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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Renata Lo Prete assume ‘Jornal da Globo’ na vaga de William Waack

Jornalista comandava o 'Jornal das Dez', da Globo News, agora a cargo de Heraldo Pereira

A jornalista Renata Lo Prete, que assumiu a bancada do Jornal da Globo depois do afastamento de William Waack, acusado de racismo, foi confirmada nesta sexta-feira como substituta do âncora. O anúncio se seguiu ao comunicado em que a Globo noticia a rescisão de contrato com Waack. Ele estava fora do ar desde que, no início de novembro, viralizou um vídeo em que aparece fazendo uma piada de cunho racista. “É coisa de preto”, ele parece dizer.

Renata Lo Prete, que fez carreira no jornal Folha de S.Paulo, onde noticiou em primeira mão o caso do mensalão petista, era apresentadora do Jornal das Dez, da Globo News, onde será substituída por Heraldo Pereira.

Autor de vazamento de vídeo de Waack posta foto na Globo
Confira a íntegra do comunicado da Globo, assinado pelo diretor de jornalismo da emissora, Ali Kamel:

Dois de nossos mais importantes telejornais têm novos apresentadores. Renata Lo Prete, que vinha apresentando o Jornal da Globo como interina, passa imediatamente após o Natal a ser a titular do telejornal. Heraldo Pereira, a partir do ano que vem, será o novo apresentador do Jornal das Dez, da Globo News. São dois dos mais talentosos jornalistas brasileiros liderando duas das mais importantes de nossas bancadas. Renata Lo Prete será também a titular do programa Painel, da Globo News.

Renata Lo Prete está na Globo News desde 2012. Primeiro como comentarista e logo depois como editora de política do Jornal das Dez. Em agosto deste ano, assumiu a apresentação do telejornal. Em todas essas funções, revelou a grande jornalista que é, com capacidade de analisar os fatos da política com precisão e clareza, tornando-se uma referência na televisão brasileira. Renata veio da Folha de S. Paulo onde exerceu, entre outras, as funções de repórter, correspondente em Nova York, ombudsman e editora da coluna Painel. Em 2005, recebeu o Prêmio Esso de Jornalismo pelas entrevistas que revelaram o escândalo do mensalão. Antes, trabalhou também no Jornal da Tarde. Formou-se em jornalismo pela Universidade de São Paulo em 1984.

Renata levará todo o seu talento e experiência para o Jornal da Globo, um telejornal que nos últimos anos se consagrou por ser aquele que, ao fim do ciclo diário de notícias, dá ao espectador o conforto de ter diante de si um quadro mais fechado dos acontecimentos, com muita análise e contextualização. Renata, em sua interinidade, já demonstrou que brilhará no JG como brilhou antes. Ela substitui William Waack que, durante anos, foi o mestre do horário. Ao William, agradeço mais uma vez o belo trabalho que realizou na TV Globo. À Renata, desejo boa sorte e bom trabalho.  Heraldo Pereira começou a carreira de repórter de televisão em 1981, na TV Ribeirão, hoje EPTV, afiliada da Rede Globo, depois de já ter atuado em emissoras de rádio e jornais de Ribeirão Preto. Foi para a TV Campinas em 1982. Chegou à Globo de São Paulo em 1985 depois de passagens pela extinta TV Manchete e pelo SBT. Cobriu na Globo de Brasília a Constituinte de 1986. Desde então, faz parte da equipe de repórteres que cobriu as posses e atividades de todos os presidentes da República eleitos no período democrático. E dos integrantes das casas do Congresso Nacional no mesmo período. Participou, como protagonista, de todas as principais coberturas que impactaram a vida nacional das últimas três décadas. Foi com essas coberturas que Heraldo se tornou um dos mais conceituados jornalistas políticos do Brasil. Tem fontes exclusivas no Executivo, no Judiciário e no Legislativo e, por isso, conhece como poucos os bastidores da Capital, o que lhe permite antecipar tendências, analisar os fatos e dar grandes furos.

Fez também coberturas internacionais memoráveis. No começo dos anos 90, cobriu a Primeira Convenção da Paz na África do Sul, quando Nelson Mandela foi libertado e, livre, participou pela primeira vez, depois de décadas, de uma reunião com os políticos brancos, da terrível Era do Apartheid, que até então governavam o país. É o jornalista certo para ser o titular do Jornal das Dez, o mais importante telejornal da TV por assinatura, um campeão de audiência, aquele que, de maneira ao mesmo tempo atraente e profunda, fecha o dia, proporcionando ao telespectador uma análise dos fatos mais importantes do Brasil e do mundo. Levará o seu talento de repórter e analista, e também a sua experiência como apresentador, qualidade que os brasileiros conhecem desde 2003 quando começou a apresentar o Jornal Nacional, em fins de semana e nas substituições de William Bonner.

Natuza Nery, que com extremo talento vem apresentando o Jornal das Dez,  já demonstrou sua capacidade de análise e um enorme acesso às fontes em suas participações no Edição das 10, das 13 e no Edição das 18. Por esse motivo, eu a convidei para ser comentarista de política do Jornal da Dez. Entre muitos motivos, porque o público já foi conquistado pelo seu poder de análise. Assim, ela se juntará ao time de craques composto por Cristiana Lobo, Gerson Camarotti e Merval Pereira. Natuza está na Globo há apenas um ano e nesse curto período já demonstrou seu imenso talento e versatilidade, sendo a interinidade no Jornal das Dez o exemplo mais recente. Heraldo assumirá a bancada no ano que vem, substituindo Renata Lo Prete. Ao Heraldo, bom trabalho e boa sorte. Ali Kame.
Fonte:https://veja.abril.com.br/entretenimento/renata-lo-prete-assume-jornal-da-globo-na-vaga-de-william-waack/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

ATORES E ATRIZES DE HOLLYWOOD, NO MUNDO DA MÚSICA

Como se não bastassem todos os holofotes que já pousam sobre suas cabeças dia após dia e todos os fotógrafos sem noção que os perseguem até nas estratégicas idas ao banheiro, certos astros de Hollywood parecem querer mais um pedaço do estrelato, atacando em outros campos artísticos. Além dos papéis nas telonas, muitos deles montam suas próprias bandas, deixando a imagem de heróis de filmes de ação e/ou mocinhas em perigo de lado por um momento e assumindo o papel de roqueiros, subindo ao palco para quebrar tudo. Ou pelo menos para tentar. Alguns deles conseguem. Outros dão com os burros n'água. Mas a maioria, definitivamente, surpreende. Veja só algumas das estrelas cinematográficas que já se arriscaram a brilhar também no panteão musical.


BRUCE WILLIS: The AcceleratorsTocando gaita e cantando, Willis reuniu mais dois guitarristas, um baixista, um baterista, um tecladista e um par de backing vocals e formou a sua própria banda de rock and blues. A carreira dos Accelerators começaria antes ainda de Willis assumir o papel em "Duro de Matar" que o consagraria definitivamente, com o disco "The Return of Bruno" (87), lançado pela Motown. No álbum, destaque para uma regravação de "Respect Yourself", clássico soul/R&B do grupo The Staple Singers, que alcançou o 5º lugar das paradas estadunidenses naquele mesmo ano. Em 88, um "mockumentary" a respeito da influência de um roqueiro dos anos 60 chamado Bruno Radolini (vivido por Willis) ajudaria a alavancar ainda mais a carreira dos Accelerators, com participações de nomes como Elton John, Jon Bon Jovi, Phil Collins, Bee Gees, Joan Baez, Paul Stanley (Kiss), Ringo Starr e Brian Wilson (Beach Boys), entre outros. Um ano depois, sairia outra bolacha, "If It Don't Kill You, It Just Makes You Stronger", mas sem o mesmo sucesso. Ainda que sem o prestígio de outrora, Willis e os Accelerators foram fazer, em 2003, uma série de apresentações para as tropas norte-americanas no Iraque.



JULIETTE LEWIS: Juliette & The Licks
Assim como Bruce Willis, Juliette se tornou famosa em Hollywood mas nunca escondeu a sua quedinha pelo mundo da música. Segundo a própria moça, cresceu ouvindo The Who com o pai e a dobradinha Iron Maiden e Black Flag com o irmão mais velho. Em 2003, ela formaria a banda Juliette & The Licks ao lado dos amigos guitarristas Todd Morse e Kemble Walters. Tocaram na Vans Warped Tour em 2004 e abriram shows de artistas como Social Distortion e Courtney Love. O EP "Like a Bolt of Lightening", produzido por Linda Perry, abriria as portas para o primeiro disco, "You're Speaking My Language". Este ano, lançaram o segundo CD, "Four On The Floor", cujas baterias ficaram a cargo de Dave Grohl, do Foo Fighters. A sonoridade é suja, meio rock 'n' roll clássico, meio punk. Merece uma conferida.
Site Oficial: www.julietteandthelicks.com
My Space: www.myspace.com/julietteandthelicks



JARED LETO: 30 Seconds To Mars
Ao lado do irmão Shannon, Jared Leto formou o grupo em 2002, quando lançaria o primeiro disco, independente e auto-intitulado, citando influências como Pink Floyd, Kiss e Alice Cooper. No final de 2003, enquanto tocavam seu rock alternativo pela África do Sul, Jared escreveu cerca de 40 músicas - que seriam a base para o segundo disco, "A Beautiful Lie", que traria ainda um cover para "Hunter", da cantora Björk. Este ano, acabaram sendo indicados para o Vídeo Music Awards de "melhor clipe de rock" por "The Kill", concorrendo ao lado de nomes como Red Hot Chilli Peppers e Green Day.
Site Oficial: www.thirtysecondstomars.com
Fã-Site Brasileiro: www.30secondstomars-br.com



KEANU REEVES: Dogstar
O grupo Dogstar surgiu quando Reeves e o baterista Rob Mailhouse (também ator, já participou de "Days of Our Lives" e "Seinfeld") se encontraram em um supermercado em 91. Mailhouse vestia um casaco do time de hóquei Detroit Red Wings, e Reeves perguntou se ele precisaria de um goleiro. O interesse no esporte se transformou em amizade, e eles começaram a tocar juntos em casa um pouco do grunge do qual tanto gostavam. A banda teve várias formações (e nomes, como Small Fecal Matter e BFS) até a entrada do vocalista e guitarrista Bret Domrose em 94. Um ano depois, abririam os shows do Bon Jovi na Austrália e na Nova Zelândia e, em 96, sairia um EP de quatro faixas, "Quattro Formaggi", seguido do disco de estréia "Our Little Visionary" - distribuído apenas no Japão. Chegou a recusar o papel em "Velocidade Máxima 2" por causa das atribuições de rockstar. Em 99, quando tiveram a oportunidade de tocar no Glastonbury Festival, lançaram o segundo disco, "Happy Ending". Mas os compromissos de cada membro do grupo (especialmente Reeves) já ficavam mais evidentes e complicavam as apresentações. A última apresentação do ator ao lado do grupo foi em outubro de 2002 e, apesar de se considerar for a do conjunto, vez por outra ele tira o pó do baixo e sai para tocar com eles.
Fã-Site Gringo: www.reeves-dogstar.com



RUSSELL CROWE: 30 Odd Foot of Grunts
Traduzir o nome da banda - "30 Odd Foot" quer dizer algo como "trinta pés estranhos e/ou bizarros", falando especificamente sobre a medida, enquanto "grunt" é uma gíria considerada honrosa para soldados nos Estados Unidos e demais países de língua inglesa - é tarefa tão difícil quanto descobrir como ele surgiu, já que as histórias são fartas e variadas. O que se sabe é que o grupo de rock australiano surgiria em 92, quando Crowe e o amigo Billy-Dean Cochran, que já vinham tocando juntos desde a adolescência na Nova Zelândia, se mudaram para a Austrália e conheceram os irmãos Dave Kelly e Garth Adam. Com a adição do baterista Don Brown e do guitarrista Mark Rosier, nasceu a banda - mas Brown e Rosier sairiam antes mesmo do lançamento do primeiro registro do grupo, o disco ao vivo "Gaslight" (98). Com Stewart Kirwan nos trompetes e o cantor Dave Wilkins, a banda se tornou um sexteto - Kelly ficou com a bateria e o próprio Crowe com a guitarra faltante. Viriam ainda mais três discos: "Bastard Life or Clarity" (2001), "Texas" (2002) e "Other Ways of Speaking" (2003). Em 2005, o ator abandonaria o sexteto para lançar um disco solo, "My Hand and My Heart".
Site Oficial: www.gruntland.com



KEVIN BACON: Bacon Brothers
Uma dupla de música country-folk formada pelos irmãos Michael e Kevin Bacon que sempre tocou junta desde a infância - mas que começou a ganhar atenção em 94, quando se reuniram para tocar em um evento de caridade de sua cidade-natal, Filadélfia. Enquanto Kevin preferiu seguir pelo mundo da atuação, Michael forjou sua própria carreira musical ao participar da banda Good News, nos anos 70, seguida por dois álbuns solo. Compondo para a TV, ganhou um prêmio Emmy pelo documentário "The Kennedys". Depois de 94, os irmãos caíram na estrada e atraíram os olhos da mídia, lançando em 97 o disco de estréia "Forosoco". Viriam ainda "Getting There" (99), "Can't Complain" (2001), o duplo ao vivo "Live: The No Food Jokes Tour" (2003) e o recente "White Nuckles" (2005). Sua canção "Chop Wood (Carry Water)" está na trilha do filme "O Lenhador", estrelado pelo próprio Kevin.
Fã-Site Gringo: www.baconbros.com



BILLY BOB THORNTON: Billy Bob Thornton Band
Nascido e criado no Arkansas, Thornton formou sua primeira banda aos 9 anos de idade, e passou toda a sua adolescência tocando. Já foi até baterista em uma banda tributo ao ZZ Top - e sua residência, uma mansão em Beverly Hills, foi comprada do guitarrista Slash (ex-Guns 'n' Roses) e tem um estúdio próprio, no qual Thornton gravaria seu álbum de estréia, "Private Radio" (2001). O próprio ator descreve: "Minha música é um gótico sulista. Como eu". Sua banda é um verdadeiro desfile de estrelas da música dos EUA: os tecladistas Mike Finnegan e Teddy Andreadis (Guns 'n' Roses, Alice Cooper, Slash's Snakepit), o baixista Steve Arnold (Marty Stuart, Zydablu), o baterista Sam Bacco (Matchbox 20, Dixie Chicks, Garth Brooks), os guitarristas Steve Bruton (Bob Dylan, Carly Simon), Randy Mitchell (Donna Summer, Warren Zevon), Michael R. Shipp e Brad Davis e o backing vocal de Mica Roberts (Faith Hill, Toby Keith). Em 2003, o grupo lançou o segundo CD, "The Edge of the World", com o cover de "Everybody's Talkin", de Fred Neil.
Site Oficial: www.billybobthornton.net/music%20band.html



JADA PINKETT SMITH: Wicked Wisdom
De todos os projetos desta página, talvez o que mais cause estranhamento seja mesmo o Wicked Wisdom de Jada Pinkett Smith. Com a esposa de Will Smith, Jada Pinkett Smith (da série de filmes "Matrix"), nos vocais, a banda traz ainda Pocket Honore (guitarra), Rio Lawrence (baixo), Cameron Graves (guitarra/teclado) e o ex-Fishbone Phillip Fisher (baterista). Os créditos deste último já denunciam: trata-se de uma banda de metal alternativo. Daquelas que misturam peso e agressividade com o groove do funk. Antes mesmo de lançar seu primeiro disco, auto-intitulado (que chegou ao mercado em 2006), o quinteto encarou a missão de tocar no Ozzfest, onde foram hostilizados pela platéia que aguardava Iron Maiden e Black Sabbath. Foram em frente, e abriram shows de Papa Roach, Sevendust e até uma turnê de Britney Spears (???) na Europa.
Site Oficial: www.wickedwisdom.net
My Space: www.myspace.com/wickedwisdomband



STEVEN SEAGAL: Steven Seagal & The Thunderbox
Você pode se lembrar dele muito mais por seus papéis canastrônicos em filmes de ação nos quais bate em todo mundo e não leva um único soco (e nem desarruma o rabo-de-cavalo), mas o fato é que Seagal também é apaixonado pelo mundo da música - e toca seu vilão desde a infância. Em 2005, lançou "Songs from the Crystal Cave", uma coleção de blues e folk, com pitadas até de reggae e world music e participações de nomes como Tony Rebel e o ótimo Stevie Wonder. Já em 2006, renomeado como "Steven Seagal & The Thunderbox", viria o elogiado "Mojo Priest". Os convidados especiais são Ruth Brown e Bo Diddley, além de membros da lendária banda de Muddy Waters, em releituras de clássicos absolutos como "Little Red Rooster," "Hoochie Coochie Man" e "Dust My Broom". A turnê começa em janeiro de 2007.
Site Oficial: www.stevenseagal.com



DENNIS QUAID: Dennis Quaid and The Sharks
Quaid sempre foi do tipo rock 'n' roll, um fã declarado dos clássicos. Chegou a compor canções para filmes estrelados por ele, como "Sede de Triunfo" (1983) e "Acerto de Contas" (1987). Mas depois de "A Fera do Rock" (1989), no qual interpretou o próprio Jerry Lee Lewis, Quaid resolveu montar seu grupo de rock. Assumindo a função de vocalista e guitarrista, ele reuniu, em 2000, Jamie James (guitarrista), Ton Slik (baixo), Ken Slange (teclados) e Tom Walsh (bateria). Além de tocarem composições próprias, eles ainda executam covers como "Great Balls of Fire". Tocando sempre descalço, Quaid e seus Sharks podem ser freqüentemente vistos nos principais clubes de Los Angeles.

Site Oficial: www.dqandthesharks.com





PETER STORMARE: Blonde From Fargo
O ator sueco, fã de Beatles, The Clash e Nirvana, começou sua relação com a música já em seu país natal - levada para Nova York e Los Angeles quando se mudou para os EUA. Em 2000, quando trabalharam juntos em "O Hotel de Um Milhão de Dólares", o vocalista Bono Vox (U2) o encorajou a seguir em frente com sua carreira musical. Depois de algumas apresentações em Los Angeles, surgiria o grupo Blonde From Fargo - que conta ainda com Randy Arizona (guitarrista/Donna Summer, Billy Bob Thornton), Dean Pleasants (guitarrista/ Suicidal Tendencies, Infectious Grooves), Matt Laug (guitarrista e baterista/ Alanis Morissette, The Corrs, Slash's Snakepit, e The Calling) e seu grande parceiro e conterrâneo Johnny G. (baixista, guitarrista e pianista/ Nina Hagen, Slash's Snakepit).
Site Oficial: www.blondefromfargo.com



HARRY DEAN STANTON: Harry Dean Stanton Band
De todos os atores que resolveram se aventurar pelo universo musical, aquele que tem a trajetória mais duradoura é mesmo Harry Dean Stanton, cuja banda já toca junta há mais de uma década. Vocalista e gaitista (além de eventualmente guitarrista), Stanton e companhia estão sempre se apresentando nas casas de shows de Los Angeles, misturando rock clássico (Bob Dylan, Jimmy Reed), blues (Muddy Waters) e jazz dos anos 20 e 30. Já dividiu o palco com nomes como Chaka Khan, John Densmore (baterista do The Doors), Joan Baez e Bing Crosby. Entre seus fãs declarados estão Ringo Starr e Bono Vox (U2).








JOHNNY DEPP: No início de sua adolescência, Depp passou a se interessar muito Rock 'n' roll(quem acompanha sua trajetória, sabe o quanto ele curte essa vertente). Interesse este que certemente se encaixava muito bem à rebeldia dos primeiros anos da adolescência.

Tornou-se grande fã da banda kiss, que já foi tida como uma de suas favoritas. Acredito que todos já ouviram falar desse grupo, conhecido pelo seu jeito peculiar de se vestir e maquiar e sua música diferenciada. Até hoje considerado um dos grandes nomes do rock mundial.

Ainda na adolescência John ganhou de sua mãe, Betty Sue, uma guitarra elétrica. Depois disso, um de seus desejos era se tornar um guitarrista famoso. 

Aprendeu a tocar de ouvido, com seus discos favoritos de Aerosmith (Tendo destaque a música Seasons of Wither), Alice Cooper e Kiss.
Aos 13 anos formou sua primeira banda, chamada Flame, que foi a primeira dentre várias que fez parte. O garoto que era tido como a ovelha negra do colégio, por causa do rótulo de encrenqueiro que carregava, levava sua guitarra para a escola, mas sempre dava um jeito de faltar as aulas para ficar treinando com seu instrumento na sala de prática musical.


JACK BLACK: Black é o vocalista do grupo de rock Tenacious D. A popularidade da banda deve-se principalmente ao estilo nada ortodoxo e humorístico das canções compostas por Black e Kyle Gass. O estilo musical de Black também é descrito como descompromissado. Como exemplo, na música Wonderboy um dos refrões é "Rrrigga-gyu-gyu Rrrigga-gyu-gyu", um solo de Octagono verbalizado.
Os personagens mais populares de Black são: o ganancioso Octagon Carl na refilmagem de King Kong, dirigido por Peter Jackson; e o personagem Hal do filme O Amor é Cego, no qual Jack contracena com Gwyneth Paltrow . Anteriormente





KEVIN MICHAEL COSTNER : Kevin Costner & Modern West é uma banda de rock/country que o ator Kevin Costner fundou com o incentivo de sua esposa Christine. Ele começou uma turnê mundial com a banda em outubro de 2007, que inclui shows em Istambul e Roma. Também atuou nas corridas NASCAR Sprint Cup Series no Daytona International Speedway e Lowe's Motor Speedway em Concord, Carolina do Norte .

A banda lançou seu primeiro álbum country, Untold Truths , em 11 de novembro de 2008, no Universal South Records. Alcançou o número 61 na tabela Billboard Top Country Albums e nº 35 na tabela Top Heatseekers. Três singles ("Superman 14", "Long Hot Night" e "Backyard") foram lançados para o rádio, embora nenhum deles tenha traçado. Foram feitos vídeos para as músicas "Superman 14", "Backyard" e "Hey Man What About You".

Em 2009, Costner fez uma turnê com a banda e convidados especiais The Alternate Routes. Em agosto, no Big Valley Jamboree em Camrose, Alberta, Costner e a banda foram agendadas no palco quando uma tempestade severa atingiu, causando o estágio e fica no palco principal para entrar em colapso. Uma pessoa foi denunciada morta e quarenta feridas. [1] Mais tarde, um leilão foi realizado para arrecadar dinheiro para os dois jovens filhos da mulher morta. Um jantar com Costner foi leiloado por US $ 41.000. Duas guitarras, uma autografada por Costner, ajudaram a aumentar mais US $ 10.000 cada. [2]

Em fevereiro de 2010, Kevin Costner & Modern West lançou seu segundo álbum, Turn It On , apenas na Europa. Para apoiar o álbum, a banda percorreu a Europa, com Turn It On atingindo as paradas de álbuns na Alemanha, Áustria, Suíça e Grécia. O primeiro single do álbum, "Let Me Be the One", com a convidada Sara Beck cantando com Costner, também foi feito como um video musical. Um terceiro álbum, From Where I Stand , foi lançado em 2011 e incluiu vocais da cantora pop alemã Nena . Em abril de 2012, a banda tocou uma gala de benefícios para o Adrienne Arsht Center for the Performing Arts em Miami, Flórida.


domingo, 24 de setembro de 2017

Após duas edições do festival como a ‘banda de Axl’, o Guns tocou com Slash e Duff McKagan... Neste sábado (24), no Rock in Rio.

O Gun’s N’ Roses apresentou mais de 30 músicas, neste sábado (24) no Rock in Rio
Axl usou um chapéu de cangaceiro que adquiriu antes do show em Fortaleza na do Gun’s em no Brasil 2014 e na apresentação no Recife (2014) o Guitarrista Ron "Bumblefoot" Thal tocou um trecho do Hído de Pernambuco
Assista ao vídeo e confira


Após duas edições do festival como a ‘banda de Axl’, Guns tocou com Slash, Duff McKagan e um Setlist com 30 músicas, neste sábado, no Rock in Rio.

Foi a quarta vez do Guns N’ Roses no Rock in Rio, mas vamos combinar… Para os minimamente exigentes, foi a segunda vez. Após shows sem o baixista Duff McKagan e o guitarrista Slash em 2001 e 2011, finalmente o Rock in Rio viu algo além da “banda do Axl Rose”. 
Eles tocaram por três horas e 28 minutos.
Pela oitava vez no Brasil, a banda mais querida dos roqueiros brasileiros (sério, o fã-clube de bandanas e tatuagens é imbatível) fez quase o mesmo show da turnê brasileira do ano passado. Para fechar, Axl se despediu do público vestido com um chapéu de cangaceiro. Slash escorregou na introdução de “Sweet child o’mine”, mas pelo menos foi ele mesmo, não um sósia de Slash contratado por Axl.

O começo é com “It’s so easy”, o fim com “Paradise city”, os solos são mais do que celebrados, a voz de Axl vai e volta… Tudo previsível, mas isso nunca foi sinônimo de ruim, né?

Clássicos do rock clássico como “Patience”, “Sweet child o’ mine” e “November rain” estão lá e eles enchem o final do show de covers. A mais emocionante é “Black Hole Sun”, do Soundgarden, homenagem já feita antes por eles para Chris Cornell (1964-2017).

“É bom ver vocês de novo… vocês gostaram do Who?”, perguntou Axl, antes de “Better”, retirada do disco mais recente. Como sempre, o público usa as quatro músicas de “Chinese Democracy”, de 2008, para recuperar o fôlego. A interação e cantoria da plateia são mínimas nessa, na faixa-título e em “This is Love”.

Cada vez menos atrasados

Foi bom saber também que o histórico de atrasos no Rio não ganhou mais um capítulo. Começaram a tocar 20 minutinhos depois, quase nada ao se levar em conta que o Who esticou um pouco no show anterior. 

Em 2011, após um temporal, Axl só foi aparecer uma hora e meia depois da hora marcada. Traumático. Em 2010, na Praça da Apoteose, o atraso foi de duas horas.

No ano passado, demoraram 30 minutos. Se voltarem para o Rock um Rio 2019 (você apostaria que não?), provavelmente vão começar na hora marcada.

FONTE: GLOBO
Fonte:http://jequieurgente.com/com-axl-de-cangaceiro-guns-n-roses-cantou-mais-de-30-musicas-neste-sabado-com-slash-duff-mckagan-e-setlist-no-rock-in-rio-fotos/

Baterista do Red Hot Chili Peppers duela com seu “irmão gêmeo”... O ator Will Ferrell (Assista ao vídeo)

Você já reparou como o ator Will Ferrell e o baterista do Red Hot Chili Peppers, Chad Smith, são parecidos um com o outro?

Os dois estiveram mais parecidos do que nunca nesta semana, no programa “The Tonight Show with Jimmy Fallon“,  do canal americano NBC, e fizeram um duelo de bateria para provar quem é quem.

Confira o vídeo:


Fonte:http://blogs.diariodonordeste.com.br/rocknordeste/bizarrices/baterista-do-red-hot-chili-peppers-duela-com-irmao-gemeo-o-ator-will-ferrell/

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Rock in Rio - Querem salvar a Amazônia, mas, não juntam nem o próprio lixo


O Rock in Rio 2017 se propôs, entre outras coisas, a ser um espaço em defesa da Amazônia.

Neste domingo (17) a cantora norte-americana Alicia Keys convidou ao palco a líder indígena e representante da Articulação dos Povos Indígenas no Brasil (Apib), Sonia Guajajara, para falar dos ataques à Amazônia promovidos pelo governo de Michel Temer.
O ‘Fora Temer’ também foi entoado por diversas vezes, notadamente quando a modelo internacional Gisele Bündchen lançou a campanha global Believe, uma proposta com soluções para questões sociais e ambientais. 
Sob ensurdecedor ‘Fora Temer’, Gisele Bündchen chora e lança projeto no Rock in Rio (veja o vídeo) Sob ensurdecedor ‘Fora Temer’, Gisele Bündchen chora e lança projeto no Rock in Rio (veja o vídeo)
O drástico é ver que após os shows, a plateia, teoricamente entusiasta e simpatizante da ideia, foi incapaz de juntar o próprio lixo, destoando às completas de qualquer iniciativa voltada para uma proposta de inspiração ambiental.

Fonte:http://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/7042/rock-in-rio-querem-salvar-a-amazonia-mas-nao-juntam-o-proprio-lixo

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Monalisa com Bigode?!

A banda Monalisa com Bigode, mistura rock com a música romântica popular, até mesmo pelo fato de ter sido reprimido durante a ditadura militar, o gênero musical conhecido como “Brega” demonstra que possui certo grau de influência na sociedade brasileira e pode, por isso mesmo, ser usado não apenas para desabafar dor-de-corno ou cantar, às vezes de forma grosseira, o corpo feminino: o gênero pode, e deve, ser também um “espaço” para a transmissão de idéias e de experimentações.
Essa é a opinião dos integrantes da Mona Lisa com Bigode.

Formada por ex / e atuais integrantes de vários grupos de Rock, Reggae, Pop (Coda, Tao, Brega Pesado, Marcelo Santana, Filhos da Pátria, Natureza Humana, etc.), a banda tem hoje entre as suas principais características o “culto” a um estilo musical para o qual a maioria de seus músicos sempre torceu o nariz: o brega. “A descoberta do brega se deu de forma bastante espontânea, na medida em que fomos conhecendo, entre outras coisas, as traduções de letras de roqueiros de vários países, que nada diferem das nossas chamadas de dor-de-cotovelo, ou melhor, dor-de-corno”, diz Jason Morais, vocalista e baterista da banda.


O músico chama atenção para o fato de que o gênero musical, nos vários estilos que o compõem, exerce uma considerável influência na forma de sentir e pensar de grande parte da sociedade brasileira e que, além de continuar ocupando considerável espaço na mídia e ser tema de teses de mestrado, está marcando crescente presença no mercado editorial, através de livros como Almanaque da Música Brega, de Antônio Carlos Cabrera, e Eu Não Sou Cachorro, Não – Música Popular Cafona e Ditadura Militar, de Paulo César de Araújo (o mesmo autor da biografia proibida de Roberto Carlos).


“Esse livro fala da censura e perseguição que alguns artistas do gênero, a exemplo de Odair José, sofreram durante a ditadura militar, o que demonstra que os representantes do regime de exceção tinham plena consciência de que esses cantores e compositores faziam a cabeça de um grande contingente de nossa população”, acredita Jason.


Exatamente por reconhecer essa influência social e cultural do brega, os integrantes da banda acham que o gênero merece e precisa ser reciclado, incorporando novas idéias e conceitos. “É claro que o brega não pode perder o lado sentimental, que está na sua essência e na forma de ser de grande parte do povo brasileiro, mas não pode ser apenas coração. Também não pode falar somente de sexo, ser somente corpo. O brega pode, e deve, ser também ‘cabeça’ e tratar de uma série de questões culturais e sociais. Dizem que o povão não gosta de pensar, mas ele gosta. É só ser motivado para isso”, filosofa o guitarrista Inaldo Melo, acrescentando que um dos projetos alimentados pela banda é fazer os roqueiros gostarem de brega (original anos 70 e 80) e os bregueiros se interessarem por rock.

Bregas de todas as latitudes e com muito humor

Colocando em prática as suas “teses”, a Mona Lisa com Bigode faz no repertório de seu CD releituras de alguns “clássicos” do gênero, como Mentira, de Evaldo Braga, Já Troquei Você Por Outra e Sai do meu caminho, de Carlos Alexandre, Fim de Noivado, de Maurício Reis, Eu vou tirar você desse Lugar, de Odair José, No toca fita do meu carro, de Bartô Galeno, Se Te Agarro com Outro de Mato, de Sydnel Magal, Versões de músicas internacionais e músicas próprias .

Embora não sejam conhecidos como brega, alguns sucessos de décadas atrás, por terem estrutura rítmica assemelhada a esse gênero, foram incluídos no CD. É o caso de SOS e Medo da Chuva, de Raul Seixas, “Não foi por acaso que incluímos Raul Seixas no CD, tem muito a ver com a nossa filosofia. Apesar de sua música ter afinidade com o brega, ele trata de muitos temas profundos em suas canções”, diz Inaldo, acrescentando que o próximo CD terá o repertório formado, sobretudo, por composições da própria banda.

O clima predominante no disco do Mona Lisa com Bigode, e principalmente no show, que fazem questão de ressaltar os integrantes do grupo –, é o bom humor, mesmo nas músicas que, em suas formas originais, possuem um tom dramático e falam de separação, sofrimento amoroso e outras coisas do gênero.

“O que a banda procura passar como mensagem, nesse caso, é que mesmo as situações difíceis podem ser tratadas sem o recurso da violência, como fazem muitos homens depois do fim de um relacionamento amoroso. É claro que canções não têm força para mudar a realidade, mas os artistas possuem um importante papel social e a violência contra as mulheres é um mal que precisa ser combatido de várias maneiras e em todas as frentes”, explica o jornalista Gilson Oliveira, (Jornalista Companhia Editora de PE) divulgador do Mona Lisa com Bigode.

Releitura como estímulo à análise e à criatividade


Discorrendo sobre o nome da banda, Gilson Oliveira diz que é uma referência a um quadro do pintor francês Marcel Duchamp, intitulado exatamente Mona Lisa com Bigode: “Ao colocar um bigode no quadro Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, e apresentar esse trabalho em uma exposição como sendo uma obra bem diferente da pintada por da Vinci, Duchamp colocou a releitura e a paródia como importantes formas de expressão, pois permitem ver as mesmas coisas de uma forma totalmente diferente, estimulando, entre outras coisas, a criatividade, a capacidade de análise e a consciência de que a arte é um mundo de imensas possibilidades”.


https://soundcloud.com/greenwave-studio/tracks
http://tnb.art.br/rede/monalisacombigode

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