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quarta-feira, 6 de junho de 2012
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Compreender para Agir
Publicado em 27.11.2011 - Edição 686
Compreender a cultura da empresa e da região em que atua é uma ferramenta que pode elevar o potencial para gerar bons resultados. É importante conhecer bem as raízes, os costumes e as tradições em que a empresa está inserida e perceber criticamente como essas marcas culturais influenciam as suas relações de trabalho e o seu funcionamento. A atenção para o global deve ser fortalecida com o local. Ignorando essa necessidade, muitas empresas que passam a atuar fora de seu mercado de origem não se adaptam à nova realidade. No nosso caso, uma dica para se aproximar da cultura pernambucana é conhecer a literatura local lendo, por exemplo, Casa-Grande & Senzala, Menino de Engenho e Morte e Vida Severina, além de Pernambuco Afortunado.
Fonte:
Minuto Ágilis
(www.agilis.com.br)
Ágilis Tecnologia em RH
http://www.agilis.com.br/
Rotatividade em Alta no Brasil
Apesar do aumento do emprego formal, a taxa de rotatividade dos brasileiros no mercado de trabalho não apenas subiu, como tem se mostrado uma das mais altas entre os 25 países consultados por um estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). De acordo com o levantamento Rotatividade e Flexibilidade no Mercado de Trabalho, divulgado na última semana, o índice nacional atingiu, em 2010, a marca de 53,8%, considerada a mais expressiva dos últimos 10 anos. O tempo médio no emprego em 2009 foi de 5 anos, também avaliado como um dos mais baixos. Ele só não foi pior que o dos norte-americanos, que tiveram uma avaliação de 4,4 anos. Para se ter uma ideia, os italianos, primeiros no ranking apresentado, costumam permanecer no mesmo emprego por um tempo médio de 11,7 anos.
Fonte:
Infomoney
Jovens Preferem Redes Sociais a Salário Alto
Uma pesquisa realizada pela Cisco Connected World Technology constatou que 44% dos jovens profissionais brasileiros, para serem contratados, preferem que o trabalho permita o acesso às redes sociais a receber um salário alto. A média mundial é de 33%. Cerca de 56% de todos os entrevistados disseram que, caso encontrassem uma empresa que proibisse o uso das redes, não aceitariam a vaga de emprego ou tentariam contornar a política da empresa. No Brasil, o percentual foi de 74%. Segundo a pesquisa, 90% dos jovens profissionais brasileiros planejam fazer perguntas relacionadas ao uso de mídias sociais nas entrevistas de emprego. Para 53%, esse é um fator relevante para a proposta ser aceita ou não. O estudo levou em conta 2.800 estudantes universitários e jovens de 14 países.
Fonte:
AdNews
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