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sábado, 18 de novembro de 2017

Malcolm Young... Fundador do AC/DC, morre aos 64 anos!

Malcolm Young, que fundou a banda australiana de rock AC/DC juntamente com seu irmão Angus, morreu aos 64 anos depois de sofrer de demência por vários anos, informou a banda em sua página no Facebook neste sábado.

Malcolm Young era compositor, vocalista de apoio e guitarrista do AC/DC, banda de hard rock e heavy metal que foi introduzida no Hall da Fama do Rock&Roll em 2003. Seus hits incluem "Highway to Hell", de 1979, e "Back in Black" e "You Shook Me All Night Long", de 1980.

"Malcolm, juntamente com Angus, foi o fundador e criador do AC/DC. Com enorme dedicação e compromisso, ele foi a força motriz da banda", postou o grupo no Facebook, sem informar onde ele morreu.

Malcolm deixa sua esposa O'Linda, os filhos Cara e Ross, três netos, uma irmã e um irmão, disse a banda. Ele "faleceu pacificamente com a família ao lado de sua cama", afirmou a banda.

George Young, outro irmão de Malcolm e Angus, morreu em 23 de outubro, aos 70 anos. George Young atuou como produtor do AC/DC e guitarrista da banda Easybeats

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Hoje é com profunda tristeza que o AC / DC tem de anunciar a morte de Malcolm Young.
Malcolm, juntamente com angus, foi o fundador e criador do AC / DC. Com uma enorme dedicação e empenho, ele era a Força Motriz Por trás da banda.
Como guitarrista, compositor e visionário, ele era um perfeccionista e um homem único.
Ele sempre se preso às suas armas e disse exactamente o que queria.
Ele teve um grande orgulho em tudo o que ele fez.
Sua lealdade para com os fãs foi insuperável.
We Salute You!
.
Como seu irmão é difícil expressar em palavras o que ele significou para mim durante a minha vida, o laço que tínhamos era único e muito especial.
Ele deixa para trás um enorme legado que vai viver para sempre.
Malcolm, trabalho bem feito.
Fonte:https://www.terra.com.br/diversao/musica/fundador-do-acdc-malcolm-young-morre-aos-64-anos,693afa5665cbe5a22697c26ee6fe4df12cp6byxj.html

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Iron Maiden: "Por que, a volta de Bruce Dickinson deu certo..."

O vocalista Bruce Dickinson falou, em entrevista ao site "Fortune", sobre a sua relação com o Iron Maiden. O cantor opinou por que seu retorno à banda em 1999 deu certo e comentou sobre a vida na estrada após décadas de carreira.

O entrevistador lembrou que Bruce Dickinson voltou ao Iron Maiden há 18 anos - e que a segunda passagem pela banda durou muito mais que a primeira, de 12 anos, entre 1981 e 1993. Foi perguntado, então, por que deu certo dessa vez.

"Todos perceberam que a coisa mais importante sobre o Iron Maiden é que o Iron Maiden é a coisa mais importante. Agora, não existem mais lutas pelo poder", respondeu Bruce Dickinson.

O cantor também foi questionado sobre as turnês mais recentes, com quatro datas por semana, mesmo com a idade avançada dos músicos. Dickinson tem 59 anos, o baterista Nicko McBrain está com 65, o baixista Steve Harris tem 61 e os três guitarristas, 60.

"Lidamos de forma mais inteligente do que antes", respondeu Bruce. "Amadurecemos nossas relações interpessoais, para que possamos conversar de forma mais livre sobre o que precisamos ou não. E tomamos maior controle do volume de trabalho, porque, francamente, nos anos 1980, trabalhávamos em uma agenda onde, devido ao estilo de música que tocamos, é virtualmente impossível fazer 100% bem toda noite.
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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Black Sabbath: Ozzy explica por que, o 1° disco é tão bom (?)

Em entrevista ao programa de rádio "Sixx Sense With Nikki Sixx" (transcrição por Ultimate Guitar), o vocalista Ozzy Osbourne explicou por que o disco de estreia do Black Sabbath, autointitulado, é tão bom. A sua teoria foi reforçada por comentários do guitarrista Zakk Wylde, fã número um do Sabbath.

Ozzy explica que o tom de improviso e o conhecimento prévio do material foram essenciais para o resultado final. "Estávamos tocando o primeiro álbum ao vivo há algum tempo. Começamos na pegada blues-jazz. Se você ouvir o disco, é só uma jam. Jamais havíamos ido a um estúdio de gravação antes", afirmou.

A tecnologia precária da época também foi um fator importante. "Fomos ao Regent Sound, com duas mesas de som que gravavam em até quatro canais. Fizemos em dois dias. Pensávamos: 'ei, fizemos um disco!'. Na sequência, tínhamos mais canais, mais equipamentos e gastávamos mais tempo. É engraçado, porque você tem um aparelho de 16 canais e não sabe o que está fazendo, você usa um de 16 porque pensa que soa maior, mas não soa", disse Ozzy.

Zakk Wylde, então, comparou a situação à realidade dos Beatles e de Jimi Hendrix. "As pessoas sempre dizem: 'você consegue imaginar se eles tivessem todos os equipamentos e Pro Tools?'. E eu digo: 'os discos não seriam o que são'. É como lápis de cor. Você pode ter cinco, mas veja o que consegue fazer. Você tem que ser criativo. Se você misturar dois, tem uma cor diferente. A questão é ter que usar a imaginação se você tiver um equipamento limitado", afirmou.

Ouça, a seguir, a entrevista na íntegra em inglês, sem legenda ou, se preferir, ative a tradução...

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Avenged Sevenfold: "60% de quem ouve Metallica só conhece o 'Black Album'".

Durante um evento realizado no dia 19 de outubro no Grammy Museum de Los Angeles, onde o Avenged Sevenfold comentou a experiência de abrir alguns shows do Metallica na turnê norte-americana de 2017, o vocalista M. Shadows disse que a maioria das pessoas que estavam lá são "fãs casuais" que só conhecem o "álbum preto" que a banda lançou em 1991.

"Eles podem tocar a música que quiserem, podem tocar o 'Master Of Puppets', seja lá o que for, mas quando tocam material do 'Black Album' todos ficam loucos. E tipo 60% dos que estão ali são fãs casuais que só conhecem este disco, e isto é uma coisa que os fãs hardcore não entendem. Para tocar em estádios, você precisa de um disco que rodou na rádio ou em algum momento ultrapassou a barreira da consciência coletiva, e eles conseguiram isto com o 'Black Album'. Por mais que a gente ouça pessoas dizendo que querem ouvir isto e aquilo e reclamando que gostariam que eles tocassem músicas mais desconhecidas, o que eu compreendo, a coisa muda quando eles tocam 'Sad But True', 'Enter Sandman', 'Unforgiven', as vibrações são diferentes, então a partir daí você percebe que muitos que estão na plateia são fãs casuais, algo que eles conquistam e alimentaram muito bem durante sua carreira. Muitas bandas que estavam na ativa quando o Metallica continuam aí tocando em clubes, e o Metallica toca em estádios".

Fonte:https://whiplash.net/materias/news_774/272715-avengedsevenfold.html
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sábado, 28 de outubro de 2017

Benito Di Paula chama de 'babaca' o deputado que usou música dele para celebrar vitória de Temer

'Eu tenho idade, repertório, nome e público o bastante para não admitir uma coisa dessas', disparou o cantor

Um vídeo do deputado federal Carlos Marun (PMDB) comemorando a rejeição da denúncia contra o presidente da República Michel Temer viralizou nas redes sociais nesta quinta-feira (26). Na gravação, o político diz que "surrou" a oposição ao adaptar letra da canção Tudo está no seu lugar, do cantor e compositor Benito Di Paula. Nesta sexta-feira (27), o autor da música se pronunciou sobre o caso, revelando estar irritado: "Isso não é música de político não, rapaz. Eu tenho idade, repertório, nome e público o bastante para não admitir uma coisa dessas". "Tudo está em seu lugar é o caralh*, tá tudo errado", disparou o músico.
Após a votação no plenário - em que Temer foi salvo por 251 votos a 233 -, Marun se aproximou de jornalistas que estavam filmando a sessão e cantou, no ritmo da canção de Benito: "Tudo está no seu lugar, graças a Deus, graças a Deus. Surramos mais uma vez essa oposição, que não consegue nenhuma ganhar". Atual vice-líder do PMDB na Câmara, o político é conhecido por ser um dos maiores defensores de Temer.

No vídeo postado em sua página no Facebook, Di Paula disse detestar política e que, caso o deputado tivesse pedido sua autorização para utilizar a música, ele teria negado. O cantor relembrou os tempos difíceis que passou com sua família no interior do Rio de Janeiro, justificando seu "desprezo" por políticos. "A casa de mamãe estava quase caindo, tinha goteira para car****. Eu fui pedir ajuda e nenhum prefeito me ajudou", contou. O artista disse que compôs Tudo está em seu lugar justamente para sua mãe, logo quando conseguiu comprar uma casa para ela, no inicio da carreira. Ele conhecido por ser intérprete de músicas como Charlie Brown, Do jeito que a vida quiser e Retalhos de cetim.
Assista ao vídeo de Carlos Marun cantando Tudo está em seu lugar:

Assista ao desabafo de Benito Di Paula:
Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2017/10/27/internas_viver,728644/benito-di-paula-chama-de-babaca-deputado-que-usou-musica-dele-para-c.shtml

terça-feira, 24 de outubro de 2017

“O Amor”... O belíssimo poema de Maiakovski que inspirou Caetano Veloso

Vladimir Maiakovski também chamado de “o poeta da Revolução”, foi um poeta, dramaturgo e teórico russo, frequentemente citado como um dos maiores poetas do século XX, ao lado de Ezra Pound e T.S. Eliot, bem como “o maior poeta do futurismo”, movimento que ajudou a criar.
O amor é um dos poemas de Vladimir Maiakovski. Foi adaptado e musicado por Caetano Veloso, e interpretado por Gal Costa. Leia abaixo o poema “O amor” e embaixo a letra da canção de Caetano. No final está o vídeo interpretado por Gal Costa.

Um dia, quem sabe,
ela, que também gostava de bichos,
apareça
numa alameda do zôo,
sorridente,
tal como agora está
no retrato sobre a mesa.
Ela é tão bela,
que, por certo, hão de ressuscitá-la.
Vosso Trigésimo Século
ultrapassará o exame
de mil nadas,
que dilaceravam o coração.
Então,
de todo amor não terminado
seremos pagos
em inumeráveis noites de estrelas.
Ressuscita-me,
nem que seja só porque te esperava
como um poeta,
repelindo o absurdo quotidiano!
Ressuscita-me,
nem que seja só por isso!
Ressuscita-me!
Quero viver até o fim o que me cabe!
Para que o amor não seja mais escravo
de casamentos,
concupiscência,
salários.
Para que, maldizendo os leitos,
saltando dos coxins,
o amor se vá pelo universo inteiro.
Para que o dia,
que o sofrimento degrada,
não vos seja chorado, mendigado.
E que, ao primeiro apelo:
– Camaradas!
Atenta se volte a terra inteira.
Para viver
livre dos nichos das casas.
Para que doravante
a família seja
o pai,
pelo menos o Universo,
a mãe,
pelo menos a Terra.

Vladimir Maiakovski (1893-1930)

O Amor (a letra adaptada para a música de Caetano Veloso)

Talvez quem sabe um dia
Por uma alameda do zoológico
Ela também chegará
Ela que também amava os animais
Entrará sorridente assim como está
Na foto sobre a mesa
Ela é tão bonita
Ela é tão bonita que na certa eles a ressuscitarão
O século trinta vencerá
O coração destroçado já
Pelas mesquinharias
Agora vamos alcançar
Tudo o que não podemos amar na vida
Com o estelar das noites inumeráveis
Ressuscita-me ainda que mais não seja
Porque sou poeta
E ansiava o futuro
Ressuscita-me
Lutando contra as misérias do cotidiano
Ressuscita-me por isso
Ressuscita-me
Quero acabar de viver o que me cabe
Minha vida para que não mais existam amores servis
Ressuscita-me para que ninguém mais tenha de sacrificar-se
por uma casa, um buraco
Ressuscita-me
Para que a partir de hoje
A partir de hoje
A família se transforme
E o pai
Seja pelo menos o Universo
E a mãe
Seja no mínimo a Terra
A Terra
A Terra

Interpretação de Gal Costa

Fonte:https://www.newsatual.com/na-caravana-mineira-lula-experimenta-o-repudio-popular-com-coro-de-ladrao-veja-o-video/

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Faleceu George Young, irmão mais velho de Angus e Malcolm... Guitarristas do AC/DC

O site AC/DC Brasil publicou esta manhã uma nota informando que faleceu hoje, aos 71 anos de idade, o irmão mais velho de Angus e Malcolm Young, George Young.

George fez grande sucesso na Austrália com a banda The Easybeats nos anos 60. Foi o grande mentor e produtor do AC/DC.

Nota da banda:

"É com grande dor do coração que nós anunciamos o falecimento do nosso irmão e mentor George Young. Sem sua ajuda e orientação não existiria um AC/DC.

Como músico, compositor, produtor, conselheiro e muito, muito mais, não poderíamos pedir mais um profissional tão dedicado.

Como irmão, não poderíamos pedir por um melhor. Por tudo que ele fez e nos deu durante sua vida, nós sempre lembraremos dele com gratidão e o guardaremos com carinho em nossos corações."

R.I.P. George Young

Fonte:https://whiplash.net/materias/news_774/272121-acdc.html

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Bruce Dickinson está indignado com reação machista ao seu câncer na língua

Durante conversa com a iNews, Bruce Dickinson explica que em sua autobiografia, "What Does This Button Do?", que sai agora em outubro, ele falou abertamente sobre o câncer que o acometeu na língua no final de 2014, já que é algo que pode acontecer com pessoas que não tem histórico de abuso de cigarro ou álcool, ao contrário do que muitos pensam.

"Tentei ser o mais claro possível, contando como é passar por isto", conta Bruce, em seguida relatando que ele teve sorte de ter superado a doença sem maiores efeitos colaterais. "Mas a verdade é que o tratamento em si é extremamente doloroso. Falei com muitos que passaram pela mesma coisa e fizeram o mesmo procedimento que eu e embora todos tenham tido um bom resultado, um ou outro passou por momentos horríveis, muito piores que eu".

Continua Bruce: "Isto está acontecendo com homens em todo o mundo. Há uma epidemia, e as pessoas meio que não dão atenção. Todos sabem sobre câncer cervical, mas ninguém se informa sobre este outro câncer, que é a mesma coisa", diz o vocalista.

Depois ele ainda expressa seu desprezo por parte da mídia que sugeriu que ele contraíra o câncer ao praticar sexo oral com mulheres. "Fiquei tipo, 'Verdade?' Se sua mulher ou filha estivesse com câncer cervical, você sairia por aí dizendo pra todos que ela era promíscua?", pergunta Bruce. "É vergonhoso. Mas como são homens, as pessoas acham que podem (fazer piada e) sair de boa", finaliza.

Leia no link abaixo outra matéria da época onde Bruce fala detalhadamente sobre o câncer que o acometeu.
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Bruce Dickinson: confirmando que o HPV foi causador do seu câncer

Conforme publicamos ontem, devido a algumas declarações em entrevista recente, surgiu a hipótese do vocalista Bruce Dickinson ter contraído câncer na língua por ter contraído HPV, associado geralmente à prática de sexo oral, o que obviamente gerou muitas piadinhas online.
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Bruce Dickinson: câncer pode ter sido causado por sexo oral?

E novamente Bruce tocou sobre o assunto, desta vez de forma até mais incisiva, durante conversa com Eddie Trunk para seu programa na rádio satélite SiriusXM, confira abaixo tradução da transcrição feita pelo Blabbermouth.net.

"Uma ou duas coisas ainda estão cicatrizando ali por dentro. Mas consigo cantar e tudo está funcionando. Porém, na laringe, os nódulos não foram afetados. Então o que realmente aconteceu é que eu perdi algo do tamanho de uma bola de golfe que estava atrás da minha língua, que era do tamanho do nódulo que estava lá. A bola desapareceu e eu nem sequer sei jogar golfe. Eu não tentei descobrir para onde ela foi, mas ela desapareceu. E acho que algum dos músculos que movem a faringe e a garganta, eles parecem estar sentindo falta daquilo, meio que tipo 'Ei, para onde ela foi?".

Bruce continua: "A única coisa estranha é que eu realmente penso ser uma espécie de memória muscular sobre a perda do tamanho e forma da laringe e garganta, porque é uma parte um tanto flexível, e usamos para emitir os sons vocais e coisas do tipo. Bem, às vezes, algumas das transições de um de 'R' e 'S' e 'E' para 'OOH' e coisas assim, em determinados pontos da gravação, a voz pode soar meio vacilante - diria que soa um pouco mais alta — mas acho que é puramente uma questão de tonicidade muscular, e é preciso trabalhar e recuperar para ficar em forma, pois as notas continuam todas lá. Digo, eu posso cantar... se eu mandar 'The Trooper' e coisas assim, fica muito bom pois são registradas com vocais lá em cima e ficam bem longe da garganta. Mas, como eu disse, as coisas ainda estão se cicatrizando. O inchaço continua diminuindo por dentro, pois eu tive sessões de radioterapia por cerca de três semanas ou um mês."

Dickinson, que não fuma, também falou sobre a possível causa do câncer. Ele disse: "é um vírus. HPV - vírus humano papiloma. Todos são humanos. Aposto que, sempre que você ouvir alguém falar que tem câncer de amígdala, garganta, de pulmão, seja lá o que for, se não são fumantes ou estão acima do peso, é quase inevitável... Houve um aumento de quinhentos por cento deste tipo de câncer em homens com mais de 40 anos. É enorme. É o mesmo vírus causador do câncer do colo do útero. O diagnóstico é o mesmo, usam as mesmas palavras. E a questão é que, nos homens, geralmente, se apresenta como um caroço no lado do pescoço. O tumor provavelmente já está dentro de sua língua, e você nem sabe. E a segunda que aparece é aquela que você estranha no seu pescoço".

Ele continua: "Eu tinha dois tumores - um do tamanho de uma bola de golfe, na minha língua, e outro que era do tamanho de um morango grande ou uma pequena noz, que ficava no nó linfático, no lado direito do meu pescoço, e isso é o que parecia um pouco estranho. Eu pensei, 'Hmm, estou ficando resfriado? É algum tipo de vírus, o que está acontecendo?' E não passava nunca. Quando fui diagnosticado, fui pesquisar e nada melhor que passar semanas na internet lendo e entendendo, nada melhor que conhecer seu inimigo, sabe? E vendo as experiências de outros caras e as reportagens médicas, você descobre que isto é algo que acontece com muitos e muitos caras, eles não sabem muito sobre o assunto, não sabem por qual motivo afeta alguns caras mas não afeta outros, porque alguns contraem HPV e ela não some e em outros simplesmente desaparece. Mas em alguns caras com mais de quarenta não passa. E todos fazem piadas sobre o ator Michael Douglas (que afirmou ter contraído câncer por causa do sexo oral) por causa do lance do sexo oral, mas ok, temos que lidar com isto que é bem sério. Centenas de milhares de pessoas correm risco. É bom que os caras saibam que, se aparecer um caroço e você tiver mais de 40 anos, só tomar antibióticos não te livra da coisa. Vá ao médico e faça o que for necessário, é muito importante"

Fonte - 1:https://whiplash.net/materias/news_774/271817-brucedickinson.html
Fonte - 2:https://whiplash.net/materias/news_799/229683-brucedickinson.html

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

The Police: A história por trás da música "Every Breath You Take"

A canção “Every Breath You Take”, lançada originalmente em 1983 pela banda The Police, é um dos casos mais interessantes de interpretação errônea sobre o real significado e a mensagem que ela pretendia passar. Muitos pensam em se tratar de uma linda história de amor, mas não foi bem isso que o vocalista e compositor da canção, Sting, revelou anos mais tarde em uma entrevista para a BBC Radio 2, chegando a dizer que se divertia quando ela era escolhida para tocar nas cerimônias de casamento: “É uma canção fruto da experiência de ciúme e possessividade. Uma canção sinistra, perversa, disfarçada em um contexto romântico”

A musa inspiradora foi a sua primeira esposa, a atriz Frances Tomelty, com quem se casou em 1976, dois anos após se conhecerem nos bastidores de um musical natalino chamado “Rock Nativity”, onde ela interpretava a Virgem Maria e ele tocava na banda Last Exit. Tiveram dois filhos, Joseph e Kate, mas logo após o nascimento de Kate, Sting abandonou o casamento de 6 anos e foi morar com a vizinha, a também atriz, Trudie Styler, que se tornaria a sua segunda esposa, e juntos, teriam quatro filhos.

“Every Breath You Take” ganhou um Grammy Awards como melhor canção do ano de 1983, além de permanecer no topo da Billboard Hot 100 durante oito semanas, e no UK Singles Chart durante quatro semanas.

Fonte:https://whiplash.net/materias/curiosidades/195090-police.html

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Van Halen: A metralhadora giratória de Eddie contra os ex-membros

Em uma entrevista para a edição estadunidense da revista BILLBOARD, em 2015, o guitarrista holandês EDDIE VAN HALEN revelou que adoraria gravar um sucessor ao disco ‘A Different Kind of Truth’, de 2012, mas que nem todos na banda estão alinhados musicalmente para tanto.

“É difícil, porque há quatro pessoas nessa banda e três de nós gostam de rock, e um de nós gosta de dance music. E isso meio que dava certo, mas agora Dave não quer colaborar. ”

Falando sobre o período de três anos com o então ex e atual frontman do EXTREME, GARY CHERONE, com quem o grupo gravou ‘Van Halen III’ em 1998, ele declarou: “Foi uma coisa estranha com Cherone. Estávamos prontos para sair em turnê, e de repente eu vejo ele com um traje de John Travolta – aquelas lapelas enormes e um paletó esquisito. E ele mandava ‘Essa é minha roupa de palco’. Foi ali que percebi que não daria certo. Mas eu não tenho absolutamente nada contra ele. ”

Ele também abordou uma passagem do livro escrito [?] pelo também ex-vocalista da banda SAMMY HAGAR, “Red: My Uncensored Life In Rock”, que retratava o guitarrista como alguém que tinha rompantes de brilhantismo e momentos de virtuosismo inquestionável, mas cujo talento foi para o lixo em meio ao álcool, drogas, falta de inspiração e preguiça.

“Eu era um alcóolatra, e eu precisava de álcool pra funcionar. Eu comecei a beber e fumar quando tinha 12 anos. Eu me embebedava antes de ir para a escola no ensino médio. Meu professor sentia o cheiro, e ele disse, ‘Não beba nada que não seja translúcido’. E eu pensei, ‘Então é vodka?’ e ele respondeu que sim. O que foi ótimo, porque era o que eu gostava… eu não culpo meu pai de modo algum, mas ele também era alcóolatra. Então, em nossa casa, era normal. Mas isso nunca afetou seu trabalho, e acho que tampouco ao meu. Por volta de 2004, eu acho que fiquei um bêbado muito bravo. Mas o lance no livro de Hagar foi aumentado com certeza. Aquilo é ele descrevendo algo que nunca aconteceu.”

O guitarrista ainda defendeu sua decisão de colocar seu filho, WOLFGANG para tocar baixo na banda após a demissão de MICHAEL ANTHONY.

“Cada nota que Mike tocava, era eu quem tinha que ensiná-lo a tocá-la. Antes de sairmos em turnê, ele vinha com uma câmera de vídeo e eu tinha que mostrar a ele como tocar todas as frases.”

Ele ainda desdenhou do papel das harmonias vocais de fundo que Michael desempenhava e que muitos identificam como essenciais ao som do grupo:

“A voz de Mike é igual a de um trompete picollo. Mas ele não é um cantor. Ele apenas tem um alcance dos diabos. Mike nasceu com uma voz muito alta, eu tenho mais alma como vocalista do que ele. E sabe, as pessoas sempre falam da voz de Mike nas músicas do Van Halen, mas aquilo é uma mistura da voz dele e da minha. Não é só ele.”

O baixista, por sua vez, refutou à mesma publicação, no mesmo artigo:

“Eu tenho orgulho em dizer que meu baixo e meus vocais ajudaram a criar o nosso som. Eu sempre escolhi manter uma certa postura e ficar fora dessa baixaria, porque eu acredito que no fim das contas, isso acaba atingindo aos fãs do Van Halen.”

Em uma entrevista de fevereiro de 2013 com a revista estadunidense Rolling Stone, Roth falou sobre o delicado assunto de Anthony poder substituir a Wolfgang no VH: “Ed tem sua própria visão, suponho. Não falamos de fato sobre isso e é uma decepção, não ter uma chance de reunir a antiga banda. Claramente, os vocais são uma parte tão vital do sucesso como a seção rítmica ou um solo de guitarra. O que temos a nosso alcance é uma das maiores vozes altas de contratenor de todos os tempos – isso era Michael Antony. Em nosso pequeno cantinho do universo, aquela voz é tão identificável quanto os vocais do EARTH, WIND & FIRE, tão identificável quanto as dos BEACH BOYS. O Van Halen é uma combinação bruta das duas – não-intencionalmente.”

Em outubro de 2011, Hagar acusou a banda de usar fitas com a voz de Anthony durante a turnê de 2007/2008, quando Mike fora trocado por Wolfgang. Ele disse ao site Attention Deficit Delirium, “Aquelas harmonias vocais na última turnê eram de Mike, gravadas em fita. Mike deveria ter processado eles por aquilo. Wolfie não canta daquele jeito, e Ed com certeza muito menos. Entre na internet e ouça a voz de Eddie ao vivo na reunião comigo. Ouça ele cantando ‘When It’s Love’ e algumas daquelas músicas. Ed não consegue cantar, e mesmo que soubesse, a voz dele está ferrada de tanta cachaça e cigarro.”
Sammy Hagar não segurou calado. Leia, abaixo, a resposta a Eddie..
Sammy Hagar disparou uma série de contra-ataques defendendo o baixista emérito do van Halen, Michael Anthony... Concluindo a mensagem com um obtuso "vai tomar no seu cu, Eddie! 
Seu mentiroso!"
O ex-vocalista do VH rechaçou os comentários do icônico guitarrista holandês publicados na edição estadunidense da revista Billboard que chegou às bancas ontem, nos quais ele afirma que ele tinha que mostrar a Anthony como tocar suas frases de baixo através de tutoriais em vídeo. Na entrevista, EVH diz que ele trouxe seu filho WOLFGANG para a banda por causa das limitações de Mike tanto ao baixo como nos vocais.

Agora Hagar – que formou o CHICKENFOOT e o THE CIRCLE com Anthony – pulou em defesa do amigo, chamando Eddie Van Halen de ‘um mentiroso’.

Em um vídeo postado em sua conta no Facebook, Hagar brada: “Michael Anthony é foda! Vai tomar no cu, Eddie Van Halen, por dizer aquilo sobre Mikey. Você é um mentiroso.

“Pro Eddie dizer que ele tinha que mostrar a ele como tocar e que tinha que ensinar a ele todas aquelas músicas, isso é a maior lorota que eu já ouvi na minha vida. Eu estive naquela banda por 11 anos, e nunca houve uma câmera de vídeo envolvida com Eddie mostrando a ele o que tocar.

“Eddie dizia a ele o que tocar de vez em quando, e vinha com ‘Não, Mike, não toque tantas notas. Fica em uma nota só – boom, boom – boom – assim eu posso errar à vontade e ninguém vai perceber. ’

“Eu não sei o porquê de eles assediarem ele desse modo. Ele não merece. Ele é um dos maiores baixistas de rock da história do mundo. Michael Anthony é um dos cinco maiores baixistas de rock do mundo. Qualquer baixista vai lhe dizer a mesma coisa, qualquer músico vai lhe dizer a mesma coisa. Ouça a ele tocando no The Circle. ”

No meio da última semana, Hagar declarou que o Van Halen estaria tentando impedi-lo de tocar as músicas que ele gravou com a banda em suas apresentações ao vivo com seus outros projetos. Leia mais no link abaixo.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

ATORES E ATRIZES DE HOLLYWOOD, NO MUNDO DA MÚSICA

Como se não bastassem todos os holofotes que já pousam sobre suas cabeças dia após dia e todos os fotógrafos sem noção que os perseguem até nas estratégicas idas ao banheiro, certos astros de Hollywood parecem querer mais um pedaço do estrelato, atacando em outros campos artísticos. Além dos papéis nas telonas, muitos deles montam suas próprias bandas, deixando a imagem de heróis de filmes de ação e/ou mocinhas em perigo de lado por um momento e assumindo o papel de roqueiros, subindo ao palco para quebrar tudo. Ou pelo menos para tentar. Alguns deles conseguem. Outros dão com os burros n'água. Mas a maioria, definitivamente, surpreende. Veja só algumas das estrelas cinematográficas que já se arriscaram a brilhar também no panteão musical.


BRUCE WILLIS: The AcceleratorsTocando gaita e cantando, Willis reuniu mais dois guitarristas, um baixista, um baterista, um tecladista e um par de backing vocals e formou a sua própria banda de rock and blues. A carreira dos Accelerators começaria antes ainda de Willis assumir o papel em "Duro de Matar" que o consagraria definitivamente, com o disco "The Return of Bruno" (87), lançado pela Motown. No álbum, destaque para uma regravação de "Respect Yourself", clássico soul/R&B do grupo The Staple Singers, que alcançou o 5º lugar das paradas estadunidenses naquele mesmo ano. Em 88, um "mockumentary" a respeito da influência de um roqueiro dos anos 60 chamado Bruno Radolini (vivido por Willis) ajudaria a alavancar ainda mais a carreira dos Accelerators, com participações de nomes como Elton John, Jon Bon Jovi, Phil Collins, Bee Gees, Joan Baez, Paul Stanley (Kiss), Ringo Starr e Brian Wilson (Beach Boys), entre outros. Um ano depois, sairia outra bolacha, "If It Don't Kill You, It Just Makes You Stronger", mas sem o mesmo sucesso. Ainda que sem o prestígio de outrora, Willis e os Accelerators foram fazer, em 2003, uma série de apresentações para as tropas norte-americanas no Iraque.



JULIETTE LEWIS: Juliette & The Licks
Assim como Bruce Willis, Juliette se tornou famosa em Hollywood mas nunca escondeu a sua quedinha pelo mundo da música. Segundo a própria moça, cresceu ouvindo The Who com o pai e a dobradinha Iron Maiden e Black Flag com o irmão mais velho. Em 2003, ela formaria a banda Juliette & The Licks ao lado dos amigos guitarristas Todd Morse e Kemble Walters. Tocaram na Vans Warped Tour em 2004 e abriram shows de artistas como Social Distortion e Courtney Love. O EP "Like a Bolt of Lightening", produzido por Linda Perry, abriria as portas para o primeiro disco, "You're Speaking My Language". Este ano, lançaram o segundo CD, "Four On The Floor", cujas baterias ficaram a cargo de Dave Grohl, do Foo Fighters. A sonoridade é suja, meio rock 'n' roll clássico, meio punk. Merece uma conferida.
Site Oficial: www.julietteandthelicks.com
My Space: www.myspace.com/julietteandthelicks



JARED LETO: 30 Seconds To Mars
Ao lado do irmão Shannon, Jared Leto formou o grupo em 2002, quando lançaria o primeiro disco, independente e auto-intitulado, citando influências como Pink Floyd, Kiss e Alice Cooper. No final de 2003, enquanto tocavam seu rock alternativo pela África do Sul, Jared escreveu cerca de 40 músicas - que seriam a base para o segundo disco, "A Beautiful Lie", que traria ainda um cover para "Hunter", da cantora Björk. Este ano, acabaram sendo indicados para o Vídeo Music Awards de "melhor clipe de rock" por "The Kill", concorrendo ao lado de nomes como Red Hot Chilli Peppers e Green Day.
Site Oficial: www.thirtysecondstomars.com
Fã-Site Brasileiro: www.30secondstomars-br.com



KEANU REEVES: Dogstar
O grupo Dogstar surgiu quando Reeves e o baterista Rob Mailhouse (também ator, já participou de "Days of Our Lives" e "Seinfeld") se encontraram em um supermercado em 91. Mailhouse vestia um casaco do time de hóquei Detroit Red Wings, e Reeves perguntou se ele precisaria de um goleiro. O interesse no esporte se transformou em amizade, e eles começaram a tocar juntos em casa um pouco do grunge do qual tanto gostavam. A banda teve várias formações (e nomes, como Small Fecal Matter e BFS) até a entrada do vocalista e guitarrista Bret Domrose em 94. Um ano depois, abririam os shows do Bon Jovi na Austrália e na Nova Zelândia e, em 96, sairia um EP de quatro faixas, "Quattro Formaggi", seguido do disco de estréia "Our Little Visionary" - distribuído apenas no Japão. Chegou a recusar o papel em "Velocidade Máxima 2" por causa das atribuições de rockstar. Em 99, quando tiveram a oportunidade de tocar no Glastonbury Festival, lançaram o segundo disco, "Happy Ending". Mas os compromissos de cada membro do grupo (especialmente Reeves) já ficavam mais evidentes e complicavam as apresentações. A última apresentação do ator ao lado do grupo foi em outubro de 2002 e, apesar de se considerar for a do conjunto, vez por outra ele tira o pó do baixo e sai para tocar com eles.
Fã-Site Gringo: www.reeves-dogstar.com



RUSSELL CROWE: 30 Odd Foot of Grunts
Traduzir o nome da banda - "30 Odd Foot" quer dizer algo como "trinta pés estranhos e/ou bizarros", falando especificamente sobre a medida, enquanto "grunt" é uma gíria considerada honrosa para soldados nos Estados Unidos e demais países de língua inglesa - é tarefa tão difícil quanto descobrir como ele surgiu, já que as histórias são fartas e variadas. O que se sabe é que o grupo de rock australiano surgiria em 92, quando Crowe e o amigo Billy-Dean Cochran, que já vinham tocando juntos desde a adolescência na Nova Zelândia, se mudaram para a Austrália e conheceram os irmãos Dave Kelly e Garth Adam. Com a adição do baterista Don Brown e do guitarrista Mark Rosier, nasceu a banda - mas Brown e Rosier sairiam antes mesmo do lançamento do primeiro registro do grupo, o disco ao vivo "Gaslight" (98). Com Stewart Kirwan nos trompetes e o cantor Dave Wilkins, a banda se tornou um sexteto - Kelly ficou com a bateria e o próprio Crowe com a guitarra faltante. Viriam ainda mais três discos: "Bastard Life or Clarity" (2001), "Texas" (2002) e "Other Ways of Speaking" (2003). Em 2005, o ator abandonaria o sexteto para lançar um disco solo, "My Hand and My Heart".
Site Oficial: www.gruntland.com



KEVIN BACON: Bacon Brothers
Uma dupla de música country-folk formada pelos irmãos Michael e Kevin Bacon que sempre tocou junta desde a infância - mas que começou a ganhar atenção em 94, quando se reuniram para tocar em um evento de caridade de sua cidade-natal, Filadélfia. Enquanto Kevin preferiu seguir pelo mundo da atuação, Michael forjou sua própria carreira musical ao participar da banda Good News, nos anos 70, seguida por dois álbuns solo. Compondo para a TV, ganhou um prêmio Emmy pelo documentário "The Kennedys". Depois de 94, os irmãos caíram na estrada e atraíram os olhos da mídia, lançando em 97 o disco de estréia "Forosoco". Viriam ainda "Getting There" (99), "Can't Complain" (2001), o duplo ao vivo "Live: The No Food Jokes Tour" (2003) e o recente "White Nuckles" (2005). Sua canção "Chop Wood (Carry Water)" está na trilha do filme "O Lenhador", estrelado pelo próprio Kevin.
Fã-Site Gringo: www.baconbros.com



BILLY BOB THORNTON: Billy Bob Thornton Band
Nascido e criado no Arkansas, Thornton formou sua primeira banda aos 9 anos de idade, e passou toda a sua adolescência tocando. Já foi até baterista em uma banda tributo ao ZZ Top - e sua residência, uma mansão em Beverly Hills, foi comprada do guitarrista Slash (ex-Guns 'n' Roses) e tem um estúdio próprio, no qual Thornton gravaria seu álbum de estréia, "Private Radio" (2001). O próprio ator descreve: "Minha música é um gótico sulista. Como eu". Sua banda é um verdadeiro desfile de estrelas da música dos EUA: os tecladistas Mike Finnegan e Teddy Andreadis (Guns 'n' Roses, Alice Cooper, Slash's Snakepit), o baixista Steve Arnold (Marty Stuart, Zydablu), o baterista Sam Bacco (Matchbox 20, Dixie Chicks, Garth Brooks), os guitarristas Steve Bruton (Bob Dylan, Carly Simon), Randy Mitchell (Donna Summer, Warren Zevon), Michael R. Shipp e Brad Davis e o backing vocal de Mica Roberts (Faith Hill, Toby Keith). Em 2003, o grupo lançou o segundo CD, "The Edge of the World", com o cover de "Everybody's Talkin", de Fred Neil.
Site Oficial: www.billybobthornton.net/music%20band.html



JADA PINKETT SMITH: Wicked Wisdom
De todos os projetos desta página, talvez o que mais cause estranhamento seja mesmo o Wicked Wisdom de Jada Pinkett Smith. Com a esposa de Will Smith, Jada Pinkett Smith (da série de filmes "Matrix"), nos vocais, a banda traz ainda Pocket Honore (guitarra), Rio Lawrence (baixo), Cameron Graves (guitarra/teclado) e o ex-Fishbone Phillip Fisher (baterista). Os créditos deste último já denunciam: trata-se de uma banda de metal alternativo. Daquelas que misturam peso e agressividade com o groove do funk. Antes mesmo de lançar seu primeiro disco, auto-intitulado (que chegou ao mercado em 2006), o quinteto encarou a missão de tocar no Ozzfest, onde foram hostilizados pela platéia que aguardava Iron Maiden e Black Sabbath. Foram em frente, e abriram shows de Papa Roach, Sevendust e até uma turnê de Britney Spears (???) na Europa.
Site Oficial: www.wickedwisdom.net
My Space: www.myspace.com/wickedwisdomband



STEVEN SEAGAL: Steven Seagal & The Thunderbox
Você pode se lembrar dele muito mais por seus papéis canastrônicos em filmes de ação nos quais bate em todo mundo e não leva um único soco (e nem desarruma o rabo-de-cavalo), mas o fato é que Seagal também é apaixonado pelo mundo da música - e toca seu vilão desde a infância. Em 2005, lançou "Songs from the Crystal Cave", uma coleção de blues e folk, com pitadas até de reggae e world music e participações de nomes como Tony Rebel e o ótimo Stevie Wonder. Já em 2006, renomeado como "Steven Seagal & The Thunderbox", viria o elogiado "Mojo Priest". Os convidados especiais são Ruth Brown e Bo Diddley, além de membros da lendária banda de Muddy Waters, em releituras de clássicos absolutos como "Little Red Rooster," "Hoochie Coochie Man" e "Dust My Broom". A turnê começa em janeiro de 2007.
Site Oficial: www.stevenseagal.com



DENNIS QUAID: Dennis Quaid and The Sharks
Quaid sempre foi do tipo rock 'n' roll, um fã declarado dos clássicos. Chegou a compor canções para filmes estrelados por ele, como "Sede de Triunfo" (1983) e "Acerto de Contas" (1987). Mas depois de "A Fera do Rock" (1989), no qual interpretou o próprio Jerry Lee Lewis, Quaid resolveu montar seu grupo de rock. Assumindo a função de vocalista e guitarrista, ele reuniu, em 2000, Jamie James (guitarrista), Ton Slik (baixo), Ken Slange (teclados) e Tom Walsh (bateria). Além de tocarem composições próprias, eles ainda executam covers como "Great Balls of Fire". Tocando sempre descalço, Quaid e seus Sharks podem ser freqüentemente vistos nos principais clubes de Los Angeles.

Site Oficial: www.dqandthesharks.com





PETER STORMARE: Blonde From Fargo
O ator sueco, fã de Beatles, The Clash e Nirvana, começou sua relação com a música já em seu país natal - levada para Nova York e Los Angeles quando se mudou para os EUA. Em 2000, quando trabalharam juntos em "O Hotel de Um Milhão de Dólares", o vocalista Bono Vox (U2) o encorajou a seguir em frente com sua carreira musical. Depois de algumas apresentações em Los Angeles, surgiria o grupo Blonde From Fargo - que conta ainda com Randy Arizona (guitarrista/Donna Summer, Billy Bob Thornton), Dean Pleasants (guitarrista/ Suicidal Tendencies, Infectious Grooves), Matt Laug (guitarrista e baterista/ Alanis Morissette, The Corrs, Slash's Snakepit, e The Calling) e seu grande parceiro e conterrâneo Johnny G. (baixista, guitarrista e pianista/ Nina Hagen, Slash's Snakepit).
Site Oficial: www.blondefromfargo.com



HARRY DEAN STANTON: Harry Dean Stanton Band
De todos os atores que resolveram se aventurar pelo universo musical, aquele que tem a trajetória mais duradoura é mesmo Harry Dean Stanton, cuja banda já toca junta há mais de uma década. Vocalista e gaitista (além de eventualmente guitarrista), Stanton e companhia estão sempre se apresentando nas casas de shows de Los Angeles, misturando rock clássico (Bob Dylan, Jimmy Reed), blues (Muddy Waters) e jazz dos anos 20 e 30. Já dividiu o palco com nomes como Chaka Khan, John Densmore (baterista do The Doors), Joan Baez e Bing Crosby. Entre seus fãs declarados estão Ringo Starr e Bono Vox (U2).








JOHNNY DEPP: No início de sua adolescência, Depp passou a se interessar muito Rock 'n' roll(quem acompanha sua trajetória, sabe o quanto ele curte essa vertente). Interesse este que certemente se encaixava muito bem à rebeldia dos primeiros anos da adolescência.

Tornou-se grande fã da banda kiss, que já foi tida como uma de suas favoritas. Acredito que todos já ouviram falar desse grupo, conhecido pelo seu jeito peculiar de se vestir e maquiar e sua música diferenciada. Até hoje considerado um dos grandes nomes do rock mundial.

Ainda na adolescência John ganhou de sua mãe, Betty Sue, uma guitarra elétrica. Depois disso, um de seus desejos era se tornar um guitarrista famoso. 

Aprendeu a tocar de ouvido, com seus discos favoritos de Aerosmith (Tendo destaque a música Seasons of Wither), Alice Cooper e Kiss.
Aos 13 anos formou sua primeira banda, chamada Flame, que foi a primeira dentre várias que fez parte. O garoto que era tido como a ovelha negra do colégio, por causa do rótulo de encrenqueiro que carregava, levava sua guitarra para a escola, mas sempre dava um jeito de faltar as aulas para ficar treinando com seu instrumento na sala de prática musical.


JACK BLACK: Black é o vocalista do grupo de rock Tenacious D. A popularidade da banda deve-se principalmente ao estilo nada ortodoxo e humorístico das canções compostas por Black e Kyle Gass. O estilo musical de Black também é descrito como descompromissado. Como exemplo, na música Wonderboy um dos refrões é "Rrrigga-gyu-gyu Rrrigga-gyu-gyu", um solo de Octagono verbalizado.
Os personagens mais populares de Black são: o ganancioso Octagon Carl na refilmagem de King Kong, dirigido por Peter Jackson; e o personagem Hal do filme O Amor é Cego, no qual Jack contracena com Gwyneth Paltrow . Anteriormente





KEVIN MICHAEL COSTNER : Kevin Costner & Modern West é uma banda de rock/country que o ator Kevin Costner fundou com o incentivo de sua esposa Christine. Ele começou uma turnê mundial com a banda em outubro de 2007, que inclui shows em Istambul e Roma. Também atuou nas corridas NASCAR Sprint Cup Series no Daytona International Speedway e Lowe's Motor Speedway em Concord, Carolina do Norte .

A banda lançou seu primeiro álbum country, Untold Truths , em 11 de novembro de 2008, no Universal South Records. Alcançou o número 61 na tabela Billboard Top Country Albums e nº 35 na tabela Top Heatseekers. Três singles ("Superman 14", "Long Hot Night" e "Backyard") foram lançados para o rádio, embora nenhum deles tenha traçado. Foram feitos vídeos para as músicas "Superman 14", "Backyard" e "Hey Man What About You".

Em 2009, Costner fez uma turnê com a banda e convidados especiais The Alternate Routes. Em agosto, no Big Valley Jamboree em Camrose, Alberta, Costner e a banda foram agendadas no palco quando uma tempestade severa atingiu, causando o estágio e fica no palco principal para entrar em colapso. Uma pessoa foi denunciada morta e quarenta feridas. [1] Mais tarde, um leilão foi realizado para arrecadar dinheiro para os dois jovens filhos da mulher morta. Um jantar com Costner foi leiloado por US $ 41.000. Duas guitarras, uma autografada por Costner, ajudaram a aumentar mais US $ 10.000 cada. [2]

Em fevereiro de 2010, Kevin Costner & Modern West lançou seu segundo álbum, Turn It On , apenas na Europa. Para apoiar o álbum, a banda percorreu a Europa, com Turn It On atingindo as paradas de álbuns na Alemanha, Áustria, Suíça e Grécia. O primeiro single do álbum, "Let Me Be the One", com a convidada Sara Beck cantando com Costner, também foi feito como um video musical. Um terceiro álbum, From Where I Stand , foi lançado em 2011 e incluiu vocais da cantora pop alemã Nena . Em abril de 2012, a banda tocou uma gala de benefícios para o Adrienne Arsht Center for the Performing Arts em Miami, Flórida.


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Para Gene Simmons, AC/DC pode seguir sem Brian Johnson

O vocalista e baixista do Kiss, Gene Simmons, deu a sua opinião sobre formações de grandes bandas em entrevista a Mitch Lafon (transcrição por Blabbermouth). O músico disse, por exemplo, que o AC/DC pode seguir sem Brian Johnson, afastado devido a problemas auditivos.

"As pessoas pensam de forma finita. Dizem: 'AC/DC não pode existir sem Bon Scott'. Na verdade, podem. 'Eles não podem existir sem Brian (Johnson)'. Não, na verdade, eles podem. Axl (Rose) fez um bom trabalho", disse Simmons.

Outro exemplo citado por Gene Simmons foi o Van Halen. "E o Van Halen - que eu descobri - 'não pode existir sem David Lee Roth'. Na verdade, eles ficaram ainda maiores com Sammy Hagar", afirmou. E Simmons poderia citar o próprio Kiss, visto que a banda segue com uma formação alternativa - Tommy Thayer na guitarra e Eric Singer na bateria - desde o início da década.

Para Gene Simmons, essas regras "significam muito pouco". "Fãs continuarão discutindo entre eles - 'eu gosto disso', 'você gosta de preto, eu gosto de vermelho'. Isso é legal. Mas uma banda é algo dinâmico. Respira, tem vida e tem qualidade graças às pessoas envolvidas. Como em qualquer relação, seja casamento ou amizade, um jogo de futebol ou uma banda, só é bom graças a quem está envolvido", diss

Fonte:https://whiplash.net/materias/news_774/270963-acdc.html

domingo, 1 de outubro de 2017

Dia Mundial da Música!

O dia 1º de outubro foi instituído como o Dia Internacional da Música, em 1975, pelo International Music Council, organização não governamental fundada com o apoio da UNESCO que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música, em 1948, com o objetivo de levar a música a todos os setores da sociedade e promover os valores de paz e a amizade por seu intermédio.
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Objetivos do Dia Mundial da Música:

Promover a arte musical em todos os setores da sociedade;
Divulgar a diversidade musical;
Aplicação dos ideais da UNESCO como a paz e amizade entre as pessoas, a evolução das culturas e a troca de experiências.
Neste dia decorrem vários concertos em todo o país, de forma a celebrar o Dia Mundial da Música. Muitos destes concertos são de entrada livre. Este é também o dia ideal para comprar discos e instrumentos musicais, uma vez que várias lojas apresentam descontos em artigos de música.

A música é uma forma de arte adorada por milhões de pessoas espalhadas pelo mundo, fazendo parte do quotidiano. A música é até uma forma de unir as pessoas do mundo e é considerada como um alimento para a alma.

Frases sobre música

A parte boa da música é que quando ela te atinge, não sentes dor alguma. (Bob Marley)
A música não mente. Se há algo que tem de ser mudado neste mundo, apenas poderá acontecer através da música. (Jimi Hendrix)
A vida, sem música, seria um erro. (Friedrich Nietzsche)
A música pode mudar o mundo porque pode mudar as pessoas. (Bono)
Onde as palavras falham, a música fala. (Hans Christian Andersen)
A música é uma forma de arte que transcende a linguagem. (Herbie Hancock)
Nesta data também se celebra o Dia do Leitor de CD.
Fonte:https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-musica/

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Após duas edições do festival como a ‘banda de Axl’, o Guns tocou com Slash e Duff McKagan...

O Gun’s N’ Roses apresentou mais de 30 músicas, neste sábado (24) no Rock in Rio
Axl usou um chapéu de cangaceiro que adquiriu antes do show em Fortaleza na do Gun’s em no Brasil 2014 e na apresentação no Recife (2014) o Guitarrista Ron "Bumblefoot" Thal tocou um trecho do Hído de Pernambuco
Assista ao vídeo e confira
Foi a quarta vez do Guns N’ Roses no Rock in Rio, mas vamos combinar… Para os minimamente exigentes, foi a segunda vez. Após shows sem o baixista Duff McKagan e o guitarrista Slash em 2001 e 2011, finalmente o Rock in Rio viu algo além da “banda do Axl Rose”.
Eles tocaram por três horas e 28 minutos.

Pela oitava vez no Brasil, a banda mais querida dos roqueiros brasileiros (sério, o fã-clube de bandanas e tatuagens é imbatível) fez quase o mesmo show da turnê brasileira do ano passado. Para fechar, Axl se despediu do público vestido com um chapéu de cangaceiro. Slash escorregou na introdução de “Sweet child o’mine”, mas pelo menos foi ele mesmo, não um sósia de Slash contratado por Axl.
O começo é com “It’s so easy”, o fim com “Paradise city”, os solos são mais do que celebrados, a voz de Axl vai e volta… Tudo previsível, mas isso nunca foi sinônimo de ruim, né?

Clássicos do rock clássico como “Patience”, “Sweet child o’ mine” e “November rain” estão lá e eles enchem o final do show de covers. A mais emocionante é “Black Hole Sun”, do Soundgarden, homenagem já feita antes por eles para Chris Cornell (1964-2017).

“É bom ver vocês de novo… vocês gostaram do Who?”, perguntou Axl, antes de “Better”, retirada do disco mais recente. Como sempre, o público usa as quatro músicas de “Chinese Democracy”, de 2008, para recuperar o fôlego. A interação e cantoria da plateia são mínimas nessa, na faixa-título e em “This is Love”.


Cada vez menos atrasados

Foi bom saber também que o histórico de atrasos no Rio não ganhou mais um capítulo. Começaram a tocar 20 minutinhos depois, quase nada ao se levar em conta que o Who esticou um pouco no show anterior.

Em 2011, após um temporal, Axl só foi aparecer uma hora e meia depois da hora marcada. Traumático. Em 2010, na Praça da Apoteose, o atraso foi de duas horas.

No ano passado, demoraram 30 minutos. Se voltarem para o Rock um Rio 2019 (você apostaria que não?), provavelmente vão começar na hora marcada.



Fonte:http://jequieurgente.com/com-axl-de-cangaceiro-guns-n-roses-cantou-mais-de-30-musicas-neste-sabado-com-slash-duff-mckagan-e-setlist-no-rock-in-rio-fotos/

domingo, 24 de setembro de 2017

Após duas edições do festival como a ‘banda de Axl’, o Guns tocou com Slash e Duff McKagan... Neste sábado (24), no Rock in Rio.

O Gun’s N’ Roses apresentou mais de 30 músicas, neste sábado (24) no Rock in Rio
Axl usou um chapéu de cangaceiro que adquiriu antes do show em Fortaleza na do Gun’s em no Brasil 2014 e na apresentação no Recife (2014) o Guitarrista Ron "Bumblefoot" Thal tocou um trecho do Hído de Pernambuco
Assista ao vídeo e confira


Após duas edições do festival como a ‘banda de Axl’, Guns tocou com Slash, Duff McKagan e um Setlist com 30 músicas, neste sábado, no Rock in Rio.

Foi a quarta vez do Guns N’ Roses no Rock in Rio, mas vamos combinar… Para os minimamente exigentes, foi a segunda vez. Após shows sem o baixista Duff McKagan e o guitarrista Slash em 2001 e 2011, finalmente o Rock in Rio viu algo além da “banda do Axl Rose”. 
Eles tocaram por três horas e 28 minutos.
Pela oitava vez no Brasil, a banda mais querida dos roqueiros brasileiros (sério, o fã-clube de bandanas e tatuagens é imbatível) fez quase o mesmo show da turnê brasileira do ano passado. Para fechar, Axl se despediu do público vestido com um chapéu de cangaceiro. Slash escorregou na introdução de “Sweet child o’mine”, mas pelo menos foi ele mesmo, não um sósia de Slash contratado por Axl.

O começo é com “It’s so easy”, o fim com “Paradise city”, os solos são mais do que celebrados, a voz de Axl vai e volta… Tudo previsível, mas isso nunca foi sinônimo de ruim, né?

Clássicos do rock clássico como “Patience”, “Sweet child o’ mine” e “November rain” estão lá e eles enchem o final do show de covers. A mais emocionante é “Black Hole Sun”, do Soundgarden, homenagem já feita antes por eles para Chris Cornell (1964-2017).

“É bom ver vocês de novo… vocês gostaram do Who?”, perguntou Axl, antes de “Better”, retirada do disco mais recente. Como sempre, o público usa as quatro músicas de “Chinese Democracy”, de 2008, para recuperar o fôlego. A interação e cantoria da plateia são mínimas nessa, na faixa-título e em “This is Love”.

Cada vez menos atrasados

Foi bom saber também que o histórico de atrasos no Rio não ganhou mais um capítulo. Começaram a tocar 20 minutinhos depois, quase nada ao se levar em conta que o Who esticou um pouco no show anterior. 

Em 2011, após um temporal, Axl só foi aparecer uma hora e meia depois da hora marcada. Traumático. Em 2010, na Praça da Apoteose, o atraso foi de duas horas.

No ano passado, demoraram 30 minutos. Se voltarem para o Rock um Rio 2019 (você apostaria que não?), provavelmente vão começar na hora marcada.

FONTE: GLOBO
Fonte:http://jequieurgente.com/com-axl-de-cangaceiro-guns-n-roses-cantou-mais-de-30-musicas-neste-sabado-com-slash-duff-mckagan-e-setlist-no-rock-in-rio-fotos/

Baterista do Red Hot Chili Peppers duela com seu “irmão gêmeo”... O ator Will Ferrell (Assista ao vídeo)

Você já reparou como o ator Will Ferrell e o baterista do Red Hot Chili Peppers, Chad Smith, são parecidos um com o outro?

Os dois estiveram mais parecidos do que nunca nesta semana, no programa “The Tonight Show with Jimmy Fallon“,  do canal americano NBC, e fizeram um duelo de bateria para provar quem é quem.

Confira o vídeo:


Fonte:http://blogs.diariodonordeste.com.br/rocknordeste/bizarrices/baterista-do-red-hot-chili-peppers-duela-com-irmao-gemeo-o-ator-will-ferrell/

O resultado da Mega-Sena... 50-51-56-57-58-59... Parece evidente o “cambalacho”... [SIC]

A Mega-Sena e a flagrante falcatrua. Quatro felizes apostadores acertaram os seis números da Mega-Sena sorteados neste sábado (23). ...