasse dos limites da Constituição, verifica-se o abuso de autoridade. Essa tem sido a expressão favorita de 90% dos políticos (sejam eles investigados, denunciados ou condenados), inclusive do Presidente da República”, destacou o general.

De acordo com o General Pimentel, os políticos brasileiros estão atentando contra nosso sonho de caminhar em direção ao futuro e nos fazem passar vergonha diante do mundo:

“Sabemos que existe abuso por parte das autoridades do país […] em todos os lugares e setores […]”

O cidadão comum está desamparado, desiludido e carente de tudo.

Os políticos , para nossa desgraça, são os que mais abusam da autoridade e ainda tripudiam do povo, da justiça e das próprias leis, que os garantem impunes.

A POSSE DA NOVA PGR

Durante a cerimônia de posse da nova Procuradora, apenas ela e a presidente do STF não têm contas para ajustar com a Lei.

Já os demais chefes dos poderes Executivo e Legislativo (Senado e Câmara dos Deputados) …

“Os exemplos estão aí […] pelos sucessivos escândalos […] pelas malas milionárias de dinheiro público em quantidade nunca sabida ou imaginada, roubadas e circulando, literalmente, nas mãos sujas de bandidos a mando de políticos e governantes, quando não pelas deles próprios.”

“As palavras do Presidente Temer na posse da nova PGR soaram aos meus ouvidos (nas atuais circunstâncias) como constrangedoras e também intimidatórias.” finalizou.

Fonte:https://www.newsatual.com/o-general-gilberto-rodrigues-pimentel-presidente-do-clube-militar-emitiu-uma-nota-sobre-a-situacao-caotica-do-brasil/

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Luciana Genro chama Paulo Henrique Cremoneze de facista por se opor ao parocínio do Santander à exibição de "arte" moderna sobre a 'diversidade' sexual... E recebe um Boa resposta

Prezada Senhora:
A Sra. chamou-me de fascista porque eu, como milhares e milhares de brasileiros, opus-me ao patrocínio do Banco Santander à exibição de "arte" moderna de artistas "alternativos" sobre a 'diversidade' sexual.
Vamos lá:
1. Não sou fascista porque sou umbilical e visceralmente contra a esquerda. Eu não me sento à mesma mesa que esquerdistas, salvo se for para tentar salvar-lhes as almas. O fascismo foi e é um movimento político-ideológico fundado no pensamento socialista. Eu sou conservador e direitista, coloco Deus, a religião, o homem, a família e a iniciativa privada acima do Estado. Então, por favor, não tome a medida da minha índole moral com o mesmo metro que você mede a sua e as dos seus pares.
2. Antes de você me acusar de "homofóbico", seja lá o que for isso, saiba que eu não me insurgi contra a defesa dos interesses da "comunidade" LGBTS (tem mais alguma letra?), mas contra o incentivo indireto ao crime de pedofilia, a imoralidade da zoofilia e contra a blasfêmia, com possíveis nuances criminais.
3. Eu não me interesso por "arte moderna", quanto mais por artistas alternativos (alternativo, a rigor, no campo das artes, é um eufemismo para fracassado), nem me oponho ao que a "comunidade" LGBTS (???) faz. Eu me oponho a apologia ao crime, a desordem moral e aos ataques infames, indecorosos e ilegais à fé que eu professo, a mesma de mais da metade da população brasileira e a que é histórico-socialmente ligada ao país.
4. Assim como você tem o direito constitucional de falar bobagens, de disseminar o ódio e a luta de classes, de pregar a desestruturação social, de incentivar o esvaziamento da família (o único e verdadeiro modelo de família: pai, mãe e filhos), de atacar a fé cristã (católica, ortodoxa ou protestante), eu tenho o de defender valores, proteger a minha fé, desejar a presença de Deus no seio social, preservar tradições, amar a família (em seu modelo autêntico), de apreciar a economia de mercado, de buscar o bem comum do modo certo, não por meios falsos e mentirosos, como os propagados pelos socialistas. Acaso, aos seus olhos, o badalo do sino da democracia dobra apenas de um lado? Levantar o braço em riste, com o punho fechado, vestindo camiseta de Che Guevara é correto, mas fazer o sinal da cruz com a mão direita e invocar o santo nome de Jesus é errado?
5. Eu sou (ainda) sou correntista do Banco Santander, categoria Van Gogh, e tenho o direito, como consumidor, de exigir a retratação por política institucional absurdamente imoral e ofensiva, por algo que me abalou moralmente e me irritou. Isso é próprio da relação comercial. Aliás, mesmo que eu não fosse correntista, poderia e deveria fazer isso, como católico e como tio zeloso que não deseja uma sociedade moralmente desestruturada. Isso é próprio do jogo democrático. Imagine se o mesmo banco tivesse patrocinado algo que, de algum modo, atacasse suas convicções políticas e ideológicas? Você não se insurgiria? Ora, se você pode "gritar" pelo o que é efêmero e moralmente duvidoso, porque eu não posso lutar pelo o que é sagrado, moralmente correto, justo e digno?
6. Aliás, causa-me estranheza suas críticas ao Banco Santander pela retratação (muito aquém da devida) e pelo fim do patrocínio à exposição blasfemo-criminosa? Você não é marxista, não odeia a economia de mercado? Não sataniza o capitalismo? Explique-me então essa indignação com o fim de um patrocínio! Penso que há certa esquizofrenia nisso, não? Você da boca para fora abomina o capitalismo, mas interiormente deseja haurir, ainda que despida de mérito, seus bons frutos. Pergunto: a defesa do patrocínio seria alguma remissão à sua eterna condição de "PAItrocinada"? Pergunto: alguma vez você ganhou dinheiro na e da iniciativa privada ou sempre viveu às custas do Erário, sem qualquer tipo de concurso público? Não se lhe parece outra esquizofrenia social seu ódio declarado a tal "sociedade patriarcal" e viver às custas do seu pai até hoje, com idade relativamente avançada? Pergunto tudo isso não com raiva ou por discordar de tudo o que você pensa e defende, mas para uma profunda e íntima reflexão. Meu sincero desejo é que você busque a COERÊNCIA, algo que parece faltar aos socialistas em geral. Para alguém que se considera essencialmente política, você deveria saber que a COERÊNCIA é IRMÃ da CREDIBILIDADE.
7. Para seu desgosto, as pessoas de bem do país acordaram. Os cristãos são a maioria da população. Os que comungam dos valores morais judaico-cristãos entenderam que os espaços precisam ser ocupados e que o receio do patrulhamento ideológico e do histerismo falacioso de pessoas como você são combatidos com as mesmas armas sociais. Nós não nos calaremos mais e defenderemos, sim, nossos conceitos e valores. Nós temos o princípio democrático e o poder econômico ao nosso lado e o usaremos para abafar a voz estridente de uma minoria barulhenta, mas sem essência. Nós nos movimentamos pela preservação de valores e por amor ao que é certo. Nós não agimos em nome do caos ou por sentimentos rasteiros como inveja, recalque, ressentimento. Se fossemos assim, seríamos socialistas, não amigos da verdade.
8. Saiba, por fim, que a cada ofensa reagiremos com sabedoria. Nós não invadimos ruas e praças para cometer atos de vandalismos, nem auditórios para impedir pessoas exporem suas ideias, muito menos nos guiamos pelo cinismo, como você e seus pares costumam fazer. Mas, nós temos três poderosos aliados: a democracia, o poder econômico e, o mais importante, Deus. Estávamos adormecidos e você e os seus ocuparam espaços, doutrinaram jovens, presidiram salas de aulas e invadiram boa parte da mídia. Agora, acordados, recuperaremos esses espaços e diremos sem constrangimento algum: nossa maioria, nosso dinheiro, nossa fé, portanto, nossas regras no jogo social. Mas, fique tranquila, pois nós somos cristãos, não socialistas, por isso trataremos bem a você e os seus pares, afinal nós toleramos inimigos e odiamos os pecados e erros, não os pecadores e errados.
9. Saiba que meus colegas, amigos e eu estamos a nos articular para exigir retratação mais robusta do Banco Santander e a garantia de jamais patrocinar coisas abomináveis como o "evento" em destaque. Irei amanhã a Roma - onde rezarei também por sua alma confusa -, mas ao voltar cuidarei disso com máxima atenção. Aliás, eu tenho um agradecimento a fazer: aprendi contigo a lutar socialmente, mas com uma diferença: eu defendo valores e estou com a Verdade!
(Texto de Paulo Henrique Cremoneze)


sábado, 9 de setembro de 2017

Obrigado, Irma!

Por João Bosco
08/09/2017

Faz dois anos que decidi me mudar do Rio de Janeiro para Miami com minha mulher e meus dois filhos, em busca de algo melhor para nossas vidas. 

Por ironia, depois de dois anos vivendo na America, recebi o meu Green Card exatamente no dia em que também recebi a notícia de que o furacão Irma, o pai de todos os furacões, também está a caminho.

O governador da Florida, Rick Scott, assim que soube da gravidade do problema, foi para a TV e ordenou que todos no sul da Florida evacuassem suas casas imediatamente, pois as consequências podem ser catastróficas. 

Da noite para o dia, como em um piscar de olhos, milhões, literalmente milhões de pessoas, abandonaram suas casas e já estavam nas estradas, subindo ao Norte. 

Eu era mais um na multidão, no meio de um enorme congestionamento, e isso me fez lembrar das minhas voltas dos feriados de Búzios, na Região dos Lagos. A única diferença é que, pasmém, aqui na Florida, mesmo em uma situação absolutamente adversa, as pessoas não trafegam pelo acostamento para tirar vantagem e chegar mais rápido ao destino. Todos respeitam as leis de trânsito, mesmo em situações caóticas, emergenciais. Motociclistas loucos também não existem por aqui. É proibido trafegar entre as faixas. Acho que eles nem sabem o que significa isso, podem acreditar.

Quando encontrei um lugar seguro, a primeira coisa que eu fiz foi ligar a TV. Lá estava o Governador novamente falando ao vivo, e eu comecei a ter uma aula de patriotismo, solidariedade, respeito pelo próximo e, acima de tudo, respeito pela vida. A mensagem que mais me tocou foi: “se você não tem como sair de casa, seja por qual motivo for, ligue para o número que você vê no rodapé da imagem, que iremos agora na sua casa te salvar. Ainda temos tempo!”. Isso me arrepiou! Pensei: esse cara é o meu herói! 

Lembrei automaticamente das enchentes de Teresópolis, tenho uma conexão com a cidade pois, desde que me entendo por gente, tenho casa lá. Anos após aquela triste tragédia de 2011, descobriu-se que a quadrilha de Cabral desviou parte do dinheiro que deveria ser utilizado nos resgates das vítimas e reconstrução da cidade. Até o prefeito foi preso. Confesso que tive vontade de vomitar ao comparar!

Voltando ao furação, as companhias aéreas americanas, das quais todos sempre reclamam, colocaram vôos extras, durante toda a madrugada, com preço fixo de $98 dólares, para ajudar a escoar o pessoal pelos céus. A Expedia, site de reservas de hotéis, ofereceu tarifas com descontos especiais em lugares seguros. O mesmo fez o Airbnb, site de reservas de casas e apartamentos. Os hotéis, por sua vez, passaram a aceitar mais hóspedes por quarto e também animais de estimação. 

As operadoras de telefonia, que normalmente restringem suas redes de wi-fi aos seus clientes, liberaram internet grátis para todos. Onde existir cobertura, existirá wi-fi grátis. Comunicação, ou a falta de, pode salvar uma vida ou causar uma morte nesse tipo de situação. Até o hotel em que estou, acaba de informar que todo o conteúdo de filmes e desenhos, que normalmente é cobrado, será grátis nas próximas 72 horas. 

O Google se uniu ao governo, em um esforço sem precedentes, para conseguir localizar e colocar em tempo real nos seus mapas (Google Maps e Waze) as ruas fechadas, bloqueadas e danificadas, após a passagem do Irma.

São muitos os exemplos, que realmente emocionam. Na maioria das vezes coisas simples, mas que trazem o mínimo de conforto nesse momento e esperança de um futuro melhor. Como diz o famoso ditado: depois da tempestade, sempre vem a calmaria.
Assista ao vídeo postado por Fábio Farias - USA

O resultado da Mega-Sena... 50-51-56-57-58-59... Parece evidente o “cambalacho”... [SIC]

A Mega-Sena e a flagrante falcatrua. Quatro felizes apostadores acertaram os seis números da Mega-Sena sorteados neste sábado (23). ...