quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Agnelli, pede para sair. Você leu a Economist ?


Na foto, os consumidores do Agnelii (e só eles)
Atribui-se a Roger Agnelli, presidente da Vale, a afirmação: não sofri pressão do Lula, mas do PT …


Seria uma aproximação do que disse Eugenio Bucci, que foi presidente da Radiobras, por indicação de Ricardo Kotscho.


Primeiro, Bucci disse que não recebia pressão de ninguém.


Quem mandava no pedaço da Radiobrás era ele.


Depois, na hora de lançar um livro-bomba, Bucci repetiu que não recebia pressão, mas do PT …


O que levou este ordinário blogueiro a perguntar: quantos Bucci cabem num Eugênio ?


Hoje, Bucci é colonista (*) do Estadão.


A Maria Rita Kehl foi mandada embora.


Sem comentários.


Quantos Agnelli cabem num Roger ?


Agnelli é o doce de coco do PiG (**).


Os colonistas (*) do PiG o elevaram ao Panteon do Capitalismo Mundial, para servir de contraponto à Petrobrás, um irremediável fracasso.


Agnelli, o símbolo da Livre Iniciativa, o Gênio do Empreendedorismo.


A Petrobrás, um naufrágio !


Eram mais ou menos assim os ditirambos.


Só que este ordinário blogueiro – acionista da Vale – sempre achou o Agnelli outro embuste do PiG (**).


Uma deidade provincial.


(Como o Armínio – clique aqui para ler “Serra perde a eleição e o Ministro da Fazenda”).


O Agnelli vende um produto só – minério de ferro – a um cliente só: a China.


E basta !


Agora, surgem os boatos de que Agnelli vai continuar.


De que Agnelli se prende ao cargo mais do que o contínuo do cafezinho.


Outros boatos dizem que alguns acionistas já querem vê-lo pelas costas.


Conversa Afiada prefere uma opinião mais confiável.


A revista Economist, de  23 de setembro de 2010, plagia miseravelmente este ordinário blogueiro.


Está lá, em inglês, e, portanto, para o PiG (**), muito mais convincente:


- A Vale não diversificou além do minério de ferro.


- A Vale não foi a lugar nenhum além do Brasil.


- 65% da receita da Vale provém o minério de ferro, uma dependência inaceitável para uma mineradora de curso internacional.


- Quando a Vale tentou investir em cobre e níquel, deu com os burros n’água.


- A Vale decidiu comprar navios fora do Brasil, exatamente quando o Governo Lula procurava re-construir a indústria naval brasileira.


(Como fazia a Petrobrax do Serra/FHC.)


Este ordinário blogueiro lembra que, em 2008, no limiar daquela crise de 2008 que a urubóloga Miriam Leitão – admiradora fervorosa do Agnelli – anunciou que ia tragar o Brasil com dentes afiados, Agnelli se antecipou e demitiu um monte de gente, para desespero do presidente Lula.


Embora o Serra tenha conseguido convencer o Fernando Henrique a vender a Vale, veja no vídeo histórico, o Estado brasileiro ainda tem uma participação forte no negócio.


E o Agnelli só não foi para a rua, nessa demissão em massa, porque a turma do deixa disso segurou o presidente Lula.


Mas, o cargo de presidente da Vale deve ter mel na cadeira.


Porque o Agnelli, aparentemente, prefere ficar.


Os acionistas minoritários da Vale preferiam, porém, que ele seguisse a carreira que o espera: a de colonista (*) do PiG (**).


Para falar mal do PT e do Presidente Lula.


De preferência, no Estadão.




Paulo Henrique Amorim





(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (**) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.


(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

Escândalo: licitação do metrô de Serra era de carta marcada

Publicado em 26/10/2010

Bons tempos

O Serra se enterrou no metrô

E o Serra ainda insiste com a Erenice.
Saiu na Folha:

Resultado de licitação do metrô de São Paulo já era conhecido seis meses antes

RICARDO FELTRIN

DE SÃO PAULO

A Folha soube seis meses antes da divulgação do resultado quem seriam os vencedores da licitação para concorrência dos lotes de 3 a 8 da linha 5 (Lilás) do metrô.

O resultado só foi divulgado na última quinta-feira, mas o jornal já havia registrado o nome dos ganhadores em vídeo e em cartório nos dias 20 e 23 de abril deste ano, respectivamente.

A licitação foi aberta em outubro de 2008, quando o governador de São Paulo era José Serra (PSDB) –ele deixou o cargo no início de abril deste ano para disputar a Presidência da República. Em seu lugar ficou seu vice, o tucano Alberto Goldman.

O resultado da licitação foi conhecido previamente pela Folha apesar de o Metrô ter suspendido o processo em abril e mandado todas as empresas refazerem suas propostas. A suspensão do processo licitatório ocorreu três dias depois do registro dos vencedores em cartório.

O Metrô, estatal do governo paulista, afirma que vai investigar o caso. Os consórcios também negam irregularidades ou “acertos”.

O valor dos lotes de 2 a 8 passa de R$ 4 bilhões. A linha 5 do metrô irá do Largo 13 à Chácara Klabin, num total de 20 km de trilhos, e será conectada com as linhas 1 (Azul) e 2 (Verde), além do corredor São Paulo-Diadema da EMTU.

A Folha obteve os resultados da licitação no dia 20 de abril, quando gravou um vídeo anunciando o nome dos vencedores.

Três dias depois, em 23 de abril, a reportagem também registrou no 2º Cartório de Notas, em SP, o nome dos consórcios que venceriam o restante da licitação e com qual lote cada um ficaria.

O documento em cartório informa o nome das vencedoras dos lotes 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Também acabou por acertar o nome do vencedor do lote 2, o consórcio Galvão/ Serveng, cuja proposta acabaria sendo rejeitada em 26 abril. A seguir, o Metrô decidiu que não só a Galvão/Serveng, mas todas as empresas (17 consórcios) que estavam na concorrência deveriam refazer suas propostas.

A justificativa do Metrô para a medida, publicada em seu site oficial, informava que a rejeição se devia à necessidade de “reformulação dos preços dentro das condições originais de licitação”.

Em maio e junho as empreiteiras prepararam novas propostas para a licitação. Elas foram novamente entregues em julho.

No dia 24 de agosto, a direção do Metrô publicou no “Diário Oficial” um novo edital anunciando o nome das empreiteiras qualificadas a concorrer às obras, tendo discriminado quais poderiam concorrer a quais lotes.

Na quarta-feira passada, dia 20, Goldman assinou, em cerimônia oficial, a continuidade das obras da linha 5. O nome das vencedoras foi divulgado pelo Metrô na última quinta-feira. Eram exatamente os mesmos antecipados pela reportagem.

OBRA DE R$ 4 BI

Os sete lotes da linha 5-Lilás custarão ao Estado, no total, R$ 4,04 bilhões. As linhas 3 e 7 consumirão a maior parte desse valor.

Pelo edital, apenas as chamadas “quatro grandes” Camargo Corrêa/Andrade Gutierrez e Metropolitano (Odebrecht/ OAS/Queiroz Galvão) estavam habilitadas a concorrer a esses dois lotes, porque somente elas possuem um equipamento específico e necessário (shield). Esses dois lotes somados consumirão um total de R$ 2,28 bilhões.

OUTRO LADO

Em nota, o Metrô de São Paulo informou que vai investigar as informações publicadas hoje na Folha.

A companhia disse ainda que vai investigar todo o processo de licitação.

“É reconhecida a postura idônea que o Metrô adota em processos licitatórios, além da grande expertise na elaboração e condução desses tipos de processo. A responsabilidade do Metrô, enquanto empresa pública, é garantir o menor preço e a qualidade técnica exigida pela complexidade da obra.”

Ainda de acordo com a estatal, para participação de suas licitações, as empresas precisam “atender aos rígidos requisitos técnicos e de qualidade” impostos por ela.

No caso da classificação das empresas nos lotes 3 e 7, era necessário o uso “Shield, recurso e qualificação que poucas empresas no país têm”. “Os vencedores dos lotes foram conhecidos somente quando as propostas foram abertas em sessão pública. Licitações desse porte tradicionalmente acirram a competitividade entre as empresas”, diz trecho da nota.

O Metrô afirmou ainda que, “coerente com sua postura transparente e com a segurança de ter conduzido um processo licitatório de maneira correta, informou todos os vencedores dos lotes e os respectivos valores”.

Disse seguir “fielmente a lei 8.666″ e que “os vencedores dos lotes foram anunciados na sessão pública de abertura de propostas”. “Esse procedimento dispensa, conforme consta da lei, a publicação no ‘Diário Oficial’”.

Todos os consórcios foram procurados, mas só dois deles responderam ao jornal.

O Consórcio Andrade Gutierrez/Camargo Corrêa, vencedor da disputa para construção do lote 3, diz que “tomou conhecimento do resultado da licitação em 24 de setembro de 2010, quando os ganhadores foram divulgados em sessão pública”.

O consórcio Odebrecht/ OAS/Queiroz Galvão, vencedor do lote 7, disse que, dessa licitação, “só dois trechos poderiam ser executados com a máquina conhecida como ‘tatu’ e apenas dois consórcios estavam qualificados para usar o equipamento”.

“Uma vez que nenhum consórcio poderia conquistar mais que um lote, a probabilidade de cada consórcio ficar responsável por um dos lotes era grande”, diz.

O consórcio Odebrecht/ OAS/Queiroz Galvão diz ter concentrado seu foco no lote 7 para aproveitar “o equipamento da Linha 4, reduzindo o investimento inicial”.

Malocci é o candidato da Veja


Por trás da capa da edição extra da Veja sobre a Dilma corre a mesma vala negra de sempre.

Na página 78, a Veja diz que a Dilma, como ministra das Minas, aliou-se a ala mais conservadora e retrógrada, comandada por José Dirceu e a ministra se opôs ao blog reformista e liberal capitaneado pelo ex ministro da Fazenda, Antonio Palocci. 

A legenda de uma foto do Malocci:

“Fiador da instabilidade. O ex ministro da Fazenda Antonio Palocci … seria uma dos esteios de uma gestão econômica responsável e comprometida com reformas.”

Estamos todos salvos.

“Malocci” é o candidato da Veja
Rodrigo: Serra plantou o ódio e                            
o preconceito contra nordestinos

Publicado em 03/11/2010

O Papa foi um aliado na campanha do ódio
Antes de mais nada, é bom lembrar que Serra culpou os “migrantes” pelo péssimo resultado da Educação em São Paulo, clique aqui para ver a entrevista à Chico Pinheiro.

Foi Serra quem disse que, na Moóca, ele se relacionava “normalmente com nordestinos”. 

Foi Serra quem instaurou o ódio na campanha presidencial.

Nenhuma foi tão suja quanto a que ele moveu contra a Dilma.

Clique aqui para ler o depoimento das ex alunas sobre o aborto da mulher do Serra.

O blogueiro sujo Rodrigo Vianna, publicado no Vermelho, trata da colheita sinistra que o ódio de Serra semeou:

Serra plantou ódio; Brasil colhe manifestações contra nordestinos


O vídeo que reproduzo abaixo — e também na janela ao lado — é de revirar o estômago. Mas faz um bem danado: lança luz sobre um Brasil que muitas vezes não gostamos de ver. O Brasil do ódio.

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador.
A campanha conservadora movida pelos tucanos, a misturar religião e política, trouxe à tona o lodo que estava guardado no fundo da represa. A lama surgiu na forma de ódio e preconceito. Muita gente gosta de afirmar: no Brasil não há ódio entre irmãos, há tolerância religiosa. Serra jogou isso fora. A turma que o apoiava infestou a internet com calúnias. E, agora, passada a eleição, o twitter e outras redes sociais são tomadas por manifestações odiosas.

Como se vê no vídeo acima, não foi só a tal Mayara (estudante de Direito!!!) que declarou ódio aos nordestinos. Há muitos outros. Com nome, assinatura. É fácil identificar um por um. E processar a todos! O Ministério Público deveria agir. A Polícia Federal deveria agir.
E nós devemos estar preparados, porque Serra fez dessas feras da direita a nova militância tucana. Jogou no lixo a história de Montoro e Covas. Serra cavou a trincheira na direita. E o Brasil agora colhe o resultado da campanha odiosa feita por Serra.
Desde domingo, muita gente já fez as contas e mostrou: Dilma ganharia de Serra com ou sem os votos do Nordeste. Não dei destaque a isso porque acho que é – de certa forma – uma rendição ao pensamento conservador. Em vez de dizer que Dilma ganhou “mesmo sem o Nordeste”, deveríamos dizer: ganhou – também – por causa dos nordestinos. E qual o problema?
E deveríamos lembrar: Dilma ganhou também com o voto de quase 60% dos mineiros e dos moradores do estado do Rio. E ganhou com quase metade dos votos de paulistas e gaúchos.
(…)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Twitter terá versão “Mayara Petruso”, com zero caractere


O Twitter anunciou hoje que terá uma versão com zero caractere para pessoas que não tem o que dizer – ou que não deviam dizer nada. A nova versão do microblog se chamará Mayara Petruso, em homenagem a twitteira brasileira que, revoltada com a eleição de Dilma, pregou a morte de nordestinos afogados. “Estamos lançando o nanoblog. É incrível a capacidade que algumas pessoas tem de falar merdas tão grandes com tão poucos caracteres.”, disse um diretor do Twitter. “Ainda bem que a eleição acabou. O debate sobre o aborto ganharia força por causa dessa moça. Muito achariam que ele se justifica nesse caso”, disse um nordestino. A editora que publica o dicionário Aurélio já informou que a próxima edição terá o verbete Mayara Petruso como sinônimo de preconceito.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Por quê?! Por quê?!

Cadê As igrejas corruptas e manipuladoras?
Onde estão os crentes fantoches, alienados e manipulados?
Onde está a imprensa reacionária (PIG)?
Onde estão as provas das mentiras?
Cadê o apoio do Papa e dos bispos sujos e outros nazistas?
E os pastores imundos como, por exemplo: Malafaia?
Acho que há uma vaga de coroinha no Vaticano.
Cadê a força de canalhas, tipo, Jarbas, Sergio Gerra, Marcus Maciel e sua trupe?
Vão colocar o nome dele na fila de espera para ser canonizado... Qual o milagre?
Valeu a declaração de tua mulher sobre assassina de criancinhas.
Valeu os e-mails caluniosos de teus “aliados” Crentes quando escreveram sobre uma cancerosa e um aleijado bêbado... puro amor cristão “kkk”
Teus eleitores preferiram à praia a perder tempo e o feriadão com o voto perdido.
Havemos Dilma! Havemos Presidenta!

Havemos Dilma! Havemos Presidenta

O resultado da Mega-Sena... 50-51-56-57-58-59... Parece evidente o “cambalacho”... [SIC]

A Mega-Sena e a flagrante falcatrua. Quatro felizes apostadores acertaram os seis números da Mega-Sena sorteados neste sábado (23). ...